lunos dos 6°, 7º, 8º e 9º ano das escolas municipais participaram, entre outubro e novembro, do Concurso de Paródias Musicais “Pense globalmente, aja localmente”, promovido pelo Programa de Educação Ambiental – PEA da CSN Mineração, da Fundação CSN, em parceria com a Secretária Municipal de Educação (SME). A premiação foi realizada na terça-feira, 12 de dezembro de 2017, no Museu de Congonhas, onde foram premiados os 10 finalistas e os três vencedores.

O concurso teve como objetivos estimular a reflexão sobre as boas práticas que podem ser tomadas a fim de garantir um meio ambiente mais saudável e instigar o desenvolvimento de habilidades artísticas por meio da construção de uma paródia abordando o tema “Pense globalmente, aja localmente”.

O concurso foi dividido em dois momentos: na primeira fase do concurso, os trabalhos foram classificados por escola. O melhor trabalho de cada escola foi classificado para a fase final. Nesta, os classificados por escola concorreram entre si.

Os alunos classificados em primeiro lugar de cada escola foram premiados com um Vídeo Game Portátil e os professores orientadores premiados com uma smart tv.

Vencedores:

1° Lugar Geral – Prêmio: um notebook

Maycon Henrique Santos Rocha, aluno da E. M. Rosália Andrade da Glória

Professora orientadora: Celaine Faria Martins

A escola E. M. Rosália Andrade da Glória, foi premiada com uma Smart TV 32 Polegadas.

2° Lugar Geral – Prêmio: um tablet para cada aluna

Jaine de Freitas Alencar e Maria Gabriela Pereira dos Santos, alunas da E. M. José Monteiro de Castro

Professora orientadora: Maria Cristina da Cunha Matosinhos

3° Lugar Geral – Prêmio: uma bicicleta

Iago Vinícius de Oliveira Matos, aluno da E. M. Judith Augusta Ferreira

Professora orientadora: Cíntia Alexandre

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A comunidade do Pires conta, agora, com um espaço dedicado aos amantes da literatura. Na manhã desta terça-feira, 12, foi inaugurada a Biblioteca Comunitária Rosa Batista de Moraes, uma homenagem feita à primeira professora do Barnabé. Localizado no TeleCentro Comunitário do bairro, o local foi reformado e equipado, em uma parceria entre, a Vale, por meio da Fundação Vale, a Sabic, e a Prefeitura de Congonhas.

Participaram da cerimônia a secretária municipal de Cultura, Míriam Palhares, o secretário adjunto de Educação, Thales Gonçalves, a diretora de Diretora da Biblioteca Djalama Andrade, Cristiane Melo, a diretora da E.M. Sr. Odorico Martinho da Silva, Simone Araújo Rodrigues Portela, o gerente de operações da Vale, Marco Conegundes, e o gerente de Projetos Sociais da Fundação Vale, Marcos Reys, e a escritora brasileira,  Sônia Rosa.

Os jovens do grupo de Hip Hop do projeto Reciclando Vidas se apresentaram. A escritora brasileira,  Sonia Rosa, participou de uma roda de conversa com a comunidade. Com cerca de 40 livros voltados para a literatura infantil, a autora debateu sobre sua trajetória como educadora e escritora, e leu algumas de suas obras, entre elas: “Cadê Clarice?”, “Lá vai o Rui…”, “Como é bonito o pé do Igor”, “A Manta” e “Capoeira”. A auxiliar de biblioteca, Júnia Ferreira, também contou histórias.

A secretária municipal de Cultura, Míriam Palhares, parabenizou a comunidade por receber a Biblioteca Comunitária Rosa Batista de Moraes. “Hoje é um momento único. Nós, que fazemos cultura, nos emocionamos. O que a Vale, a Sabic e a Prefeitura estão proporcionando hoje para a comunidade do Pires é de uma beleza ímpar. A comunidade ganha muito, a cultura ganha muito, Congonhas ganha muito. Parabenizo todos os moradores do Pires, porque vocês ganharam um tesouro. O maior tesouro que temos é a leitura e o conhecimento”, completou.

O gerente de operações da Vale, Marco Conegundes observou que a Vale incentiva a cultura na região. “Procuramos estar próximos das cidades onde atuamos. Temos certeza de que essa Biblioteca contribuirá muito para as pessoas. Temos a certeza de que esse espaço irá incentivar as crianças a ler”, destacou.

Rosa Batista de Moraes

Dona Rosa Batista de Moraes lecionava em uma casa da família no Barnabé, para alunos do bairro, do Pires e do Campinho. Mãe de três filhos, Maria de F. Apolinário, José D. da Silva e Armando. A. da Silva, Dona Rosa lecionou em casa até os anos 80, quando ficou doente. A escola foi levada pela Prefeitura para o Campo das Flores. Dona Rosa faleceu aos 101 anos em junho de 2015.

Filha da educadora, Maria de Fátima Apolinária, ficou muito feliz com a homenagem: “Sei que, onde minha mãe estiver, ela está muito feliz por estar sendo lembrada. Ela passou conhecimento para muitas pessoas. Sobre a biblioteca, acho uma coisa maravilhosa para se passar para as crianças”, destacou.

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Alunos dos 4º e 5° anos das escolas municipais Jair Elias, Maria Augusta, Engenheiro Oscar Weinschenck, Sr. Odorico Martinho da Silva, Dr. Antônio M. de Souza e Silva, E.M. Dona Caetana Pereira Trindade e Amynthas Jacques de Moraes receberam os certificados de conclusão do Programa Educacional de Resistência às Drogas (PROERD), da Polícia Militar. Três estudantes também foram premiados pelo concurso de redação, que tinha como tema “O que aprendi com o PROERD?”. A solenidade, realizada nessa quinta-feira, 7, na E.M. Engenheiro Oscar Weinschenck, contou com a participação dos estudantes, pais, professoras e diretoras.

Também estiveram presentes o prefeito Zelinho; a secretária municipal de Educação, Maria Aparecida Resende; a coordenadora do Ensino Fundamental, Vanete Cristina da Silva; o comandante do 1° Pelotão da 9ª Cia. Ind. da Polícia Militar, tenente Felipe Rezende; e o assessor especial de Políticas Antidrogas, Dalton Barboza. Durante a cerimônia, a banda do 9° Batalhão da Polícia Militar se apresentou.

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O prefeito Zelinho elogiou o trabalho realizado pela Polícia Militar, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, e destacou o trabalho do Governo Municipal no combate às drogas: “Esse projeto é importante para que vocês, crianças, conheçam o perigo das drogas. Vocês vão crescer com essa mentalidade e tenho certeza de que não vão usar. Vocês agora conhecem o mal que isso faz para vocês, para as famílias e para as pessoas que moram no entorno. Temos uma Assessoria Especial de Políticas Antidrogas que faz o trabalho de prevenção junto à educação e aos centros de referência em assistência social (CRAS). O vício é uma doença que temos que evitar. E vamos evitar com a prevenção, que é o que estamos fazendo aqui”.

A secretária de Educação, Maria Aparecida Resende, elogiou a parceria firmada entre a Prefeitura e a PM. “Como a aluna Ana Luiza disse em sua redação, as nossas escolhas norteiam a nossa vida. É por isso que esse trabalho de combate às drogas é tão importante. Essa integração entre a Polícia Militar e a educação é o que mais queremos. Temos uma parceria de crescimento”, destacou.

O comandante do 1° Pelotão da 9ª Cia. Ind. da Polícia Militar, tenente Felipe Rezende, ressaltou que a PM quer estar cada vez mais presente nas escolas. “Queremos estar mais próximos da nossa juventude, que é o futuro do nosso país. Se não cuidarmos dos nossos jovens não vamos ter sucesso. O PROERD é um método excepcional e fantástico. No futuro, essas crianças vão olhar para esse certificado e sentir orgulho”, disse.

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Concurso de redação

O II Concurso de Redação do PROERD premiou três alunos. O 1° lugar ficou com a aluna da E.M. Sr. Odorico Martinho da Silva, Ana Luiza Santos, que recebeu uma bicicleta.

Quem venceu em 2° lugar foi a estudante da E.M. Amynthas Jacques de Moraes, Melissa de Souza Félix, que ganhou um kit de material escolar completo. Já a 3ª colocada foi a aluna da E.M. Engenheiro Oscar Weinschenck, Aléxia Victória Abreu Santos, que recebeu um livro.
PROERD

O Programa Educacional de Resistência às Drogas (PROERD) é um esforço cooperativo entre a Polícia Militar, a escola e a família, que busca preparar crianças e adolescentes para fazerem escolhas seguras e responsáveis. Por meio de atividades educacionais em sala de aula, são abordadas estratégias adequadas para que os jovens se tornem bons cidadãos e resistam à oferta de drogas e ao apelo da violência. Com ações direcionadas a toda a comunidade escolar e aos pais/responsáveis, o PROERD também promove a inclusão da família no processo educacional e de prevenção.

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O Governo Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SME), investe na inclusão de crianças com deficiência nas escolas municipais, garantindo a todos o direito à educação, com práticas pedagógicas especializadas. No total, Congonhas possui 107 alunos incluídos, que recebem atendimento no Núcleo de Apoio Educacional, têm acesso às salas de recursos multifuncionais e contam com professores de apoio e cuidadores. O 1º Encontro de Inclusão, realizado nessa terça-feira, 5, na E.M. Engenheiro Oscar Weinschenck, debateu o assunto e reuniu toda a comunidade escolar e contou com a participação da professora e intérprete da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), Thays Medeiros. Na data também foi celebrado o Dia Mundial da Acessibilidade.

A secretária municipal de Educação, Maria Aparecida Resende, ressaltou que, entre as cidades da região, Congonhas é a única que oferece atendimento especializado para os alunos incluídos. “Falar de inclusão é fundamental, em uma cidade que prioriza a qualidade de vida. Temos muito o que melhorar e esse é um trabalho que se faz a muitas mãos, com o Governo Municipal, os pais e os profissionais da educação”, completou. A secretária também apresentou a estrutura da rede municipal de ensino, que conta com 33 escolas, sendo que 22 funcionam em tempo integral, e os serviços oferecidos pela SME.

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A Pedagoga do Núcleo de Apoio a Inclusão da Superintendência Regional de Ensino de Conselheiro Lafaiete, Lucimara de São José, elogiou o 1º Encontro de Inclusão, que realizou o debate não só com  os profissionais da educação, mas também com as famílias e com os próprios alunos. Durante sua palestra, ela explicou o que é e como se faz a inclusão nas escolas. “No processo de receber e acolher pessoas com deficiência, não podemos pensar na deficiência em si, em como acolho um cego, surdo, uma pessoa que tenha autismo ou uma deficiência física. Não podemos pensar no geral. Quando pensamos em inclusão temos que pensar na pessoa, não na deficiência”, ressaltou.

Pai de um aluno portador de autismo, Luis Alberto Resende disse que “a inclusão é uma coisa nova. Nós, pais de crianças especiais, professores, educadores, pedagogas, enfim, todas as pessoas envolvidas no sistema de inclusão, estamos fazendo história. Quando meu filho foi diagnosticado com autismo, ele tinha dois anos e meio. Eu tenho muito orgulho do meu filho. Ele não é melhor nem pior que ninguém, é uma criança saudável, alegre e feliz”.

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Atendimento educacional

Além de prestar o Serviço de Apoio à Inclusão, atendendo aos alunos com deficiência incluídos na rede municipal, o Núcleo de Apoio Educacional presta, entre outros, atendimento clínico nas áreas de fonoaudiologia, psicologia e terapia; orientação aos pais e aos profissionais das escolas; atendimentos na área pedagógica; e marcação de exames e consultas médicas. Até outubro deste ano, foram realizados, aproximadamente, 9.500 atendimentos clínicos e pedagógicos.

A coordenadora do Núcleo de Apoio Educacional, Márcia D’el Carmo Rodrigues, ressalta que a SEME trabalha para que a inclusão seja um processo natural não só nas escolas, mas em toda a sociedade. “O processo de inclusão ainda está acontecendo, pois cada aluno possui necessidades diferentes. A todo momento temos que repensar e debater com as escolas. E é esse trabalho de inclusão que almejamos cada vez mais”, completou.

A pedagoga do Núcleo, Marluce Geralda da Costa, também reforçou que a inclusão precisa acontecer, sendo que não se pode partir do princípio de que todas as pessoas possuem as mesmas deficiências e necessidades: “Estamos construindo caminhos. Não existe nada pronto. O trabalho da Secretaria Municipal de Educação e das escolas demonstra isso de maneira muito clara. Estamos aqui para refletir que a inclusão não é só escolar. Em todos os lugares as pessoas precisam de acessibilidade”.

A rede municipal de ensino também conta com 12 salas de recursos multifuncionais e 16 professores em atendimento às 33 escolas da rede. Além disso, são 22 professores de apoio, sendo que dois são intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), e 17 cuidadores.

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Agora, as quitandeiras de Congonhas têm uma identidade visual, que utiliza o símbolo da folha de Congonha e traços do Barroco. A marca, desenvolvida pelos alunos do Laboratório de Experimentações Gráficas (LEGRA) do curso tecnológico em Design Gráfico do UniBH, pode ser aplicada em diversas peças, como aventais, sacolas e cartões. O projeto foi apresentado durante o Circuito Acadêmico da universidade, nessa quarta-feira, 30 de novembro, em Belo Horizonte. O evento contou com a participação das quitandeiras, que levaram suas delícias culinárias, e da equipe da Secretaria Municipal de Cultura. Veja o trabalho aqui.

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Os alunos entre 12 a 17 anos dos núcleos das escolinhas de voleibol da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Sel), com sede no Poliesportivo Central, na Praia, participaram de uma palestra com o tema “Autoestima porque se amar é se cuidar”. Ministrada pela psicóloga Regina de Moura Salles, da Clínica M, da Secretaria Municipal de Saúde, a palestra teve como objetivo provocar os alunos das escolinhas a refletirem acerca dos seus sentimentos perante as dificuldades e dúvidas que ocorrem nesse período tão complexo da vida. Esta foi uma das diversas ações desenvolvidas pelo Programa Congonhas Mais Saudável, da Sel, em consonância com o PESC (Programa de Educação em Sexualidade e Cidadania). Ambos visam a contribuir para a formação do indivíduo crítico, autônomo e participativo.

Segundo a psicóloga Regina, que instigou os alunos com perguntas sobre a realidade deles, a rotina, sonhos e ambições, “a base sentimental do ser humano é formada no primeiro ano de vida, quando ele deve se sentir seguro. A autoestima é o valor que a pessoa dá a si mesma. Com esta elevada, é possível fazer boas escolhas, evitando situações que levem a riscos desnecessários a integridade física, moral ou mental. Com esta base, na adolescência ela poderá viver melhor em família, na escola e nos relacionamentos amorosos. Mas na média infância ou adolescência, é possível recuperar a pessoa de baixa autoestima com um acolhimento adequado. Então traçamos, durante a palestra, um pequeno histórico de como a autoestima se forma ao longo da vida. Quem é bem tratado pela família e na escola tende a se fortalecer”.

A aluna das escolinhas de vôlei da Sel, Ana Luiza, de 13 anos, da Fonte dos Moinhos, e estudante da E. M. Judith Augusta, acompanhou a palestra. “Achei importante, porque tem muitas pessoas que não acreditam em si mesmas. Eu mesma aprendi a ter mais confiança e a me relacionar ainda melhor com a família, com os outros alunos e com os professores”, diz.

Quem também esteve no Poliesportivo foi o ex-atleta das escolinhas de vôlei da Sel, Nelson Sérgio Faria, de 20 anos, mas que ainda atua pela equipe da Prefeitura em competições como o JIMI, apesar de agora jogar pela equipe juvenil do Olímpico, de Belo Horizonte. “Palestras como esta são essenciais para o adolescente, atleta ou não, mas também de grande importância para o que pratica alguma modalidade visando ao alto rendimento, porque este tem ainda outros desafios no dia a dia. Eu tive dificuldades de adaptação no clube. Então a psicóloga de lá me ajudou com isso. Aprendi que quando deixamos nossa casa para buscar um sonho, temos de nos tornar mais profissionais e um pouco menos sentimentais”, testemunhou.

Nelson se diz feliz por saber que, a exemplo do João Cordeiro, que atua no Minas e na Seleção Brasileira Sub 19, é tratado pelo treinador esportivo da Sel, Marcinho, como referência para os alunos das escolinhas de vôlei. “Isso é bom para minha autoestima, mas também para a garotada. Como começamos no mesmo local que eles e com as mesmas orientações, eles também podem trilhar o caminho que nós dois estamos trilhando”, afirma.

Ao final da atividade, o secretário municipal de Esporte e Lazer, José Lúcio de Castro, conversou com os alunos, agradecendo a participação destes nas ações de ambos os programas – escolinhas esportivas e PESC – e o empenho dos servidores de sua pasta para desenvolvê-los. “Os esforços dos servidores e dos alunos, como de suas famílias, fortalecem o trabalho da Sel e a busca por mais atividades em parceria com a equipe multidisciplinar da Prefeitura de Congonhas, melhorando o atendimento ao cidadão”, garantiu o secretário.

O que é e como funcionam os programas?

O Programa “Congonhas Mais Saudável” é uma intervenção do poder público para a prática orientada de atividades físicas (caminhada, ginástica, esporte, etc), dirigidas às pessoas já praticantes e àquelas que pretendem (e devem) iniciar essa prática, levando em consideração a comprovada estreita relação de benefícios das atividades físicas orientadas contra o surgimento, agravamento ou mesmo tratamento de várias doenças. O programa conta com equipe multidisciplinar de profissionais especialistas em áreas a fins, visando a avaliação, informação, supervisão e intervenção nas atividades.

Um objetivo claro da Prefeitura de Congonhas, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, é continuar a aumentar sua gama de parcerias, apoios a eventos das associações de bairro e outras atividades da área de esporte, lazer e recreação, sempre com fins de trabalhar intensamente para a formação de cidadãos críticos e agentes capazes de transformação social e contribuir ainda para que a população tenha uma adequada qualidade de vida.

Programa de Educação em Sexualidade e Cidadania (PESC) – A Prefeitura de Congonhas, por meio das secretarias de Saúde, Esporte e Lazer, Desenvolvimento e Assistência Social e Educação, desenvolve o Programa, que é uma proposta pública de programa de atividades orientadas, de caráter educativo e participativo, e que tem por meta promover o desenvolvimento dos jovens nos aspectos humano, familiar, social, educacional e desportivo. O programa é desenvolvido no Município há mais de 10 anos. Em junho de 2012, entrou em vigor a Lei 3193, que institui a Política Municipal para a Juventude que criou o PESC, em consonância com as legislações federal e estadual vigentes.

A gestora do PESC pela SEL, Lúcia Farinha, explica que , “a SEL, por meio do Programa Congonhas Mais Saudável e PESC, promove oficinas como as de modalidades esportivas e participa dos Mini–Encontro Municipal de Adolescentes (Mini-EMA), contando com a participação dos alunos e levando a estes o conhecimento acerca das modalidades esportivas; palestras informativas e de orientação a respeito da prática esportiva e outros assuntos relacionados; aulão de dança e alongamento; e intercâmbio de jogos. Desde 2017, a SEL conta com mais uma atividade nos Programas que são as intervenções nas escolinhas de esportes”.


As atividades ocorrem conforme agenda das demais secretarias envolvidas. Estão em atividade treze núcleos de escolinhas de esporte ativos em várias regiões do município, com aulas de 50 minutos que acontecem duas vezes por semana.

Crianças e jovens interessados em participar das escolinhas de esporte devem procurar a Secretaria de Esporte e Lazer, à Praça Olímpica João Baeta, s/nº, na Praia, ou ligarem para o telefone: 3731-4374.

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Mais de 200 alunos de dez escolas de Congonhas participaram com muita animação e criatividade neste sábado, 23, da Gincana dos Museus, que incluiu provas de conhecimento, redação, apresentação de rap e algumas provas relâmpago.

Os alunos percorreram vários trajetos para o cumprimento das tarefas como o Museu de Congonhas, da Imagem e Memória e o Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos. A Gincana teve realização do Educativo do Museu de Congonhas e apoio da CSN. O evento encerrou a 11ª Primavera dos Museus, que contou com uma vasta programação durante toda a semana.

Cada equipe foi identificada com o nome de um profeta de Aleijadinho. Os premiados foram: 1º lugar: Daniel (Escola Municipal José Monteiro de Castro), 2º lugar: Jeremias (Escola Municipal Dom João Muniz) e 3º lugar: Naum (Escola Municipal Rosália Andrade da Glória). O primeiro lugar foi premiado com uma viagem ao Museu Inhotim e os outros dois com um passeio ao Parque Ecológico da Cachoeira.

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Nesse momento em que o país vive um momento de turbulências políticas e econômicas, é importante investir no patriotismo e no amor ao Brasil. Resgatar o respeito à Bandeira, que é o seu símbolo mais reconhecido, e o sentimento de patriotismo, forma atitudes de respeito aos símbolos nacionais, desenvolve a compreensão do passado histórico e dá o significado de ser brasileiro, além de despertar ainda mais em nossas crianças o entendimento de se pertencer a uma pátria. 

Nesse contexto, a Polícia Militar está desenvolvendo ações cívicas com a participação de alunos da rede de ensino municipal e estadual de Congonhas, durante o segundo semestre de 2017, despertando nos alunos o ideal de civismo e o amor à pátria.

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A primeira ação cívica aconteceu no dia 10 de agosto de 2017, na sede da Unidade, com a participação dos alunos do 4º ano da Escola Estadual Barão de Congonhas, onde foram recebidos pela atual Chefe da Assessoria de Comunicação Organizacional da 9ª Cia PM Ind, 2º Ten PM Paula, e demais Policiais Militares da administração, momento em que a Oficial explanou às crianças sobre a importância do civismo e do amor à pátria.

A professora Carolina elogiou bastante a iniciativa da Polícia Militar, e lembrou também sobre a importância da interação da PM com a comunidade.

Após cantarem o hino nacional durante o hasteamento das Bandeiras do Brasil, de Minas Gerais e do Município de Congonhas na área externa da 9ª Cia PM Ind, foi servido um delicioso lanche aos alunos e, acompanhados por um militar, puderam conhecer as viaturas policiais e fazer algumas fotos. Foi um momento de muita alegria aos alunos.

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Nesse momento em que o país vive um momento de turbulências políticas e econômicas, é importante investir no patriotismo e no amor ao Brasil. Resgatar o respeito à Bandeira, que é o seu símbolo mais reconhecido, e o sentimento de patriotismo, forma atitudes de respeito aos símbolos nacionais, desenvolve a compreensão do passado histórico e dá o significado de ser brasileiro, além de despertar ainda mais em nossas crianças o entendimento de se pertencer a uma pátria.

Nesse contexto, a Polícia Militar está desenvolvendo ações cívicas com a participação de alunos da rede de ensino municipal e estadual de Congonhas, durante o segundo semestre de 2017, despertando nos alunos o ideal de civismo e o amor à pátria.

A primeira ação cívica aconteceu no dia 10 de agosto de 2017, na sede da Unidade, com a participação dos alunos do 4º ano da Escola Estadual Barão de Congonhas, onde foram recebidos pela atual Chefe da Assessoria de Comunicação Organizacional da 9ª Cia PM Ind, 2º Ten PM Paula, e demais Policiais Militares da administração, momento em que a Oficial explanou às crianças sobre a importância do civismo e do amor à pátria.

A professora Carolina elogiou bastante a iniciativa da Polícia Militar, e lembrou também sobre a importância da interação da PM com a comunidade.

Após cantarem o hino nacional durante o hasteamento das Bandeiras do Brasil, de Minas Gerais e do Município de Congonhas na área externa da 9ª Cia PM Ind, foi servido um delicioso lanche aos alunos e, acompanhados por um militar, puderam conhecer as viaturas policiais e fazer algumas fotos. Foi um momento de muita alegria aos alunos.

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Após reunião intermediada pela Prefeitura de Congonhas, por meio do prefeito Zelinho e das secretarias de Educação e de Gestão Urbana, envolvendo ainda a reitoria do IFMG/Campus Congonhas e a Viação Profeta, aconteceu um ajuste no quadro de horários do transporte coletivo para atender alunos e servidores do estabelecimento do ensino, localizado no Campinho, em Congonhas, além dos moradores daquele bairro e do entorno.


Horários ajustados

5h40 – Poliesportivo/Alto Maranhão - antecipado em 05 minutos,
para chegar ao IFMG até as 07:00hs. Antes>05:45.
12h05 do Pires – saída do IFMG retardada em 05 minutos,
para atendimento ao término das aulas de 12h. Antes>12h
16h do Pires – saída do IFMG retardada em 10 minutos,
para atender horário de trabalho terceirizados. Antes >15h50


Tabela de horários para atendimento ao IFMG.

6h35 Viagem inicia às 5h40 – Poliesportivo para Alto Maranhão – Retorna cumprindo o horário de 6h35 da rodoviária para o IFMG.
6h55 Viagem inicia às 6h30 - Poliesportivo para Jardim Profeta – Retorna cumprindo o horário de 6h55 da rodoviária para o IFMG.
7h35 Viagem inicia às 7h15 - Joaquim Murtinho para o centro, cumprindo o horário de 7h35 da rodoviária para o IFMG.
9h50 Saída da rodoviária para o IFMG – atendimento exclusivo.
10h10 Saída do IFMG com itinerário Joaquim Murtinho.
10h50 Viagem inicia às 09h50 – Poliesportivo para o Pires – Retorna cumprindo o horário de 10h50 da rodoviária para o IFMG.
12h05 Saída do IFMG com itinerário Pires.
12h35 Viagem inicia às 11h50 - Poliesportivo para Lobo Leite – Retorna cumprindo o horário de 12h35 da rodoviária para o IFMG.
13h10 Saída do IFMG com itinerário para Lobo Leite.
13h35 Viagem inicia às 12h30 no Poliesportivo para UFSJ. 13h15 saída da UFSJ para o centro – cumprindo o horário de 13h35 da rodoviária para o IFMG.
15h35 Saída do Poliesportivo para IFMG.
16h Saída do IFMG com itinerário Pires.
16h10 Saída da Rodoviária para IFMG.
17h05 Saída do IFMG com itinerário Vila José Marques.
17h10 Viagem inicia às 16h05h - Poliesportivo para Pires – Retorna cumprindo o horário de 17h10 rodoviária para IFMG.
17h40 Saída do IFMG com itinerário Pires.
17h40 Viagem inicia às 16h20 - Poliesportivo para Pequeri – Retorna cumprindo o horário de 17h40 da rodoviária para o IFMG.
18h10 Viagem inicia às 17:30h na rodoviária para o Dom Oscar – Retorna do Dom Oscar com destino ao IFMG, circulando no centro aproximadamente entre 18h10 e 18h20 para o IFMG.
18h35 Viagem inicia às 17h15 – Poliesportivo – Retorna cumprindo o horário de 18:35h da rodoviária para o IFMG.
18h55 Saída do IFMG com itinerário Pequeri.
19h35 Saída do IFMG com itinerário Pires.
20h20 Saída da rodoviária para IFMG.
21h Saída do IFMG com itinerário Pequeri.
22h35 Viagem inicia às 22h20 na rodoviária para o Dom Oscar – (via IFMG), saindo do IFMG às 22:35h.
22h50 Saída do IFMG com itinerário Pequeri.


Entre os dias 3 e 6 de julho, cerca de 100 alunos das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) de Congonhas, Ouro Branco, Conselheiro Lafaiete e Ouro Preto participaram da décima edição da Semana Especial Gerdau Germinar. A iniciativa contou ainda com a participação de 29 colaboradores voluntários da Gerdau.

Os alunos com necessidades especiais e seus educadores passaram o dia no Biocentro Gerdau Germinar e participaram de dinâmicas diferenciadas e adaptadas para eles. A programação das crianças, adolescentes e adultos incluiu integração, trilha ambiental, filme, apresentações de talentos, quadrilha e atividades de artesanato e reutilização de materiais. Durante todas essas ações são trabalhados temas como sustentabilidade e meio ambiente.

De acordo com a analista de Desenvolvimento Ambiental do Programa Gerdau Germinar, Fernanda Montebrune, as visitas promovem momentos de interação dos alunos com o meio ambiente por meio de atividades lúdicas preparadas especialmente para eles. “A Semana Especial gerou uma melhoria das visitas técnicas dos alunos portadores de necessidades especiais. Por isso, desenvolvemos um roteiro adequado e adaptado para que os alunos aprendam e aproveitem mais essa oportunidade”.

A Semana Especial Gerdau Germinar é realizada anualmente pelo Programa Gerdau Germinar e recebe alunos de instituições de ensino da região de Ouro Branco. Ações de educação como essa fazem parte do foco de atuação da Gerdau, que também apoia iniciativas voltadas para mobilização voluntária e qualidade em gestão.

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