O Governo Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SME), investe na inclusão de crianças com deficiência nas escolas municipais, garantindo a todos o direito à educação, com práticas pedagógicas especializadas. No total, Congonhas possui 107 alunos incluídos, que recebem atendimento no Núcleo de Apoio Educacional, têm acesso às salas de recursos multifuncionais e contam com professores de apoio e cuidadores. O 1º Encontro de Inclusão, realizado nessa terça-feira, 5, na E.M. Engenheiro Oscar Weinschenck, debateu o assunto e reuniu toda a comunidade escolar e contou com a participação da professora e intérprete da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), Thays Medeiros. Na data também foi celebrado o Dia Mundial da Acessibilidade.

A secretária municipal de Educação, Maria Aparecida Resende, ressaltou que, entre as cidades da região, Congonhas é a única que oferece atendimento especializado para os alunos incluídos. “Falar de inclusão é fundamental, em uma cidade que prioriza a qualidade de vida. Temos muito o que melhorar e esse é um trabalho que se faz a muitas mãos, com o Governo Municipal, os pais e os profissionais da educação”, completou. A secretária também apresentou a estrutura da rede municipal de ensino, que conta com 33 escolas, sendo que 22 funcionam em tempo integral, e os serviços oferecidos pela SME.

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A Pedagoga do Núcleo de Apoio a Inclusão da Superintendência Regional de Ensino de Conselheiro Lafaiete, Lucimara de São José, elogiou o 1º Encontro de Inclusão, que realizou o debate não só com  os profissionais da educação, mas também com as famílias e com os próprios alunos. Durante sua palestra, ela explicou o que é e como se faz a inclusão nas escolas. “No processo de receber e acolher pessoas com deficiência, não podemos pensar na deficiência em si, em como acolho um cego, surdo, uma pessoa que tenha autismo ou uma deficiência física. Não podemos pensar no geral. Quando pensamos em inclusão temos que pensar na pessoa, não na deficiência”, ressaltou.

Pai de um aluno portador de autismo, Luis Alberto Resende disse que “a inclusão é uma coisa nova. Nós, pais de crianças especiais, professores, educadores, pedagogas, enfim, todas as pessoas envolvidas no sistema de inclusão, estamos fazendo história. Quando meu filho foi diagnosticado com autismo, ele tinha dois anos e meio. Eu tenho muito orgulho do meu filho. Ele não é melhor nem pior que ninguém, é uma criança saudável, alegre e feliz”.

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Atendimento educacional

Além de prestar o Serviço de Apoio à Inclusão, atendendo aos alunos com deficiência incluídos na rede municipal, o Núcleo de Apoio Educacional presta, entre outros, atendimento clínico nas áreas de fonoaudiologia, psicologia e terapia; orientação aos pais e aos profissionais das escolas; atendimentos na área pedagógica; e marcação de exames e consultas médicas. Até outubro deste ano, foram realizados, aproximadamente, 9.500 atendimentos clínicos e pedagógicos.

A coordenadora do Núcleo de Apoio Educacional, Márcia D’el Carmo Rodrigues, ressalta que a SEME trabalha para que a inclusão seja um processo natural não só nas escolas, mas em toda a sociedade. “O processo de inclusão ainda está acontecendo, pois cada aluno possui necessidades diferentes. A todo momento temos que repensar e debater com as escolas. E é esse trabalho de inclusão que almejamos cada vez mais”, completou.

A pedagoga do Núcleo, Marluce Geralda da Costa, também reforçou que a inclusão precisa acontecer, sendo que não se pode partir do princípio de que todas as pessoas possuem as mesmas deficiências e necessidades: “Estamos construindo caminhos. Não existe nada pronto. O trabalho da Secretaria Municipal de Educação e das escolas demonstra isso de maneira muito clara. Estamos aqui para refletir que a inclusão não é só escolar. Em todos os lugares as pessoas precisam de acessibilidade”.

A rede municipal de ensino também conta com 12 salas de recursos multifuncionais e 16 professores em atendimento às 33 escolas da rede. Além disso, são 22 professores de apoio, sendo que dois são intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), e 17 cuidadores.

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Cidade de devoção e fé, Congonhas possui uma das festas religiosas mais tradicionais do Brasil: o Jubileu do Senhor Bom Jesus de Matosinhos. Para celebrar os 260 anos da origem da devoção ao Senhor Bom Jesus, a Secretaria Municipal de Educação desenvolveu o projeto “Jubileu da Educação: Fé, Feira e Festa”, que contou com a participação das 32 escolas da rede municipal. O som das violas, a fé e devoção, o vai e vem de pessoas e a comercialização de produtos artesanais e gastronômicos tomaram conta da Praça JK, na manhã deste sábado, 18, em uma representação fiel do Jubileu do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.

De março a novembro deste ano, as instituições de ensino do Município desenvolveram ações para resgatar os aspectos culturais e históricos do Jubileu do Senhor Bom Jesus de Matosinhos. O resultado pode ser visto durante as apresentações de música e teatro e nos trabalhos artísticos que ficaram expostos ao público.

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Os alunos se caracterizaram para representar figuras conhecidas da festa, como os romeiros, as ciganas e os líderes religiosos. A estudante e membro do grêmio estudantil da E.M. José Monteiro de Castro, Ana Beatriz Santos, 12 anos, foi uma das romeiras do grupo que homenageou os Romeiros de Carmópolis. Para ela, o projeto foi uma boa experiência. “Aprendemos muito sobre o Jubileu. Fomos ao Museu de Congonhas e aprendemos sobre os Romeiros de Carmópolis. Eles começaram em um grupo pequeno, com 17 romeiros, e a gora são 172. Eles caminham 172 km para pagar uma promessa”, conta.

Quem também se caracterizou para retratar a devoção dos fiéis foi o aluno da E.M. Dona Caetana Pereira Trindade, João Vitor Resende, 13 anos. Ele explica: “Estamos representando os povos antigos que vinham para o Jubileu pagar promessas. As pessoas acreditavam muito e vinham de muitos lugares, até mesmo a pé”.

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A Roda de Violeiros não ficou de fora: não foram só os alunos que tocaram e animaram o Jubileu da Educação com músicas tradicionais, os músicos que se apresentam todo ano durante o Jubileu do Senhor Bom Jesus de Matosinhos também compareceram. Figura presente há anos no Jubileu de Congonhas, o violeiro Cizinho Pereira de Oliveira elogiou a iniciativa: “Agradeço aos profissionais que fizeram essa festa maravilhosa. É um orgulho para nós vermos essas crianças presentes, fazendo apresentações. É um momento muito criativo e fortalece a cultura brasileira”.

Moradora da Basílica, Juvenice Valéria Araújo, acompanhou a filha Júlia Emanuele, que estuda na E.M. Fortunata de Freitas Junqueira. “É um trabalho muito bom, pois os alunos interagem. Também desperta o interesse pela cultura e literatura. Está bem fiel ao Jubileu. E essa festa está sendo resgatada pelos alunos”, destaca.

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Valor pedagógico

A secretária municipal de Educação, Maria Aparecida Resende, explica que um dos temas transversais do currículo escolar é a Educação Patrimonial. “Pudemos trabalhar a importância do Jubileu para Congonhas, seja no aspecto religioso, econômico, social e cultural. Existem pessoas de longe e de outras cidades que esperam essa festa todo ano e as pessoas daqui também têm a mesma expectativa. Tivemos o cuidado de trabalhar essa questão respeitando as diversidades religiosas. Ao fazer esse projeto nas escolas, também queríamos que ele atingisse a população, uma das razões para fazermos esse evento na Praça JK”, completa.

A E.M. Dona Maria Castanheira, do Campinho, abordou a história da Santa Cruz, que foi confeccionada pelos alunos. A supervisora Antonela Arges explica que essa é uma tradição da comunidade. “Todas as turmas participaram da confecção. Todas elas tiveram palestras sobre a Santa Cruz. Foi bom porque os alunos aprimoraram a habilidade manual e adquiriram conhecimento”, diz.

As professoras da E.M. Dr. Antônio Moreira de Souza, do Pequeri, Adriana Aparecida Mendes e Vânia Maria de Resende contam que o Jubileu da Educação “Foi um projeto muito rico e importante para desenvolver a parte cultural com os alunos. Os estudantes tiveram muito interesse a participação, ficaram bem envolvidos no trabalho”.

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Vem aí o “Jubileu da Educação: fé, feira e festa”, uma homenagem aos 260 anos da origem da devoção e fé ao Senhor Bom Jesus de Matosinhos.

O projeto, promovido pelo Governo Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Educação, envolveu as 32 escolas da rede municipal de ensino em ações que valorizam o patrimônio local.

O resultado desse trabalho será uma grande festa: neste sábado, 18, a Praça JK irá se transformar no Jubileu do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, com participação de toda a comunidade escolar. Das 8h às 12h, a população poderá prestigiar uma programação especial, que conta com apresentações culturais, exposição de trabalhos artesanais e outros produtos.

Em reconhecimento à identidade, à diversidade e ao aspecto histórico-cultural do Jubileu do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, durante o ano foram desenvolvidas ações interdisciplinares que resgataram os aspectos dessa festa, uma das maiores peregrinações religiosas do Brasil. Além disso, os alunos fizeram atividades relacionadas à música, artesanato, teatro, desenhos, entre outras.

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A peça mostra os divertidos agentes de trânsito passando pelas mais diversas situações, como as imprudências cometidas por motoristas e pedestres, desrespeito às leis de trânsito e conflitos causados pela falta de controle emocional. Com um enredo cativante e muito interativo, a apresentação traz uma reflexão sobre os cuidados necessários para um trânsito mais seguro.

“Faremos apresentações em diversas escolas municipais e estaduais nas cidades que vamos visitar nessa temporada. Graças ao apoio do Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura, podemos levar cultura e entretenimento para crianças e jovens de diferentes idades”, explica o diretor da Ciência Divertida, Júlio Martinez.


Preocupante / Interessante

“Em 100% dos atropelamentos e abalroamentos envolvendo os nossos trens, está presente o fator comportamental das pessoas, como a imprudência, por exemplo. Para mudar essa realidade, nada melhor do que trabalharmos o tema com as crianças e, assim, promovermos uma cultura de segurança perante a ferrovia desde cedo”, revela Verônica Mageste, especialista em Relações Institucionais da MRS Logística.


Confira o cronograma das apresentações em Congonhas:

Data: 28 de setembro
Horário: 14h e 15h30
Local: Escola João Narciso
Endereço: R. Aparecida, S/N – Joaquim Murtinho

Data: 29 de setembro
Horário: 13h
Local: Escola Municipal Augusto Silva
Endereço: R. Dr. Vitorino, S/N – Vila São Vicente

Data: 29 de setembro
Horário: 15h30
Local: Escola Municipal Maria Batista de Jesus
Endereço: R. Santa Cecília, S/N – Vila José Marques

Data: 02 de outubro
Horário: 8h
Local: Escola Municipal Amynthas Lima Guimarães
Endereço: Rua José Rocha, S/N – Lobo Leite


Sobre o projeto Teatro Diverte Viajante

Projeto que leva conhecimento através do teatro para crianças e adolescentes em todo Brasil. Idealizado e realizado pela Ciência Divertida, empresa líder em atividades científicas interativas para crianças e adolescentes de 4 a 17 anos, o Diverte Teatro Viajante começou este ano sua programação em 20 de março e já tem apresentações confirmadas em mais de 60 escolas pelo Brasil em 2017. Em seu terceiro ano de atuação, o projeto conta com o apoio da Lei Rouanet e do ProAC – ICMS (Programa de Ação Cultural da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo).

Mais informações: www.diverteteatroviajante.com.br / Telefones (19) 3299-2835 e (19) 3327-7210.

Fonte: Fato Real

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Debaixo de um céu azul e um sol reluzente, grupos, escolas e entidades desfilaram pela avenida JK, no tradicional desfile de 7 de Setembro. Centenas de pessoas de todas as idades participaram da homenagem ao Dia da Independência que, este ano, teve como tema "Educação, nosso maior patrimônio".

Os hinos do Brasil e de Congonhas foram entoados pela Orquestra Jovem da Secretaria Municipal de Educação (SME), pelo Projeto Arte na Escola. A banda Nossa Senhora d'Ajuda também abrilhantou o evento. As bandeiras do Brasil, de Minas Gerais e de Congonhas foram hasteadas pelo prefeito Zelinho, o presidente da Câmara Municipal, Advar Geraldo Barbosa, e pelo o comandante da 9ª Companhia de PM Independente, major Jardel Eduardo da Silva. Diversas autoridades, vereadores, secretários municipais participaram da solenidade, conduzida pelo vice-prefeito Arnaldo Osório.



O prefeito Zelinho, além de destacar o Dia da Independência, deu boas vindas aos romeiros e comerciantes que chegam à cidade para o Jubileu do Senhor Bom Jesus de Matosinhos. Também ressaltou as conquistas do Governo Municipal nas áreas de educação e saúde. “Congonhas comemora o Dia da Pátria, mas também comemora o início do Jubileu, a maior festa religiosa de Minas Gerais. Um abraço a todos os romeiros e àqueles que vêm comerciar suas mercadorias. Nossa cidade tem que comemorar mais um Dia da Pátria por tudo que fizemos com apoio do Legislativo, dos secretários municipais e do povo. Na área da educação, são 23 escolas de horário integral. Temos o Arte na Escola, como vimos durante o desfile. Estamos construindo duas creches no Jardim Profeta e no Alvorada. Nosso foco foi na educação e na saúde. Estamos entregando sete unidades de saúde. Vamos dar início em outubro à construção do CTI do Hospital Bom Jesus. A população de Congonhas tem sido grande parceira", completou.



Durante toda a manhã, diversos grupos, escolas e entidades passaram pela avenida JK. A novidade este ano foi a participação dos Grêmios Estudantis. Os estudantes desfilaram carregando bandeiras de cada escola municipal, acompanhados dos alunos do projeto Arte na Escola. Desfilaram, ainda, os grupos da Melhor Idade POP - Poente Prateado e Renascer, Demolay, Interact, Rotaract, Casa da Amizade, Rotary Club, Grupo Escoteiro Cidade dos Profetas, Escola Estadual Lamartine de Freitas, Centro de Educação Tecnológica (CET), a Associação dos Muladeiros de Congonhas e os Cavaleiros de Congonhas.




O tradicional Grito dos Excluídos, formado por centenas de fiéis e trabalhadores, também participou do Desfile Cívico. Mais de 60 veículos também passaram pela avenida, com a participação do Clube dos Autos Antigos de Congonhas, Clube do Quadrado, Clube Opaleiros de Congonhas, Jeeprofetas, Steel Goose e MotoGroup.

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No último dia 24, um estudante de 15 anos não gostou de ter seu celular recolhido pelo professor de uma escola municipal de Pouso Alegre, no Sul de Minas, e tentou matar a diretora a facadas. Por sorte, a vítima se feriu apenas nas mãos quando tentava defender-se. Apesar de parecer extremo, esse tipo de caso é comum em escolas de Minas Gerais. Segundo dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), foram 9.805 infrações contra pessoas registradas em unidades de ensino no ano passado – média de 26,8 por dia. Em 2015, foram 10.196 crimes desse tipo, 27,9 situações diariamente.

Os números se tornam ainda mais alarmantes diante do resultado da pesquisa Repensar o Ensino Médio, que mostrou que, para 85,5% dos estudantes ouvidos, a segurança é o atributo mais relevante do ensino médio hoje. O levantamento foi divulgado no mês passado pela ONG Movimento Todos Pela Educação e recolheu a opinião de 1.551 jovens de todo o país, entre 15 e 19 anos, nas redes pública e privada. A segurança também aparece como o segundo ponto menos satisfatório dessa etapa da educação, atrás apenas dos laboratórios de informática.

A segurança no ambiente escolar leva em consideração tanto a violência externa quanto os atritos gerados dentro das unidades, como explica a coordenadora de Articulação e Mobilização do Todos Pela Educação, Carolina Fernandes. Ela destaca que assaltos e sequestros na saída das escolas são alguns exemplos, mas brigas entre alunos, entre estudantes e professores e até casos de bullying são considerados. “Com relação à segurança externa, é importante um trabalho com a segurança pública, mas não é só ela. O ideal é que todas as áreas trabalhem com a educação”, destaca.

Para a especialista, a segurança dentro da escola parte de um maior acolhimento dos alunos nas rotinas da instituição. “É importante que eles se sintam parte desse espaço. Que eles possam conversar, que se sintam parte da escola. E, com eles contribuindo, a segurança interna teria muito mais valor”, afirma.

Prevenção. Para tentar lidar com situações como a registrada em Pouso Alegre, a Secretaria de Estado de Educação, responsável pelo ensino médio, desenvolve o Plano de Convivência Democrática nas Escolas. “As superintendências de ensino e a Coordenadoria de Direitos Humanos buscam entender os diferentes tipos de violências na escola, inclusive a da própria escola, discutindo até mesmo o bullying”, diz a superintendente de Desenvolvimento do Ensino Médio da Secretaria de Estado de Educação (SEE), Cecília Resende.

Segundo ela, um sistema eletrônico de registros está sendo desenvolvido, no qual as próprias instituições catalogarão e repassarão casos de violência ao governo pela internet de forma periódica. “Nós não podemos tratar tudo como caso de polícia. O combate à violência parte muito mais de uma discussão, de um reconhecimento dessa situação. E o Plano de Convivência Democrática vem trazer esse olhar”, pondera Cecília.
Estatística. Os dados da Sesp incluem registros de infrações consumadas contra a pessoa, feitas pelas polícias Civil e Militar e pelos bombeiros, em instituições públicas e particulares.

SAIBA MAIS
Mais importantes. Segundo a pesquisa Repensar o Ensino Médio, além da segurança, os atributos mais relevantes do ensino médio são atenção às pessoas com deficiência (83,1%), professores sempre presentes (81,3%) e boa infraestrutura (81,2%).

Insatisfação. Os cinco itens menos satisfatórios apontados pelos jovens entrevistados foram aulas de informática (54,6%), segurança (29,6%), atenção às pessoas com deficiência (28,8%), comprometimento dos alunos (28,6%) e boa infraestrutura (28,4%).

Pouso Alegre. De acordo com a Superintendência de Ensino do município, o jovem que tentou matar a diretora da escola, de 54 anos, tem envolvimento com drogas. O Conselho Tutelar foi acionado, e o jovem foi apreendido.

Fonte: O Tempo

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O Governo Municipal, por meio da Secretaria de Educação, em parceria com empresa Ferrous trazem a Biblioteca Ambiental Itinerante para crianças da Educação Infantil com o Projeto “Árvore das Letras“. A Biblioteca tem o formato de uma árvore e vai ficar durante três semanas em dez escolas da cidade. Nesta segunda-feira, 5 de junho, dia Mundial do Meio Ambiente, as Escolas Municipais Conceição Lima Guimarães e Maria Augusta Monteiro receberam a biblioteca com a apresentação dos contadores de histórias “Tião e Tonho” que animaram as crianças com temas relacionados a leitura e meio ambiente.

A Biblioteca Ambiental Itinerante circulará por dez escolas municipais beneficiando 52 profissionais, entre professores, pedagogos e auxiliares de Biblioteca, e aproximadamente 800 alunos da Educação Infantil da rede municipal de ensino.



Na última sexta-feira, 2, professores, diretores e pedagogos da rede municipal de ensino participaram de um treinamento na Casa do Professor com o objetivo de trabalhar com os alunos de 5 e 6 anos da Educação Infantil a temática da Biblioteca Itinerante. Durante o curso ministrado pela empresa Ângulo Social, contratada pela Ferrous, foram repassadas técnicas de contação de histórias e produção de fantoches.

O encerramento da Biblioteca Itinerante em cada escola contará com uma mostra de diferentes produções (desenhos, músicas, poesias, etc) dos alunos e o relato dos professores sobre o desenvolvimento do projeto.

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Apenas duas em cada 10 escolas estaduais com educação em período integral estão com repasses de recursos destinados à alimentação dos alunos em dia. Em dificuldades com a merenda, educadores de algumas unidades vêm apelando para campanhas com vaquinhas virtuais ou até têm tirado recursos do próprio bolso para suprir a obrigação do do governo. Segundo a Secretaria de Estado de Educação (SES), as escolas integrais reúnem aproximadamente 144,5 mil estudantes e o atraso de fato existe, mas há expectativa de normalização.

Uma das instituições em dificuldades é Escola Estadual Expedicionário Geraldo Baêta, em Entre Rios de Minas (Região Central). Para tentar contornar o problema, profissionais da unidade lançaram na página do Facebook da instituição uma campanha para arrecadar alimentos não perecíveis para almoço e lanche dos estudantes da rede integral.

“Está difícil. Mas muitos pais de muitos alunos são agricultores e estão nos ajudando”, disse uma funcionária da escola. A situação incomoda outras instituições no estado. Segundo a Secretaria de Educação (SEE), 2.128 escolas desenvolvem ações de educação integral e, até a semana passada, apenas 20% estavam recebendo os recursos. “Para as demais unidades, os termos para pagamento estão sendo gerados e a verba começa a ser repassada nos próximos dias”, prometeu a SES.

No caso da Geraldo Baêta, a secretaria acrescentou que a previsão era de que os pagamentos fossem iniciados até o fim desta semana. “A verba para custeio da alimentação escolar dos estudantes das escolas estaduais que participam das ações de educação integral em Minas Gerais são provenientes do governo federal, via Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e do governo do estado, que repassa um aporte para complementar o recurso de alimentação para os alunos da educação integral”, detalhou a secretaria, em nota.

Diretores reclamam que a primeira verba já deveria ter sido depositada. Contudo, segundo a secretaria estadual, a greve ocorrida no início do ano prejudicou o trabalho. “No segundo semestre do ano passado também houve atraso”, disse o diretor de uma escola da Grande BH, que afirma ter tirado dinheiro do bolso para contribuir com a alimentação dos alunos.

Enquanto a situação não se regulariza, é o que têm feito também outros dirigentes no estado para bancar alimentação dos estudantes. É o caso de uma escola no Campo das Vertentes, na qual o dirigente desembolsou R$ 50 para comprar um pouco de linguiça para incrementar o feijão consumido pelos alunos. “Tive de pagar também R$ 22 para comprar pilhas para controles de televisores nas salas de aula”, acrescentou ele, que prefere não revelar sua identidade, por ter um cargo comissionado.

Em outra escola, a diretora informou que há pouca reserva na despensa e, caso os repasses financeiros demorem, alguma medida terá de ser adotada para conseguir recursos. “O que não podemos é deixar os alunos sem alimentação. Mas ainda não sabemos o que fazer para conseguir a verba”, disse uma profissional da instituição.

A secretaria informou que o valor destinado à alimentação da educação integral é definido por número de estudantes atendidos em cada unidade e que o recurso repassado pelo FNDE, por dia letivo, por aluno da educação integral, é de R$ 1,07. A parcela do estado pode chegar a R$ 1,20. “O repasse às caixas escolares é realizado normalmente em 10 parcelas”, informou. (PHL)

Fonte: Estado de Minas

Publicado em Regional

Segundo o Sindicato Metabade Inconfidentes as quatro escolas estaduais da cidade de Congonhas estão em Greve. Os trabalhadores da educação reivindicam o Piso Nacional da Educação e exigem que o governo do estado pare de enrolar a categoria e cumpra com suas promessas. No entanto, a greve é também contra a Reforma da Previdência, que na prática vai tirar o direito de todos os trabalhadores à aposentadoria.

O Sindicato declara todo apoio à greve dos professores da rede estadual de Congonhas.


A cerimônia de entrega do Prêmio Mérito Pedagógico “Paulo Freire” foi uma noite de muita emoção e sentimento de dever cumprido para os professores da rede municipal de ensino de Congonhas.

Os autores dos projetos de destaque desenvolvidos nas escolas este ano levaram para casa um cheque de R$ 4mil e foram homenageados com um scrapbook personalizado. Todos os professores inscritos no prêmio foram reconhecidos com um troféu.

O evento, realizado na Escola Municipal Dona Maria de Oliveira Castanheira, na noite da última sexta-feira, 2, contou com a presença do prefeito Zelinho, da secretária de Educação, Maria Aparecida Resende, e o adjunto, Tales Gonçalves, dos vereadores Rodolfo Gonzaga e Adivar Barbosa, alunos, professores, familiares e amigos dos homenageados.

Na cerimônia foram apresentados 29 projetos dos professores que lecionam em 21 escolas municipais. Estes trabalhos foram analisados por uma banca formada por profissionais da Educação e deles foram selecionados os vencedores.

Na categoria Educação Infantil, o 1º lugar ficou com a professora Flávia Daniele de Freitas, da E. M. Rosália Andrade da Glória, com o projeto "Crianças de hoje, sementes do amanhã". “As crianças aprenderam sobre as plantas e como elas nascem. Vi também uma oportunidade de ensinar sobre alimentação saudável. Assim plantamos sementes de hortaliças, como o alface, nas escolas. Já foi uma vitória muita grande conseguir ensinar as crianças a cuidarem melhor da saúde e ainda ganhar esse prémio. É bom demais!”, disse Daniele.

Na categoria Anos Iniciais aconteceu um inédito empate técnico e as professoras Alice Rodrigues Vieira, da E. M. Dona Caetana Pereira Trindade e Gislaine Grace do Nascimento, da E. M. Padre Jacinto Pinheiro dividiram o 1º lugar com os projetos "Princesas negras em cordéis" e "Cantaletrando: Compartilhando Saberes e Alegria", respectivamente. “Poucas pessoas conhecem a história das princesas negras e eu quis que as crianças pudessem conhecer essa parte da cultura negra cheia de cor e felicidade. Não tenho palavras pra escrever a emoção de ter meu trabalho reconhecido”, afirmou Alice Rodrigues.

Já na categoria Anos Finais, o 1º lugar ficou com Khalmel Gabriel Lima de Oliveira, da E. M. Rosália Andrade da Glória, com o projeto "Olimpíadas E. M. Rosália Andrade da Glória: Vivenciado a alegria do esforço". “Não posso deixar de agradecer a toda a equipe Rosália Andrade por terem abraçado meu projeto e tornado essa intervenção um marco na vida dos nossos estudantes. Tenho certeza de que o legado esperado foi deixado para esses jovens. No momento da premiação, me lembrei do ano que iniciei minha jornada na escola. Muitos desses jovens, ainda crianças, se propuseram a me entender, e eu me propus a aprender com eles. O resultado não podia ser diferente: os cinco anos mais fantásticos da minha vida profissional!”, escreveu Khalmel em uma rede social.

A professora Adriana Conceição Santana Fonseca, da E. M. Nossa Senhora d’Ajuda, do distrito do Alto Maranhão, também foi homenageada na cerimônia, por ser uma das 50 finalistas, entre 4.200 inscritos de todo país da 19ª edição do Prêmio Educador Nota 10, com o projeto “A Nascente sob nossas mãos: preservar e revitalizar”.

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