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Férias combina com diversão. Os Museus de Congonhas vem com uma novidade neste mês de janeiro para embalar as férias da garotada: o projeto “FÉRIAS NOS MUSEUS”, que contará com a realização de atividades lúdicas abrangendo principalmente o público infantil.

Confira abaixo toda a programação, que está imperdível!!!

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A Fundação Municipal de Cultura, Lazer e Turismo de Congonhas (FUMCULT) informa que o Museu de Congonhas e o da Imagem e Memória (Ladeira) não funcionarão nos dias 24, 25, 31 de dezembro, e 1º de janeiro devido as festividades do fim de ano. O recesso segue o calendário dos principais museus do país. Nos outros dias, os Museus funcionarão normalmente de terça a domingo. Lembrando que os Centros Culturais não recebem visitações às segundas-feiras para a realização de atividades internas. Aproveitem as férias e venham nos visitar! Boas festas!


Aconteceu nesta quarta no Museu de Congonhas a premiação dos vencedores do 1º Campeonato Regional de Futebol de Base, promovido pela Prefeitura de Congonhas, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer. Receberam troféus e medalhas os campeões e vices nas categorias Sub 9 – Ferroviário (C. Lafaiete) e América de Jeceaba, Sub 11 – Ferroviário e Fox, Sub 13 – Ferroviário e Fox, Sub 15 – Ferroviário e Fox e Sub 17 – Fox e Ferroviário, além do artilheiro e goleiro menos vazado de cada categoria. Participaram ainda o Clube Astra, o Bangu de J. Murtinho e o América de Entre Rios de Minas.

“Parabenizo o prefeito Zelinho, o secretário da Sel José Lúcio e sua equipe por terem realizado um campeonato com credibilidade. As equipes da região querem seguir participando dele”, comentou Valter de Souza, do Ferroviário. O prefeito Zelinho aproveitou para mostrar os avanços de seu governo na área de Esporte e Lazer: a construção de espaços de prática esportiva e a formação de ser humanos melhores e de atletas de alto rendimento.

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Os alunos do Curso Básico de Libras irão apresentar na próxima quinta-feira, dia 14 de dezembro, às 19h, a peça de teatro “O Épico Aleijadinho em: um Reconto em Libras”. A apresentação será Museu de Congonhas e a entrada é gratuita.


O teatro, resultado do Trabalho de Conclusão de Curso, consiste em uma apresentação em libras, com tradução simultânea para o português oral, sobre as obras de Aleijadinho, parte da história de Congonhas. O Curso aconteceu durante este ano no Centro Cultural e teve realização do IFMG.

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A Fundação Municipal de Cultura, Lazer e Turismo de Congonhas (FUMCULT) informa que o Museu de Congonhas e o da Imagem e Memória (Ladeira) não funcionarão nos dias 24, 25, 31 de dezembro, e 1º de janeiro devido as festividades do fim de ano. O recesso segue o calendário dos principais museus do país. Nos outros dias, os Museus funcionarão normalmente de terça a domingo. Lembrando que os Centros Culturais não recebem visitações às segundas-feiras para a realização de atividades internas. Aproveitem as férias e venham nos visitar! Boas festas!


Vem aí a nova exposição do Museu de Congonhas: “Burle Marx – Entre as cúpulas brancas dos Passos”. Inauguração nesta quinta-feira, 30 de novembro, às 20h!

Serão apresentadas na mostra, gravuras, pinturas e esculturas pertencentes ao Sítio Burle Marx, com a intenção de instigar o espectador a compreender o pensamento deixado pelo paisagista nos Jardins do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos.

Imperdível!

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As agressões ao acervo do Santuário Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas, na Região Central,

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Neste sábado, 25 de novembro, às 16h, o Museu de Congonhas recebe o lançamento do livro “Memórias: Retratos da Banda de Música Santa Cecília de São Gonçalo da Ponte de Belo Vale”. A Associação do Patrimônio Histórico, Artístico e Ambiental de Belo Vale (APHAA-BV) tem satisfação e gratidão em entregar esse brilhante documento aos belovalenses e mineiros. Memórias retratam um pouco da história das bandas de música em Minas. Além disso, destaca fatos sociais e culturais que marcaram a envolvente e agitada história da “Banda de Música Santa Cecília”, em eventos cívicos, religiosos e populares de Belo Vale.

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Pouca gente sabe, mas foi Roberto Burle Marx (1909-1994), um dos mais influentes paisagistas do século 20, o responsável por criar, em 1973, os Jardins do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas. O espaço, ao ar livre, “Patrimônio Cultural Mundial”, a partir desta intervenção, ganhou notoriedade permitindo que o visitante pudesse visualizar, sem barreiras e ao fundo, o patrimônio histórico edificado, criando um espaço único de convívio e contemplação. A importante intervenção na cidade foi sendo esquecida ao longo dos tempos. A exposição “Burle Marx – Entre as cúpulas brancas dos Passos”, chega para recuperar este legado, no momento em que o IPHAN comemora seus 80 anos.

A mostra, uma realização conjunta do Centro Cultural Sítio Roberto Burle Marx do IPHAN, em parceria com o Museu de Congonhas, traz uma inédita leitura curatorial da obra do artista, em diálogo com o espaço externo, onde está localizado um de seus mais belos jardins em Minas Gerais. Serão apresentadas no Museu de Congonhas, gravuras, pinturas e esculturas pertencentes ao Sítio Burle Marx, com a intenção de instigar o espectador a compreender o pensamento deixado pelo paisagista nos Jardins do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos. A intenção é a de revelar como Burle Marx, a partir de aspectos figurativos presentes no início da trajetória visual, foi desconstruindo a forma, até criar um pensamento estético capaz de o inspirar em seus projetos paisagísticos.

O pensamento estético do artista tem sido alvo de variadas reflexões. “O jardim de Burle Marx não se subordina à natureza, à arquitetura, ao lugar, à tradição, mas sua identidade existe em equilíbrio com eles; utilizando os alia e transforma. Parece, portanto, apropriado entender a sua obra como uma "tatuagem" uma operação delicada que leva em consideração as características do lugar e é ao mesmo tempo contundente; com um grafismo, se define uma paisagem diferente daquela na qual este é inserido”, afirma a paisagista Ana Rosa de Oliveira, no texto “A construção formal do jardim em Roberto Burle Marx”.

A proposta de reformulação e embelezamento dos Jardins do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, remonta à presença dos Padres Redentoristasem Congonhas,em meados do século passado,então responsáveis pela gestão do local. Hoje o Santuário é administrado pela Arquidiocese de Mariana. Antes da intervenção de Burle Marx, o lugar possuía um visual carregado dificultando a apreciação do sítio histórico. No projeto de reformulação, o paisagista utilizou plantas brasileiras da região, como o Cipó de São João, a grama batatais, os ipês amarelos, as palmeiras e o alecrim de Campinas. O projeto do jardim, em formato de linhas sinuosas e modernas, passou a sinalizar o caminho da Cruz, compondo um espaço único de convívio e contemplação em diálogo com a paisagem do entorno.

Vida e obra

Roberto Burle Marx (1909-1994) nasceu em São Paulo e foi criado, a partir dos 4 anos de idade, no Rio de Janeiro. Manifestou vocação para as artes plásticas desde cedo, porém, foi aos 18 anos, em viagem para a Europa, que decidiu se tornar pintor. Lá, também conheceu a coleção de plantas brasileiras do Jardim Botânico de Dahlem, em Berlim, que o inspirou, ao voltar, a criar jardins com plantas tropicais, ao invés dos jardins tradicionais de inspiração europeia.

Em 1932, convidado pelo urbanista Lúcio Costa, fez seu primeiro jardim em uma residência em Copacabana (RJ). Em 1934, como diretor de Parques e Jardins em Pernambuco, começou a fazer jardins públicos, vocação que estendeu a Congonhas, quando, a convite do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA/MG), realizou, de 1973 a 1974, o projeto paisagístico dos jardins do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos.

Considerado o mais influente paisagista do século 20, produziu uma mudança de paradigma de amplitude mundial, o jardim tropical moderno, que se tornou modelo de inovação. Seus projetos se destacam tanto pela sensibilidade artística quanto pela incorporação do conhecimento científico relativo às comunidades vegetais e sua relação com o ambiente.

Para Burle Marx, natureza e cultura constituem uma mesma esfera, anterior e superior ao homem, onde a humanidade se enraíza e identifica. Sua residência, o Sítio Roberto Burle Marx, atualmente pertencente ao Iphan, preserva um importante patrimônio genético onde sobrevivem plantas oriundas de ambientes silvestres atualmente devastados, as quais, sem a atuação de Burle Marx, seriam hoje desconhecidas.

O paisagista realizou, ao longo da vida, expedições de observação e coleta, cercando-se sempre de botânicos, ilustradores e outros especialistas. As coletas de espécies em distintos biomas brasileiros e o seu trabalho de multiplicação, domesticação e conservação possibilitou a montagem da coleção, que pode ser considerada como um banco de germoplasma, numa visão de Recursos Genéticos Vegetais.

Quando começou a desenhar jardins, o paisagismo utilizado no Brasil imitava modelos europeus. Ainda que possa ter mantido influências dos jardins barrocos, renascentistas e românticos, a nova proposta de jardim tropical não se enquadra em qualquer dessas escolas. Ao contrário: contrapõe-se a elas, adotando a exuberância tropical como critério de construção, com a utilização intensa da flora nativa, a incorporação de referências culturais nacionais e a busca de integração com o ambiente natural circundante.

Sítio Burle Marx

O Centro Cultural Sítio Roberto Burle Marx, localizado na Barra de Guaratiba, no Rio de Janeiro, foi doado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 1985, pelo próprio paisagista,com a intenção de preservar suas experiências, criar uma escola de paisagismo, botânica e artes em geral e transmitir o seu principal legado: fazer jardins. Burle Marx adquiriu a propriedade, em 1949, junto com seu irmão Siegfried.

Restaurou as construções existentes no local e trouxe sua coleção de plantas. A partir de 1973, fez de Barra de Guaratiba sua residência fixa. Hoje, o espaço conta com mais de 3,5 mil espécies botânicas. O Museu-Casa de Burle Marx, musealizado em 1999, apresenta ao público um acervo composto por peças de mobiliário, objetos de uso pessoal, obras de arte erudita e popular, que Burle Marx colecionou ao longo da vida, bem como criações do paisagista evocando memórias de um artista único, que tanto e também soube colecionar objetos, plantas e amizades.

A exposição “Burle Marx: Entre as cúpulas brancas dos Passos” inaugura a parceria entre o Sítio Burle Marx e o Museu de Congonhas. Ao longo do último ano, as duas instituições desenvolveram uma série de interlocuções com vários desdobramentos importantes. Entre eles, um diagnóstico da situação atual dos Jardins do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, a partir do projeto original. A proposta é a de, a partir da abertura da exposição, quando o diagnóstico será entregue ao município, se possa consolidar uma série de ações de revitalização e recuperação deste importante patrimônio do povo brasileiro.



BURLE MARX: ENTRE AS CÚPULAS BRANCAS DOS PASSOS
Exposição de pinturas, gravuras e esculturas do Centro Cultural Sítio Burle Marx (RJ). Abertura dia 30, às 20h, no Museu de Congonhas (Alameda Cidade de Matosinhos de Portugal, 77, Basílica). A mostra ficará aberta até março de 2018, de terça a domingo, das 9h às 17h, com ingressos a R$ 10 (inteira). Quarta, das 13h às 21h, a entrada é gratuita. Informações: (31) 3732-2526.

Fonte (Etc Comunicação)

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O 1º Fórum de Negócios de Congonhas, organizado pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável, marcou o início do debate sobre a economia local e apontou proposições para o futuro próximo. O evento contou com o apoio da Associação Comercial de Congonhas, IFMG, Ferrous, CSN, Gerdau, VALE e In Group. Autoridades, como o prefeito Zelinho, secretários municipais como o de Desenvolvimento Sustentável, Christian Souza Costa, o deputado federal Marcus Pestana, vereadores, além de especialistas em diversas áreas do desenvolvimento econômico, empresários, alunos do IFMG e o público em geral acompanharam uma extensa programação distribuída entre a manhã e a tarde desta terça-feira, 21, no Museu de Congonhas.

O prefeito Zelinho lembrou que existem em Congonhas e Ouro Branco mais de dez cursos de engenharia entre o IFMG e a UFSJ, além dos cursos técnicos. “Este é o pontapé inicial para avançarmos nesta área, criando aqui um polo tecnológico para que nossos jovens talentos não precisem mais deixarem a cidade e, em muitos casos, o País. Aqui temos a maior usina de aço do Brasil, que é a Gerdau; uma das maiores mineradoras do mundo, que é a VALE; a CSN, que é a segunda maior mineradora do Brasil; além de Ferrous e a Ferro +, e do lado a VSB, em Jeceaba. Temos empresas, bons alunos, muitos deles oriundos da nossa rede municipal de ensino, na qual investimos muito. O que falta agora é unirmos forças com o SEBRAE e a FIEMG. Agradeço muito aos empresários que acreditam na nossa cidade”, discursou o prefeito.

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Também presente à abertura do evento, o deputado federal e economista, Marcus Pestana, afirmou que o Brasil viveu a maior recessão econômica brasileira entre 2014 e 2016. “Agora estamos começando a sair da crise. Há muito capital líquido querendo entrar no Brasil. Aqui na região temos grandes empresas com poder de absorver parte deste investimento. E as ramificações que este fórum propõe surgem deste grande polo metalúrgico. Então vamos incentivar as pequenas empresas a se organizarem e se beneficiarem também desta riqueza gerada pelo minério”, afirmou.

Durante o encontro, o prefeito Zelinho sancionou o Programa Municipal de Apoio às Startups e a Criação de Empresas de Inovação e Tecnologia. A Câmara Municipal aprovou o projeto de lei, por entender a necessidade de se efetivar esta iniciativa no Município. Este é um programa inovador e que é desenvolvido em poucas cidades brasileiras.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Sustentável e articulador do 1º Fórum de Negócios de Congonhas, Christian Souza Costa, os objetivos do Fórum foram alcançados. “Propusemos um caminho de diversificação econômica. Agora o Governo vai poder investir nas iniciativas inovadoras que surgem no IFMG e UFSJ. Vamos tentar trazer a rede municipal de ensino para esta grande conexão que estamos estabelecendo. Congonhas foi pré-selecionada pelo Governo do Estado para participar do Minas Inova, programa totalmente voltado às startups, criando um ecossistema de inovação e a possibilidade de investimento de recursos do Município em iniciativas com potencial de se transformarem em um bom negócio. Há condições favoráveis para avançarmos nesta área e nossa equipe está preparada para esta tarefa”, garantiu.

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A ideia da criação de um programa voltado para as startups e áreas afins surgiu após os estudantes Túlio Niquini e Kleider Matheus procurarem a Secretaria de Desenvolvimento Sustentável da Prefeitura (SDS). “Eu tive uma ideia, procurei o Kleider, que a melhorou, ficamos 5 meses criando uma apresentação para levar até o secretário Christian, para que ele nos ajudasse a tirar do papel a KT, que trabalha com gestão de pessoas, seja comerciante, comerciário ou consumidor, para que consigam se organizar”, diz Túlio.

“A SDS nos recebeu de portas abertas, estudou nosso projeto e encurtou os caminhos para buscarmos conhecimento técnico”, lembra Kleider. A empresa já vai iniciar suas atividades. “Vemos o celular 159 vezes por dia em média, quem não buscar a tecnologia como suporte vai perder informação, e por consequência benefícios”, garantem.

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Painéis

Participaram do Painel Startups: inovação, tecnologia e internet das coisas o representante da FAPEMIG, Renato Ciminelli; a gerente de Empreendedorismo Tecnológico da FIEMG, Mariana Humberto Yasbeck; o coordenador de Biotecnologia e Ecossistemas de Inovação da Secretaria de Desenvolvimento de Minas Gerais, Guilherme Marinho; o gerente de Propriedade Intelectual e Tecnologia da Vale, Fabiano Tonucci; e a coordenadora do curso de Engenharia de Produção do IFMG, Renata Veloso. Esta explicou que o impacto do modelo de negócios internet das coisas sobre a economia da cidade é grande. “Sobretudo mediante a necessidade de repensar os negócios que busquem atender o mercado minero-siderúrgico, mas que explore outras oportunidades que sejam decorrentes dele”, diz.

Renata adverte que as startups, por surgirem de ideias inovadoras, oferecem riscos altíssimos, mas também grandes oportunidades de rentabilidade. “Entrar nesta área é repensar a forma de fazer varejo e o modelo de fornecedor das grandes empresas. É preciso se tornar parceiro delas, compartilhar projetos para que a ajuda apareça. Por ser um modelo de negócio inovador, a startup explora um mercado completamente novo, que vem acompanhado de alta tecnologia e precisa criar seu mercado, demonstrando ao consumidor que ele tem a necessidade de consumir seu produto. Não há garantia de sucesso. Porém existem diversos exemplos exitosos como a Netflix, Airbnb, Facebook, Uber, Google, Google Drive, entre tantos outros”, explicou.

Durante o Painel Potencial do município: cenário atual e oportunidades, o representante da FIEMG, Felipe de Faria, apresentou o potencial econômico de Minas Gerais. O secretário municipal de Meio Ambiente, Neylor Araão, apontou algumas ações que o Governo Municipal tem planejado e incentivado, como projetos para recuperação de rejeitos e desenvolvimento de polímeros e o Plano Municipal de Segurança das Barragens.

Já o diretor técnico e funcionário de carreira do SEBRAE e ex-prefeito de Congonhas, Anderson Cabido, falou sobre os desafios e oportunidades de negócios de Congonhas: “Nossa cidade possui a quarta economia mais forte da região dos Inconfidentes, atrás somente de Ouro Preto, Mariana e Itabirito. Somos também em renda e população a quarta colocada. Municípios mineradores têm como desafio traduzir sua riqueza em renda e qualidade de vida para as pessoas. Outro é contribuir para o desenvolvimento da região, porque do contrário os problemas da região recaem sobre Congonhas. Precisamos também aumentar as compras de fornecedores locais, como o comércio e a Agricultura Familiar, a exemplo do que tentei fazer quando prefeito, mas não é fácil. Antes de conseguir vencer esta batalha, é preciso fazer um grande acordo regional. Precisamos fortalecer ainda o turismo. É necessário aumentar o número de empresas, até para que nossa juventude e nossa comunidade possuam outras áreas com as quais elas possam sonhar. A nossa estratégia mãe para a diversificação é o desenvolvimento tecnológico, temos a semente que é a produção acadêmica, produzida pela UFSJ e o IFMG. Estamos conversando com o prefeito Zelinho e os secretários Christian (Desenvolvimento Sustentável) e Maria Aparecida Resende (Educação) para trabalharmos o protagonismo juvenil nas escolas”.

No Painel Mineração e Siderurgia – Cenário atual e oportunidades, Lucio Cavalli, diretor de Planejamento e Desenvolvimento de Ferrosos, da VALE; Cristiano Parreira, diretor de Meio Ambiente e Relações Institucionais da Ferros; Paulo H. Assunção Rocha dos Reis, gerente de Planejamento e Projetos CAPEX, da Gerdau; e Maurício Max, diretor de Operações da CSN, trataram dos desafios do setor minero-siderúrgico e dos investimentos previstos por elas para a região.

E no Painel Compras Públicas: como participar e oportunidades de Territorial do SEBRAE, Wilson Dutra, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Congonhas, apresentou a frustração do comerciante local ao não conseguir se tornar fornecedor da Prefeitura. O secretário municipal de Planejamento, Antônio Odaque, lembrou que as compras públicas acontecem por meio de processo licitatório e que o Poder Público não pode se relacionar com empresa que esteja sem sua documentação em dia. Outro pré-requisito é a qualificação financeira, que dá suporte ao cumprimento do contrato firmado. O painel contou ainda com Alessandro Barbosa, gerente da Unidade de Desenvolvimento. O Governo Municipal anunciou que ajudará a capacitar seus potenciais fornecedores locais. “Há um volume imenso investido anualmente na aquisição de materiais e serviços pela Prefeitura. Já existe uma lei complementar que permite conceder vantagens competitivas para os pequenos empresários. A intenção é que boa parte destes recursos fique com os empresários da cidade, porque o interesse é gerar riqueza e novas oportunidades de trabalho, emprego e renda”, completou Christian.

ntercâmbio

Os setores de compras, suprimentos e contratos das grandes empresas estiveram presentes ao Museu de Congonhas para atenderem empreendedores interessados em fazer negócios e trocarem experiências. O proprietário do Restaurante O Tropeiro e de uma grande cozinha industrial na praça Bandeirantes, Afonso Luiz de Assis, acompanhou alguns painéis e aproveitou para estreitar o relacionamento com clientes e tentar novos contatos. “Forneço refeições para a Ferrous, para a Ferro +, para terceirizadas delas e da VALE. São duas mil refeições diárias destinadas somente para a mineração. O Fórum serviu para muita troca de ideias e de informações. Congonhas precisa muito disso, meu filho que está mais ligado a essas coisas acredita muito na atual política de desenvolvimento econômico que está sendo desenvolvida em Congonhas”, afirmou.

O engenheiro civil e pesquisador da Universidade Federal de Itajubá, Daniel Carlos Ribeiro, desenvolveu um sistema que monitora a estaticidade das barragens e, que agora, está se transformando em uma startup. Ele e estudantes da universidade apresentaram o trabalho durante o fórum aos potenciais clientes. “Foi muito importante estar aqui, pois fizemos contatos com como a CSN, a Vale, a Ferrous e o IFMG. Já marcamos reuniões para apresentar o nosso sistema, que tem três nichos de mercado: as mineradoras, órgãos fiscalizadores e a comunidade, representada pela Prefeitura. Viemos com a intenção de atrair o interesse desses nichos. O sistema pode passar informações sobre a segurança das barragens direto para o Município, o que vai acalmar e trazer tranquilidade para a Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e comunidade”, destacou.

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