A Orquestra de Câmara de Ouro Branco promove nos dias 24 e 25 junho, mais três apresentações da série de concertos que realiza por Minas Gerais no Circuito Cultural 2017. O grupo pertencente à Casa de Música de Ouro Branco, iniciativa apoiada pela Gerdau, se apresentará no dia 24 (sábado), às 20h, na Capela de Santana da Fazenda Pé do Morro, em Ouro Branco, e no dia 25 (domingo), às 11h, na Fundação de Educação Artística, em Belo Horizonte, e às 20h, no Teatro Municipal – Casa da Ópera, em Ouro Preto.

Com regência de Marcos Silva Santos, a Orquestra de Câmara de Ouro Branco executa um repertório desafiador, composto integralmente por danças. O concerto será norteado pela relação entre a música e a dança. “Em muitas culturas, ambas as expressões são designadas pelo mesmo termo. A escolha por tal eixo temático permite a elaboração de um programa transversal, que tangencia diferentes períodos da história da música, bem como explora coloridos sonoros específicos de diversas partes do globo”, explica o regente.

Abertura do concerto será com “Polka”, retirada da coleção de partituras russas “Les Vendredis” (“As sextas-feiras”), um raro caso de composição colaborativa entre três russos: Nikolay Sokolov, Alexander Glazunov e Anatoly Liadov. Em seguida será executado a Valsa, segundo movimento da Serenata para Cordas Op. 22, uma das mais conhecidas obras do checo Antonin Dvorak.
Na sequência, a orquestra apresenta St. Paul`s Suite, do inglês Gustav Holst. A peça seguinte do repertório é Romanian Folk Dances, Sz. 68, do húngaro Béla Bartók. O encerramento fica por conta do tango “Tres Minutos com la Realidad”, do argentino Astor Piazzolla. A entrada nos concertos de Ouro Branco e Ouro Preto é gratuita. Na Fundação de Educação Artística, em Belo Horizonte, as entradas custam R$ 10 (meia) e R$ 20 (inteira).


Orquestra de Câmara de Ouro Branco

Criada em 2001, a Orquestra de Câmara de Ouro Branco é formada por cerca de 20 alunos das oficinas de instrumentos da Casa de Música de Ouro Branco. Desde então, vem realizando diversos concertos em Ouro Branco e nas cidades da Estrada Real, dentro do Projeto Circuito Cultural, com o patrocínio da Gerdau, por meio das Leis Federal e Estadual de Incentivo à Cultura.

Um dos objetivos da Orquestra jovem é valorizar e incentivar a composição contemporânea de música erudita. Em 2005, a Orquestra estreou as primeiras obras comissionadas, escritas pelos compositores Calimério Soares, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Ernani Aguiar, Ronaldo Cadeu e Oiliam Lanna. Em 2007, outras três obras foram estreadas. As obras foram compostas por Rufo Herrera, Avelar Jr. e Nelson Salomé. A Orquestra de Câmara de Ouro Branco tem como regente titular o Maestro Charles Roussin.


Casa de Música de Ouro Branco

A Casa de Música foi criada em 2001 por um grupo de professores e pais de alunos. A entidade tem como principais objetivos promover a difusão e a divulgação do acesso à música, criar alternativas de inserção e incentivar o intercâmbio cultural e a carreira de jovens músicos.

Em 2016 a Casa de Música de Ouro Branco, projeto que conta com o patrocínio da Gerdau por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, atendeu cerca de 200 alunos que participaram de concertos, festivais e recitais em Ouro Branco e outras cidades de Minas Gerais.

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Com olhos atentos e celulares bem posicionados, para não perder nenhum registro, crianças e adultos encheram o auditório do Museu de Congonhas para prestigiar o concerto da Orquestra Jovem de Divinópolis (OJD), no início das celebrações dos 260 anos ao Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas. Clássicos da música erudita foram apresentados sob a regência do maestro Adailton Correia na programação, que contou ainda com o espetáculo de lançamento do álbum “Paixão e Fé”, de Túlio Mourão e Titane, na frente da Basílica.

Os músicos estão percorrendo vários municípios mineiros com o projeto “Orquestra para a Comunidade”, e Congonhas foi uma das cidades escolhidas para receber a apresentação. “Aqui é uma cidade apaixonante e este museu é maravilhoso, então decidimos trazer o grupo não somente para apresentar, mas para conhecer esse patrimônio tão rico. Ficamos muito felizes com a receptividade e por saber que a nossa apresentação integra a programação preparada com muito carinho pela cidade para comemorar a devoção ao Bom Jesus. É um privilégio!”, explicou a coordenadora da orquestra Franciane Curi. Os músicos fizeram uma visita guiada ao Museu de Congonhas antes da apresentação.

Música erudita marca o início das comemorações dos 260 anos de devoção ao Bom Jesus em Congonhas



A congonhense Virgínia Reis, cantora e estudante de Música na Universidade Federal de São João Del Rei, fez questão de prestigiar o concerto. “A música erudita ainda não é muito acessível no Brasil, então esses eventos que o Museu promove são muito importantes principalmente por serem gratuitos. Esta é uma oportunidade das pessoas se aproximarem e conhecerem mais esse tipo de música, mostrando uma abordagem cultural diferente da música apresentada pela mídia. Eu adorei a apresentação”, afirmou a cantora.

O público ouviu os clássicos Ode à Alegria (Sinfonia 9 de Beethoven) e “Gabriel’s Oboé” (Ennio Morricone), “Habanera” (Opera Carmen), além do tema do filme Star Wars (John Williams). O maestro Adailton Correia ficou surpreso com o grande público presente à apresentação. “Estamos honrados pois em plena quinta-feira à tarde encontramos este espaço tão cheio. Muito obrigado. Agora estão dispensados!”, brincou o maestro ao final da apresentação enquanto eram presenteados com uma grande salva de palmas pelo público que permanecia de pé.

Música erudita marca o início das comemorações dos 260 anos de devoção ao Bom Jesus em Congonhas


A orquestra

Desde 2013 jovens de 7 a 21 anos são formados pelo projeto sociocultural que deu origem a Orquestra Jovem de Divinópolis. Os músicos são selecionados e preparados com aulas teóricas e práticas, além das atividades complementares que incluem visitas a museus, espaços culturais e concertos sinfônicos, ampliando assim o universo cultural desses jovens. Segundo a coordenadora Franciane, “o objetivo é formar uma orquestra de qualidade para a cidade de Divinópolis e assim tornar acessível a música erudita para a comunidade”. O projeto, desenvolvido com recursos do Fundo Estadual de Cultura, já percorreu também os municípios de Itapecerica, Bom Despacho e São Gonçalo do Pará. O próximo destino é a cidade de Carmo do Cajuru.

Música erudita marca o início das comemorações dos 260 anos de devoção ao Bom Jesus em Congonhas


Comemorações

Eventos da cidade que se destacam em Minas e no Brasil, como a Semana Santa, o Festival da Quitanda e o próprio Jubileu – este realizado anualmente entre 7 e 14 de setembro – , também lembrarão o início do cumprimento da promessa de Feliciano Mendes. Curado de grave doença, inicia, em 1757, a construção de uma capela onde coloca um oratório para o recolhimento de donativos destinados àquela obra. Esta é a origem da devoção que tornou Congonhas um lugar de fé e devoção singular para todo Brasil.

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A Orquestra Jovem de Divinópolis (OJD) tem levado para vários municípios mineiros o projeto “Orquestra para a Comunidade”. O objetivo é viajar pelo estado levando música erudita de graça. O concerto em Congonhas está marcado para esta quinta-feira, 19, às 16h, no Museu de Congonhas.

A “Cidade dos Profetas” foi escolhida devido a importância cultural. O Museu de Congonhas está localizado ao lado da Basílica do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, considerada Patrimônio Cultural Mundial pela UNESCO. O prédio interpreta de forma moderna e única no país, o complexo que é referência na história Barroca. Turistas do mundo inteiro visitam Congonhas para ver de perto os 12 Profetas de Aleijadinho e a pintura de Mestre Ataíde, que pode ser admirada no teto do Santuário.

A apresentação da Orquestra Jovem de Divinópolis faz parte da abertura da celebração dos 260 anos de devoção a Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas, uma das maiores manifestações religiosas de Minas Gerais.
O projeto “Orquestra para a Comunidade” já passou por Itapecerica, Bom Despacho, Divinópolis e São Gonçalo do Pará, na região Centro-Oeste. O repertório vai do tema de Star Wars (John Williams) à Habanera (Opera Carmen), passando por Ode à Alegria (Sinfonia 9 de Beethoven) e Gabriel’s Oboé (Ennio Morricone).

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Orquestra Jovem de Divinópolis

O projeto nasceu em 2013, a partir de amigos que acreditam que a música pode mudar a vida das pessoas. São oferecidas bolsas de estudo a jovens de 7 a 21 anos, disponibilizando atividades de percepção musical, classes de instrumento (violino, viola, violoncelo e baixo acústico), prática de conjunto/orquestra e atividades de apreciação musical, além das atividades complementares que incluem visitas a museus, espaços culturais e concertos sinfônicos, ampliando assim o universo cultural desses jovens.


Complexo Turístico de Congonhas

O Museu de Congonhas é o primeiro "museu de sítio" do Brasil, oferecendo informações históricas e de contexto que qualificam a visita ao sítio do patrimônio mundial Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. Ele foi incluído no Livro de Tombo de Belas Artes do IPHAN, em 1939, e inscrito na Lista do Patrimônio Cultural Mundial da UNESCO, em 1985.
O Museu é voltado tanto para os que buscam o turismo cultural quanto para aqueles que procuram o turismo religioso, pois se alinha com as modernas tendências de promoção da qualificação urbana associada à vocação histórica da cidade de Congonhas.

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Orquestra Jovem de Divinópolis participa quinta, dia 19, 16h, no Museu de Congonhas, da abertura das comemorações dos 260 anos da origem da devoção ao Bom Jesus de Matosinhos. Entrada gratuita. Não percam!

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No dia 14 de julho, a Orquestra de Ouro Preto e o músico Alceu Valença se apresentarão em Itabirito com o espetáculo Valencianas. O concerto é gratuito, conta com patrocínio da Gerdau, e integra a programação oficial do Juliefest 2016.

Gravado ao vivo no Grande Teatro do Palácio das Artes, em Belo Horizonte, Valencianas recria o cancioneiro de Alceu Valença, celebrando seus 40 anos de carreira, com arranjos inéditos de parte significativa de sua obra para a música de concerto.

Fenômeno de vendas, o CD e o DVD Valencianas alcançaram números expressivos. Pouco depois de seu lançamento, chegou a ficar em 6º lugar em download no iTunes mundial e primeiro lugar na categoria MPB, aparecendo também, entre os singles, nos 20 primeiros com La Belle de Jour/Girassol (2º lugar), Anunciação (3º), Tropicana (6º) e Coração Bobo (16º). Nas lojas brasileiras, a venda física continua, com milhares de exemplares vendidos. Com Valencianas, Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto sagraram-se vencedores do Prêmio da Música Brasileira 2015, na categoria melhor álbum de MPB.


Valencianas

As Valencianas foram concebidas tendo como referência à biografia musical de Alceu e explora as particularidades que tornaram a obra do cantor um marco na história da música popular brasileira. Assim, guitarra, violão, baixo elétrico, bateria e percussão dialogam com instrumentos típicos da sonoridade nordestina como sanfona, zabumba, tampa de panela, rabeca e marimbau que, por sua vez, unem-se a uma orquestra de cordas.

A partir dessa miscelânea, canções como Belle Du Jour, Coração Bobo, Tropicana, Anunciação, Sino de Ouro e Porto da Saudade ganharam contornos orquestrais. Destaque também para a Suíte Valenciana, peça composta por referenciais sonoros que buscam revelar o imaginário poético e musical de Alceu. Os arranjos ficaram a cargo do violinista Mateus Freire.

O espetáculo começou a ser preparado em 2010, quando o maestro e o compositor foram apresentados, em Ouro Preto, por um amigo em comum: o editor Paulo Rogério Lage, que há tempos acalentava proporcionar contornos orquestrais ao cancioneiro de seu compadre Alceu.

No verão de 2012, o maestro Rodrigo Toffolo e o arranjador e violinista Mateus Freire foram novamente ao encontro do homenageado, desta vez em Olinda (PE), e voltaram com mais de quarenta músicas na bagagem, sugeridas pelo próprio Alceu. Dentre estas, 13 foram escolhidas para compor o repertório de Valencianas.


Maestro Rodrigo Toffolo

Doutorando em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa, Mestre em Musicologia pelo Departamento de Pós-Graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rodrigo Toffolo é membro fundador e diretor artístico da Orquestra Ouro Preto, assumindo, em 2007 a regência titular do grupo.

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A noite desta quarta-feira, dia 25, será de música e Poesia no Museu Congonhas. Às 19h acontece o concerto da Orquestra do Projeto Garoto Cidadão, e logo depois, às 20h, o Projeto Roteiro de Minas traz ao Museu Congonhas as apresentações de Arnaldo Antunes e Beatriz de Azevedo.

Arnaldo Antunes explora, nesta performance, inúmeras possibilidades rítmicas e entoativas da linguagem poética — fala, berra, canta, entoa ou sussurra, acrescentando, com esses recursos vocais, múltiplas sugestões de sentidos que dialogam com os poemas em si.

A poeta e compositora Beatriz Azevedo, que tem parcerias com Augusto de Campos, Hilda Hilst, entre outros escritores, apresenta canções criadas a partir de poemas de Oswald de Andrade e Raul Bopp. Essas composições musicais integram os últimos discos da artista, "antroPOPhagia ao vivo em Nova York" e "Alegria", lançados pela Biscoito Fino no Brasil e Discmedi na Europa. Beatriz Azevedo (Voz e Violão), estará no palco com Ana Clara Horta (Voz e Violão), Angelo Ursini (Clarineta, Flautas, Sax) e Maurício Calmon (Teclado).


SERVIÇO

• Dia 25: às 19h
Apreciação dos Grupos de Cordas, Sopros e Orff do Projeto Garoto Cidadão-Fundação CSN - (resultado das oficinas de Masterclass)
Sinopse: Alunos do projeto estarão no Museu de Congonhas com os resultados de suas experimentações artísticas.

• Dias 25: 20h
Roteiro das Minas: Oficinas + Espetáculo com Arnaldo Antunes e Beatriz Azevedo.
Sinopse: A passagem dos modernistas em Minas, em 1924, foi um divisor para a cultura brasileira. Artistas contemporâneos se inspiram naquele momento na criação de espetáculos exclusivos para o Museu de Congonhas.

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Para saber mais informações sobre a apresentação ou disponibilidade de ingressos entre em contato com o Museu pelos telefones (31) 3731-3979 o (31) 3731-3230

Informações: Museu de Congonhas

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A apresentação contou com a participação do bandoneonista e compositor argentino, radicado no Brasil, Rufo Herrera, que exibirá a paisagem sonora de Buenos Aires com os tangos “El Choclo”, “Libertango” e La Cumparsita. Flertando com outras paisagens sonoras, destaque ainda para “Suíte St. Paul”, de G. Holst (1874 – 1934), “Mini concerto para cordas” de Cláudio Santoro (1919 – 1989).

Um dos compromissos da Orquestra Ouro Preto é o comprometimento com a Música Brasileira. Esta prioridade se materializa, antes de tudo, face ao rico patrimônio imaterial brasileiro – a música da Escola Mineira de Compositores. Parte indissociável da história brasileira, a cidade de Ouro Preto, “Patrimônio Cultural da Humanidade”, tem sua história ligada ao esplendor do ouro no Século XVIII. A música feita nesta época é trabalho de pesquisa, restauração e execução, tarefa que a Orquestra Ouro Preto vem desenvolvendo desde sua formação.

Outra vertente da Orquestra diz respeito à execução dos clássicos estrangeiros. Obras de artistas clássicos como Albinoni, Bach, Haydn, Leroy Andersen, Tchaikovsky, entre outros, aparecem regularmente nos repertórios apresentados pelo grupo. Trabalhos com artistas populares nacionais e internacionais também é foco de interesse da Orquestra Ouro Preto. Além da parceria com o artista Alceu Valença, a Orquestra realizou parcerias com artistas importantes do cenário musical brasileiro, como Antônio Nóbrega e Fernanda Takai. Além disso, criou, no ano de 2012 e circula até hoje, com o Concerto Orquestra Ouro Preto - The Beatles, sucesso de público e crítica.


Maestro Rodrigo Toffolo

Doutorando em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa, Mestre em Musicologia pelo Departamento de Pós-Graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rodrigo Toffolo é membro fundador e diretor artístico da Orquestra Ouro Preto, assumindo, em 2007 a regência titular do grupo.

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A Orquestra de Câmara de Ouro Branco dá continuidade à série de concertos que realiza por Minas Gerais no Circuito Cultural 2016. Dia 22 de maio, domingo, o grupo se apresenta duas vezes: às 11h na Fundação de Educação Artística, em Belo Horizonte; e às 20h na Igreja da Sagrada Família, em Ouro Branco.

Com regência de Marcos Silva Santos, a Orquestra de Câmara de Ouro Branco escolheu um repertório diversificado.

A primeira peça escolhida foi a Sinfonia 27, em Sol Maior, de Joseph Haydn, em três movimentos - Allegro molto, Andante: siciliano, e Finale: Presto. Haydn foi um dos mais importantes compositores do período clássico e personifica o chamado "classicismo vienense" ao lado de Wolfgang Amadeus Mozart e Ludwig van Beethoven. Em seguida, o programa traz Simple Symphony, de Benjamin Britten (1913 – 1976), compositor, maestro e pianista britânico. A estreia da obra foi em 1934 em Norwich, com o próprio compositor conduzindo uma orquestra amadora. A composição é baseada em oito temas, dois por movimento, que Britten escreveu durante sua juventude e pelos quais ele tinha certa predileção.

A partir desse ponto, a Orquestra de Câmara de Ouro Branco apresenta obras que mostram diferentes aspectos da música brasileira. A primeira é Cordel No. 1 “A Saga do Corisco”, do compositor Liduino Pitombeira, nascido no Ceará, em 1962. Pitombeira tem um catálogo de 104 obras, dentre as quais duas sinfonias, uma ópera, três concertos e diversas formações instrumentais e corais. No Ceará, atuou como professor da Universidade Estadual do Ceará. Reside nos EUA desde 1998, é Ph.D. em Composição pela Universidade de Louisiana, onde leciona atualmente como professor visitante. O encerramento do concerto será com Ponteio, de Claudio Santoro (1919 – 1989). A peça, para orquestra de cordas, foi composta em 1953. “Cláudio Santoro foi um típico compositor brasileiro do século XX: foi ativo, prolífico, teve uma vida movimentada, daquelas que talvez merecessem até filme, e uma produção das mais ricas, com um catálogo de mais de 500 itens que abrangeu as mais diversas áreas, da ópera à música de câmera, incluindo música sinfônica, vocal, instrumental e eletroacústica”, escreveu o crítico musical Irineu Franco Perpetuo.

Orquestra de Câmara de Ouro Branco

Criada em 2001, a Orquestra de Câmara de Ouro Branco é formada por cerca de 20 alunos das oficinas de instrumentos da Casa de Música de Ouro Branco. Desde então, vem realizando diversos concertos em Ouro Branco e nas cidades da Estrada Real, dentro do Projeto Circuito Cultural, com o patrocínio da Gerdau, por meio das Leis Federal e Estadual de Incentivo à Cultura.

Um dos objetivos da Orquestra jovem é valorizar e incentivar a composição contemporânea de música erudita. Em 2005, a Orquestra estreou as primeiras obras comissionadas, escritas pelos compositores Calimério Soares, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Ernani Aguiar, Ronaldo Cadeu e Oiliam Lanna. Em 2007, outras três obras foram estreadas. As obras foram compostas por Rufo Herrera, Avelar Jr. e Nelson Salomé. A Orquestra de Câmara de Ouro Branco tem como regente titular o Maestro Charles Roussin.


SERVIÇO

Concertos da Orquestra de Câmara de Ouro Branco
Regência: Marcos Silva Santos
22 de maio - domingo

Horário: 11h
Ingressos: meia- R$10,00 e inteira-R$20,00.
Local: Fundação de Educação Artística (rua Gonçalves Dias, 320, bairro Funcionários, Belo Horizonte)

Horário: 20h
Local: Igreja da Sagrada Família (rua Amintas Jaques de Morais, 820, bairro Pioneiros, Ouro Branco)

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