Paroquianos da matriz de Nossa Senhora da Conceição de Congonhas estão celebrando as festividades em honra a padroeira daquela comunidade. Todos os dias a imagem de Nossa Senhora da Conceição está sendo acolhida em uma comunidade e as celebrações estão ocorrendo na área externa da igreja às 7h e 19h.

No dia 08 de dezembro, feriado municipal dedicado a Nossa Senhora da Conceição em Congonhas, haverá celebração eucarística às 7h e 10h. Às 18h, procissão com a imagem de Nossa Senhora da Conceição saindo do santuário do Bom Jesus em direção a matrz. Em seguida, celebração eucarística.

O padre Paulo Barbosa, pároco da matriz frisou que a festa contra com grande participação da comunidade e envolve as pastorais e movimentos religiosos. Após a novena está acontecendo apresentações culturais com movimento de barraquinhas em prol da construção da igreja do Divino Espírito Santo, em Casa de Pedra.

Ao contrário de Conselheiro Lafaiete, em Congonhas não haverá funcionamento do comércio no dia 08 de dezembro.

Fonte: Lafaiete

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A Diretoria de Trânsito informa que a Praça Sete de Setembro, na Matriz, ficará interditada a partir desta segunda-feira, 27, às 8h, até o dia 10 de dezembro. O bloqueio será realizado para a festa da Padroeira, que começa na quarta-feira, 29.

Veículos leves poderão circular pela Praça Dom Silvério, no trecho que fica atrás da Igreja da Matriz de Nossa Senhora da Conceição.


O Departamento de Trânsito, por meio de seu Departamento Operacional, informa que o tráfego de veículos será interditado neste domingo, 6, das 18h às 21h, na Praça Sete de Setembro, para realização da Santa Missa Campal.

O trânsito será liberado para veículos no trecho que liga as praças Sete de Setembro e Dom Silvério, atrás da Igreja da Matriz de Nossa Senhora da Conceição.


Em menos de um mês, em 18 de agosto, uma das mais importantes igrejas de Ouro Preto, a Matriz de Nossa Senhora da Conceição, conhecida como Matriz de Antônio Dias, será reaberta aos moradores e visitantes, depois de dois anos de restauração comandada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) das Cidades Históricas.

Se na primeira etapa foi contemplada a parte arquitetônica, na segunda, com licitação assegurada pela autarquia federal para este semestre, será a vez dos elementos artísticos da construção do século 18. Sem dúvida, a obra figura como destaque de 2017 na cidade, berço de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, que está sepultado nesse templo sob o altar de Nossa Senhora da Boa Morte. Conforme estudo recente, o mestre do Barroco nasceu em 1737, portanto há 280 anos, embora a polêmica exista, pois outros historiadores falam em 1730 e 1738.

Para os visitantes, a nova etapa na igreja será oportuna tanto para se conhecer o trabalho dos restauradores como também para ver a intervenção em todos os retábulos da nave e da capela-mor, além de forros e pinturas. Segundo o chefe do escritório do Iphan em Ouro Preto, André Macieira, as portas ficarão abertas durante os serviços, pois a matriz oferece completa segurança. O secretário municipal de Cultura e Patrimônio, Zaqueu Astoni Moreira, aplaude a iniciativa e adianta que toda a programação da Semana Aleijadinho, em novembro, será alusiva aos 280 anos do patrono das artes no país e natural de Ouro Preto, cidade cujo Centro Histórico é reconhecido como Patrimônio da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Segundo estudos, a história da matriz começa por volta de 1699, quando foi elevada, a mando do bandeirante Antônio Dias, uma ermida dedicada a Nossa Senhora da Conceição. Em 1705, instituiu-se a primitiva matriz, sofrendo provavelmente modificações e acréscimos para se adaptar à nova função. O rápido crescimento da população do antigo Arraial de Antônio Dias fez com que os moradores, em 1711, exigissem a construção de um novo templo, o que ocorreu em 1724.

Em 1727, foi iniciada a construção da atual matriz, cujo projeto é atribuído a Manoel Francisco Lisboa, pai de Aleijadinho. Os trabalhos iniciados antes da Matriz do Pilar seguiram em ritmo mais lento até 1756, quando se inicia a talha da capela-mor e posteriormente as obras de pintura e douramento. Os altares da nave são bem mais antigos, podendo incluir, como no caso da Matriz do Pilar, peças remanescentes da primitiva. A decoração interna da nave é atribuída também ao pai de Aleijadinho. Já a talha da capela-mor, a Jerônimo Félix Teixeira e Felipe Vieira, discípulos de Noronha e Xavier de Brito, daí sua afinidade com a Matriz do Pilar.


PESQUISA O ano de nascimento de Aleijadinho sempre despertou polêmica, alguns dizendo que foi em 1730 e outros em 1738. De certeza mesmo, só o da morte, 1814, tanto que em 2014 houve muitas homenagens pelo transcurso do bicentenário. Mergulhado em pesquisa no Brasil e Portugal, o promotor de Justiça e membro do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais Marcos Paulo de Souza Miranda jogou luz sobre o assunto no seu livro Aleijadinho revelado – Estudo histórico sobre Antonio Francisco Lisboa, ao descobrir que foi mesmo em 1737.

Na Matriz de Nossa Senhora da Conceição, em Ouro Preto, Marcos Paulo localizou o registro de nascimento de Antonio Francisco Lisboa, filho da negra forra Isabel. Em entrevista ao Estado de Minas, ele explicou que “os estudiosos certamente procuravam o registro apenas pelo nome do pai, o artífice português Manuel Antonio Lisboa. A questão é que, naquela época, pelo direito canônico, era proibido que constassem do registro os nomes dos pais quando o casal não fosse formalmente casado. Daí só haver o nome da mãe no documento. Além disso, o costume era levar a criança à pia batismal logo após o nascimento.” A única data que se conhecia era a da morte, 18 de novembro, conforme consta do atestado de óbito. É curioso notar, no túmulo, que uma placa traz o sinal de interrogação ao lado do ano de 1738, que seria o do nascimento.

O autor do livro lembrou que a primeira biografia foi escrita em 1858, por Rodrigo José Ferreira Bretas, ex-promotor de Justiça de Ouro Preto. “O trabalho foi publicado no jornal Correio de Minas, 44 anos depois da morte de Aleijadinho. Bretas conversou com dona Joana Lopes, parteira, que foi casada com o filho do artista, Manoel Francisco Lisboa, batizado com o mesmo nome do avô.”

O pai de Aleijadinho, Manoel Francisco Lisboa, nasceu em São José de Odivelas, antes pertencente a Lisboa, Portugal, hoje município autônomo, conforme os levantamentos de Souza Miranda: “O nome de família não é propriamente ‘de Lisboa’, apenas indica a procedência. O pioneiro João Francisco e seus três filhos vieram da capital portuguesa atraídos, no auge da mineração do ouro nas Gerais, pela alta efervescência de construção de igrejas. Era uma família de artífices. Os tios de Aleijadinho, Antonio Francisco Pombal e Francisco Antonio Lisboa, foram exímios entalhadores e atuaram, respectivamente, nas matrizes do Pilar e de Nossa Senhora da Conceição de Antonio Dias”.

Aleijadinho foi aprendiz, oficial e tornou-se mestre, aprendendo a trabalhar com a própria família, pois todos eram do ramo. Em 1760, aos 23 anos, ele começou com sua oficina, embora não fosse um espaço físico, mas um serviço itinerante. De acordo com Souza Miranda, “ele se deslocava para o lugar onde houvesse serviço, tanto que morou em Rio Espera, na Zona da Mata, e Sabará. A equipe dormia geralmente nas casas paroquiais. Outra atividade importante, a exemplo da desempenhada pelo pai, foi a de perito ou ‘louvado’.

Um dos irmãos de Aleijadinho, o padre Félix, seguiu a mesma trilha e se tornou talentoso escultor de peças sacras”. Autor do prefácio do livro, o secretário de estado de Cultura, Angelo Oswaldo, afirma que 1738 continua o ano dado como aceito pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), mas acredita que pode ser dada a largada para os festejos. “Aleijadinho é para se festejar todo dia”, afirma. O ano de 1738 decorre de uma certidão de óbito datada de 18 de novembro de 1814, na qual há a informação de que o homem sepultado teria 76 anos, portanto, nascido em 1738. “Na época do bicentenário, foi formada uma comissão pelo Iphan para estudar a fundo o legado de Aleijadinho, identificar as obras, tirar as dúvidas, mas acho que não evoluiu”, diz o secretário. Ele lamenta que o Museu Aleijadinho, composto pelo acervo das igrejas de Nossa Senhora da Conceição, São Francisco e Mercês de Baixo, em Ouro Preto, não esteja aberto à visitação.

Fonte: Estado de Minas

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O dia 13 de junho de 2017 está marcado na história de Itatiaia (Ouro Branco/MG): a reinauguração da Matriz de Santo Antônio, após dois anos de restauro de seus elementos artísticos e de suas imaginárias. A comunidade, que se uniu para que o restauro acontecesse, esteve presente, prestigiando a cerimônia de reinauguração e a missa que abençoou o templo, presidida por Dom Geraldo Lyrio Rocha, arcebispo de Mariana.

O empenho da comunidade de Itatiaia na promoção do restauro foi exaltado pelas autoridades presentes. Dom Geraldo agradeceu o empenho dos moradores da localidade, ressaltando que a Matriz, além de ser um patrimônio histórico, artístico e cultural, é um patrimônio de fé. Para Célia Corsino, superintendente do Instituto Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Minas Gerais, a restauração capitaneada pela comunidade é exemplo para o País: "O Iphan quer esse trabalho conjunto, porque quando a comunidade não reconhece os seus valores, ela não guarda e não preserva".

Angelo Osvaldo de Araújo Santos, secretário de Cultura de Minas Gerais, também ressaltou o movimento da comunidade de Itatiaia e sua iniciativa em promover o restauro, destacando o patrocínio obtido, pela qualidade do projeto. O prefeito de Ouro Branco, Hélio Márcio Campos, lembrou que a comunidade, antes de conseguir viabilizar o restauro, preservou, da melhor forma possível, a Matriz, com destaque para a senhoras da comunidade que zelaram pelo bem.

Para Wilton Fernandes, presidente da Associação Sócio Cultural Os Bem-Te-Vis, o projeto não termina com a entrega da Matriz restaurada à comunidade. "Agora, precisamos ir atrás das peças que foram roubadas, em 1994. Perdemos 21 peças e só recuperamos três. É um novo esforço conjunto, dos moradores de Itatiaia, dos Bem-Te-Vis, do Ministério Público, do Iphan, para garantir nosso patrimônio de volta", completa.

O restauro

O bem mais precioso de Itatiaia, a Matriz de Santo Antônio, estava precisando de intervenções de restauro. A comunidade se uniu para buscar formas de viabilizar as obras. A construção do projeto, sua aprovação junto aos órgãos responsáveis e a busca por patrocínio foram realizados pelos moradores de Itatiaia, por meio da Associação Sócio Cultural Os Bem-Te-Vis. O projeto previu o restauro dos elementos integrados da Matriz (altares, arco cruzeiro, púlpitos, pia batismal e coro) e das imaginárias, além da reforma do piso e da laminação do telhado, com instalação de sistema de câmeras, alarme e proteção contra incêndios.

O restaurador-chefe, Gilson Ribeiro, iniciou os trabalhos já descobrindo, sob as camadas de repintura dos retábulos colaterais, a pintura original com motivos florais. A limpeza dos altares também revelou peças, que estão expostas em um espaço de referência, dentro da Matriz. A equipe de restauro foi reforçada por Aryanne Félix e Josiane Perucci, duas jovens da comunidade de Itatiaia. Incentivadas pelo trabalho, as duas foram aprovadas no curso de restauro da Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop).

A partir de agora, a comunidade de Itatiaia se ume para um novo trabalho: manter a Matriz em todo o seu esplendor. Para isso, durante o restauro, a equipe técnica promoveu palestras e oficinas de educação patrimonial, com objetivo de formar, nos moradores de Itatiaia, guardiões que vão defender a igreja e promovê-la como exemplo da história de Minas Gerais e da arte barroca do Estado.

Matriz de Santo Antônio – Itatiaia (Ouro Branco/MG)

A Matriz de Itatiaia foi construída na primeira metade do século XVIII por iniciativa das irmandades do Santíssimo Sacramento, Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e São Benedito. Apresenta duas etapas distintas de construção. A parte dos fundos do templo (capela-mor e corredores laterais) foi executada em estrutura de madeira com vedação de pau-a-pique que comprova ser a capela original. A ela foram acrescidas, posteriormente, a atual nave, as torres e o frontão, em pedra. (Fonte: Iphan)

O trabalho de restauro dos bens integrados da Matriz de Santo Antônio foi realizado pela Associação Sócio Cultural Os Bem-Te-Vis, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e com o apoio Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), do Ministério da Cultura (MinC) e do Governo Federal. O projeto contemplou a recuperação do interior da construção e seus elementos artísticos como retábulos, púlpitos, arco-cruzeiro, balaustrada da nave, coro e pia batismal. Também foram contempladas a reforma do assoalho, a instalação de câmeras de segurança, a laminação do telhado e a restauração e conservação do acervo de imaginárias.

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Dia de festa na Cidade dos Profetas na reabertura da Matriz de Nossa Senhora da Conceição, considerado um dos monumentos mais importantes do município e o mais espaçoso dos templos católicos do século 18 em Minas. 

Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 1950, a igreja recebeu recursos de cerca de R$ 1,4 milhão do governo federal, dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) das Cidades Históricas. Trata-se da terceira obra do PAC concluída em Congonhas, sendo as demais a Igreja de Nossa Senhora do Rosário e a requalificação urbanística da Alameda Cidade Matosinhos de Portugal, no entorno do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, reconhecido como patrimônio cultural da humanidade.

“Fui batizada aqui e tenho o nome em homenagem à padroeira. Ficou tudo muito bonito, estou muito feliz. Havia partes muito deterioradas, como o coro. Todos nós temíamos pela segurança das pessoas”, disse a aposentada Maria Imaculada de Oliveira, que sempre participou com a família das missas e demais celebrações no templo.

Segurando o chapéu e muito atento às explicações técnicas, o ministro da eucaristia Raimundo Cordeiro, de 83 anos, se mostrava igualmente contente. “Está uma maravilha. Venho aqui desde menino, muitas vezes chegava a cavalo”, recordou-se Raimundo com os olhos brilhando pela emoção.

Presente à cerimônia realizada em frente da imponente igreja, numa manhã muito ensolarada, com repique de sinos, incenso, água benta e aplausos, a presidente do Iphan, Kátia Bogéa, destacou o comprometimento do município com a preservação do conjunto arquitetônico. “No Brasil, Congonhas e Goiás (GO) são as cidades mais eficientes na execução dos projetos de recuperação dos bens culturais, com trabalho de excelência”. O prefeito Zelinho Cordeiro acrescentou que a municipalidade gastou cerca de R$ 900 mil com os projetos para 10 ações aprovadas pelo Iphan na cidade. No fim de 2015, Congonhas se tornou a primeira cidade no Brasil a implantar uma sinalização interpretativa dentro nos moldes da Unesco, o que resultou em manual de referência para outras localidades.

Eram 11h em ponto quando os sinos da Matriz de Congonhas começaram a tocar em tom festivo. Pouco antes, o Grupo de Câmara da Secretaria Municipal de Educação, do projeto Arte na Escola, apresentou três números. Diante da porta principal com obra de Aleijadinho, em pedra-sabão – arca da aliança, símbolos da eucaristia, anjos barrocos e coroa de Nossa Senhora –, o titular da paróquia, padre Paulo Barbosa, aspergiu água benta, abençoou com o incenso e entrou no templo. O clima foi de muita admiração, com o hino de Nossa Senhora da Conceição e a Ave-Maria saudando a padroeira, moradores e visitantes.

O pároco da Matriz de N. Sra. Da Conceição, Padre Paulo Barbosa, presidiu a bênção de reabertura e reforçou a importância da igreja para a comunidade. "A Matriz evoca a espiritualidade. Parece uma senhora de braços abertos, uma mãe que acolhe seus filhos. Uma igreja que completa a representação da Sagrada Família em Congonhas e de onde se originou a Semana Santa, festa tão tradicional em nossa cidade. Preservar a nossa igreja é cuidar da nossa cultura, da nossa fé e devoção. Somos eternos guardiões dessa obra", completou ao abençoar a Pedra Fundamental de construção da igreja.

Fonte: Estado de Minas e Prefeitura de Congonhas

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Testemunha do barroco mineiro e rico exemplar do Patrimônio Cultural brasileiro, a cidade de Congonhas abre suas portas para receber mais uma de suas igrejas restaurada pelo PAC Cidades Históricas. A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição será agora devolvida para a população após os trabalhos de valorização e conservação dos elementos artísticos de seu interior, que conta com obras de Aleijadinho e Manuel Francisco Lisboa.

Um dos símbolos da arquitetura religiosa no Brasil, a Igreja Matriz, como é conhecida, é a terceira obra do PAC Cidades Históricas concluída em Congonhas. Sua conclusão e entrega à comunidade serão celebradas nesta quinta-feira, dia 30, às 10h, com a presença da presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Kátia Bogéa, do diretor do PAC Cidades Históricas, Robson Antônio de Almeida, do secretário de Infraestrutura Cultural do Ministério da Cultura, Raimundo Benoni, da Superintendente do Iphan/MG, Célia Corsino, e do prefeito de Congonhas, Zelinho Cordeiro.

O projeto de restauração, que contou com investimentos de cerca de R$1,4 milhão do Governo Federal, visou a restituição da integridade física, estética e histórica dos bens artísticos do interior da Igreja Matriz, tais como o retábulo do altar-mor, a tribuna da capela-mor e o Arco do Cruzeiro. Além da preocupação com imunização, reintegração de perdas cromáticas e recomposição de partes faltantes, a obra do PAC Cidades Históricas também observou a valorização do conjunto arquitetônico da Igreja como um todo. Desse modo, realça a riqueza histórica e artística da Matriz, marcada pelo altar de rara beleza e uma das naves mais espaçosas de Minas Gerais.

Tombada individualmente pelo Iphan em 1950, a Igreja Matriz é uma construção do século XVIII, elevada à Paróquia em 1749, três anos após a criação do distrito de Congonhas. A tribuna e a capela-mor, datada de 1764, foi dourada por Manuel Francisco Lisboa. Já o frontispício, com pórtico esculpido, é uma obra de Aleijadinho (Antônio Francisco Lisboa), artista que tornou a cidade de Congonhas mundialmente conhecida pelas imagens esculpidas dos 12 Profetas, sua obra prima, tombado pelo Iphan em 1939 e reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial em 1985.

Altar da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, restaurado pelo PAC Cidades Históricas

PAC Cidades Históricas

Em Minas Gerais, oito cidades foram contempladas com ações do PAC Cidades Históricas. Entre elas, está Congonhas, com dez ações incluídas, sendo a Restauração da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição a terceira a ser concluída. Além dela, já foram concluídas as obras de Restauração da Igreja do Rosário e Requalificação urbanística da Alameda Cidade Matozinhos de Portugal.

O PAC Cidades Históricas está presente em 44 cidades de 20 estados brasileiros, totalizando R$1,6 bilhão em investimentos em 424 ações. O Programa é uma linha exclusiva do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), criada em 2013 para atender os sítios históricos urbanos protegidos pelo Iphan, proporcionando a revitalização das cidades históricas, a restauração dos monumentos e a promoção do patrimônio cultural, com foco no desenvolvimento econômico e social e no suporte às cadeias produtivas locais.

Serviço:

Entrega da obra de Restauração da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição
Data: 30 de março de 2017
Horário: 10h

Publicado em Eventos


Testemunha do barroco mineiro e rico exemplar do Patrimônio Cultural brasileiro, a cidade de Congonhas abre suas portas para receber mais uma de suas igrejas restaurada pelo PAC Cidades Históricas. A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição será agora devolvida para a população após os trabalhos de valorização e conservação dos elementos artísticos de seu interior, que conta com obras de Aleijadinho e Manuel Francisco Lisboa.

Um dos símbolos da arquitetura religiosa no Brasil, a Igreja Matriz, como é conhecida, é a terceira obra do PAC Cidades Históricas concluída em Congonhas. Sua conclusão e entrega à comunidade serão celebradas no dia 30 de março, às 10h, com a presença da presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Kátia Bogéa, do diretor do PAC Cidades Históricas, Robson Antônio de Almeida, do secretário de Infraestrutura Cultural do Ministério da Cultura, Raimundo Benoni, da Superintendente do Iphan/MG, Célia Corsino, e do prefeito de Congonhas, Zelinho Cordeiro.

O projeto de restauração, que contou com investimentos de cerca de R$1,4 milhão do Governo Federal, visou a restituição da integridade física, estética e histórica dos bens artísticos do interior da Igreja Matriz, tais como o retábulo do altar-mor, a tribuna da capela-mor e o Arco do Cruzeiro. Além da preocupação com imunização, reintegração de perdas cromáticas e recomposição de partes faltantes, a obra do PAC Cidades Históricas também observou a valorização do conjunto arquitetônico da Igreja como um todo. Desse modo, realça a riqueza histórica e artística da Matriz, marcada pelo altar de rara beleza e uma das naves mais espaçosas de Minas Gerais.

Tombada individualmente pelo Iphan em 1950, a Igreja Matriz é uma construção do século XVIII, elevada à Paróquia em 1749, três anos após a criação do distrito de Congonhas. A tribuna e a capela-mor, datada de 1764, foi dourada por Manuel Francisco Lisboa. Já o frontispício, com pórtico esculpido, é uma obra de Aleijadinho (Antônio Francisco Lisboa), artista que tornou a cidade de Congonhas mundialmente conhecida pelas imagens esculpidas dos 12 Profetas, sua obra prima, tombado pelo Iphan em 1939 e reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial em 1985.

Altar da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, restaurado pelo PAC Cidades Históricas

PAC Cidades Históricas

Em Minas Gerais, oito cidades foram contempladas com ações do PAC Cidades Históricas. Entre elas, está Congonhas, com dez ações incluídas, sendo a Restauração da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição a terceira a ser concluída. Além dela, já foram concluídas as obras de Restauração da Igreja do Rosário e Requalificação urbanística da Alameda Cidade Matozinhos de Portugal.

O PAC Cidades Históricas está presente em 44 cidades de 20 estados brasileiros, totalizando R$1,6 bilhão em investimentos em 424 ações. O Programa é uma linha exclusiva do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), criada em 2013 para atender os sítios históricos urbanos protegidos pelo Iphan, proporcionando a revitalização das cidades históricas, a restauração dos monumentos e a promoção do patrimônio cultural, com foco no desenvolvimento econômico e social e no suporte às cadeias produtivas locais.

Serviço:

Entrega da obra de Restauração da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição
Data: 30 de março de 2017
Horário: 10h

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A comunidade da Matriz e de toda Congonhas irá celebrar, no dia 25 de março, a conclusão do restauro dos elementos artísticos, do Arco-do-Cruzeiro e do Coro da Igreja Matriz de N. Sra. da Conceição. O projeto foi elaborado pela Arquidiocese de Mariana, revisado pela Prefeitura e o Iphan. Além de garantir a preservação deste bem cultural que possui a maior nave barroca sem coluna do Brasil e obras atribuídas a Aleijadinho e seu pai, Manuel Francisco Lisboa, a obra oferece melhores condições para as atividades religiosas.

Esta é uma das cinco ações do PAC Cidades Históricas, desenvolvido pelo Iphan/MinC, executadas em Congonhas, graças ao trabalho de elaboração de projetos e planilhas, captação de recursos, licitação e fiscalização realizado pelo Governo Municipal.

A Igreja do Rosário e a Alameda das Palmeiras já haviam sido inauguradas. Seguem em execução a restauração dos elementos artísticos da Basílica e a criação do Parque Natural da Romaria.

Outras quatro ações estão em fase de análise de planilhas pelo Iphan em Basílica: as requalificações da Romaria, do Museu de Imagem e Memória, o antigo prédio da Câmara Municipal e do Cine Teatro Leon.

Paralelamente, a Administração Municipal busca financiamento no BNDS para executar a obra deste último, a fim de torna-lo moderno, funcional e confortável.

O Iphan, com auxilio da Prefeitura, começa a elaborar o projeto de estabilização do Adro da Basílica, que o órgão federal executará de forma direta.

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