Diante de informações que traficantes estavam escondendo drogas em uma mata existente no bairro JK em Lafaiete, as polícias Civil e Militar realizaram uma operação nos locais suspeitos, nesta quarta-feira 17/01 tendo encontrado drogas enterradas.

Sob o comando do delegado Daniel Gomes, e dos sargentos PM Luis Felipe ( tático móvel) e Luciano (canil), diversos policiais civis e militares realizaram buscas em pontos de mata ao entorno do bairro Jk.

O canil da PM utilizou um cão farejador que sinalizou o local onde haviam drogas escondidas.

As investigações continuam no intuito de apurar a propriedade da substância entorpecente. O material apreendido foi encaminhado para a delegacia da Polícia Civil.

Fonte: Fato Real

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A região viveu nos últimos dias mudanças na segurança pública. Quase 45 dias após a instalação dos Bombeiros em Congonhas, o Governo do Estado publicou que a 9ª Companhia Independente da Polícia Militar será rebaixada e voltará ao 31º Batalhão de Polícia, em Lafaiete, como já era antes da sua criação em 2014.

Não haverá redução do efetivo, mas apenas uma rearticulação da segurança pública na região. O rebaixamento do status a Cia PM não agradou e a decisão do comando da PM pegou de surpresa os congonhenses e autoridades locais.

Os comandos das cidades de Entre Rios de Minas, Jeceaba, São Brás do Suaçuí, Belo Vale e Moeda, que antes pertenciam a 9ª Cia Independente de Congonhas, passam também a responsabilidade do 31º Batalhão.

O Governo Municipal de Congonhas mantém convênio com a 9ª Cia. Ind. da PM para custear a manutenção dos serviços da corporação, no valor de mais de R$ 220 mil.


Novas mudanças

Outros órgãos de segurança também ganham novos comandantes. Na manhã do próximo dia 10 acontece a passagem de comando 31º Batalhão do Tenente-Coronel Sérgio Henrique Cardoso para o Tenente-Coronel a Fabiano Rocha dos Santos. Na mesma solenidade também a 10ª Companhia Militar Independente do Meio Ambiente e Trânsito passará ao comando do Major Charley Ramos Vidal substituindo Noir Antônio Ferreira Armond.


Bombeiros

Já o comandante da 2ª Companhia de Corpo de Bombeiros de Conselheiro Lafaiete, capitão Ronaldo Rosa de Lima, foi transferido para unidade de Poços de Caldas, no Sul de Minas. Em novembro do ano passado, ele que está há 8 anos prestando serviços em Conselheiro Lafaiete teve a sua transferência assinada pelo Comando Geral do Corpo de Bombeiros, após ter dado declarações em matéria publicada no jornal Estado de Minas sobre a situação da barragem da CSN em Casa de Pedra. Á época ele seria transferido para Barbacena e causou indignação na população que reconheceu o relevante serviço prestado pelo militar no município e na região em várias situações de salvamento. Foi designado para comando da 2ª Companhia de Conselheiro Lafaiete o 1º Tenente Thomás Tassi de Freitas que deixará o 4º Batalhão de Bombeiros Militar de Juiz de Fora.

Fonte: Correio de Minas

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A 9º Cia PM Ind recebeu nesta terça-feira, dia 26, seis novos sargentos concludentes do Curso Especial de Formação de Sargentos (CEFS), realizado na cidade de Juiz de Fora.

Os 3º Sgt PM Júlio Cesar, 3º Sgt PM Leandro e 3º Sgt PM Monteiro atuarão na sede da Unidade, em Congonhas. O 3º Sgt PM Alessandro servirá em Jeceaba, o 3º Sgt PM Ulisses em Desterro de Entre Rios e o 3º Sgt PM Freitas na cidade de Moeda, reforçando o efetivo operacional da Unidade.

Os militares foram recebidos pelo 1º Ten Genival, Sub Comandante da Unidade, acompanhado do 1º Ten Rezende, Comandante do 1º pelotão, além do 2º Ten Belém, Chefe da Seção de Planejamento e Emprego Operacional da 9ª Cia PM Ind. Durante a reunião, os Sargentos receberam as boas vindas e informações relevantes acerca das características das frações onde atuarão.

A 9ª Cia PM Ind tem a honra de receber os novos Sargentos e deseja a todos muito sucesso no exercício da nova função!


A Prefeitura de Congonhas e o Governo do Estado, por meio da 9ª Companhia Ind. da Polícia Militar, firmaram um convênio para pavimentação asfáltica do pátio do Quartel, localizado na Praia. A iniciativa visa a revitalizar a área de 1.400 m², propiciando conforto e segurança à população que procura os serviços prestados pela PM e aos servidores do Estado e do Município que lá trabalham. Serão disponibilizados R$ 43 mil pelo Governo Municipal, que executará o serviço, e 20% deste valor pela corporação, como contrapartida. A Prefeitura disponibilizou à PM este ano, por intermédio de outros convênios, valor estimado de R$ 531.403,97, para cobrir despesas com a manutenção de veículos, combustível, material de escritório, limpeza, além da cessão de seis servidores.

Participaram do ato de assinatura do convênio, nesta terça-feira, 14, o Major Jardel Eduardo da Silva, representando a corporação militar, além do vice Arnaldo Osório, representando o prefeito Zelinho, a chefe de Coordenação Governamental, Marta Bacharel, e os secretários Sandro Cordeiro (Gestão Urbana) e Rosemary Benedito (Obras).

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Segundo Major Eduardo, a obra favorece a quem vai ao Quartel para registrar ocorrência ou solicitar algum outro serviço de segurança pública, por exemplo. “Esta é uma reivindicação antiga da PM. Nosso pátio não era pavimentado, parte dele era revestido de escória, o que causava poeira no período de seca e barro no de chuvoso, por isso esta ação vai nos ajudar muito. Ganhamos também no aspecto visual. A região ficará toda revitalizada, já que a Prefeitura havia recuperado a avenida Alberto Brunelli, o Poliesportivo Central e a praça Olímpica e construiu o prédio da UPA 24h”, lembra.

O Major destaca os esforços do Município para a boa prestação dos serviços de segurança pública pela corporação. “Esta parceria da Prefeitura de Congonhas com a Polícia Militar, do jeito que ela é feita, se não for única, é uma das poucas de Minas Gerais nessa proporção. Muito do que conseguimos fazer em Congonhas é graças a essa disponibilidade e parceria que o Executivo Municipal tem sempre colocado à nossa disposição. Isso é bom para a população, porque, na medida em que a Polícia Militar tem boas condições de trabalho, ela consegue prestar um serviço de melhor qualidade para a população. Acredito que este seja o objetivo final, tanto da PM quanto da Prefeitura, que têm obrigação de zelas pelos cidadãos”, diz.

Já o secretário municipal de Gestão Urbana, Sandro Cordeiro, “esta parceria com a Polícia Militar é um importante passo do Governo Municipal nestes anos todos, valorizando os profissionais, oferecendo melhores condições de trabalho para eles, para que Congonhas seja sempre melhor atendida, com o esforço dedicado da Polícia Militar contra a criminalidade”.

A Polícia Militar oferece como contrapartida a este investimento do Município a ampliação da prestação de serviços ao cidadão; das atividades preventivas, como aplicação de programas voltados para a prevenção ao uso de drogas, como é o caso do PROERD (que forma no dia 7 de dezembro, na E. M. Oscar Veinschenck, cerca de 300 alunos da rede municipal de ensino), e do GEACAR (Grupo Especial para Atenção à Criança e o Adolescente em Situação de Risco); a realização de palestras sobre trânsito, prevenção e combate ao uso de drogas nas escolas e prevenções diversas para idosos e menores, por exemplo.

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A Junta de Serviço Militar de Congonhas informa que a partir de 1º de janeiro de 2017 o Alistamento Militar em todo o Estado de Minas Gerais será feito pelo próprio cidadão acessando o site: www.alistamento.eb.mil.br.

O Alistamento deve ser realizado até 30 junho de 2017, para os jovens nascidos em 1999. Neste site, o cidadão poderá realizar o acompanhamento de todo o processo recebendo em seu celular via SMS e por e-mail a data de comparecimento à Junta Militar.

O serviço funciona à rua Padre Gurgel, nº 8, sala 2 – Centro. Mais informações ligue (31)3731-1300, ramal 1136.


Na última sexta-feira, dia 16, o 3º Sargento da Policia Militar Antônio Augusto Silva, atualmente com seus 104 anos de vida e bem lúcido, morador da Cidade de Congonhas e um dos mais antigos da Gloriosa Polícia Mineira, foi um dos homenageado na comemorações pelo aniversário de 78 anos da emancipação política e administrativa de Congonhas.

A imagem pode conter: 9 pessoas, pessoas em pé e atividades ao ar livre

O Museu de Congonhas sediou a solenidade de outorga da Comenda “Antônio Francisco Lisboa”, o Aleijadinho. Foram agraciadas personalidades que possuem serviços prestados a Congonhas e que tiveram seus nomes escolhidos através de eleição secreta. A honraria foi entregue pelo prefeito Zelinho. O vice-prefeito, Arnaldo Osório, foi o mestre de cerimônia.


Eles representam, em média, 43% do total de desaparecidos em Minas. Mas, mesmo tendo tanta representatividade no universo de pessoas que somem de casa sem deixar pistas, crianças e adolescentes são os menos encontrados pelas autoridades de segurança pública no estado. Dados da Polícia Civil mostram que, das 10.888 pessoas na faixa etária de 0 a 17 anos que sumiram entre 2014 e 4 de julho deste ano, apenas 4.387 foram contabilizadas como encontradas, ou 40,2% dos casos. Na faixa etária adulta, o percentual é de 54% de solução e de 40,9%, entre idosos.

Um dos casos de sumiço de menores que continua desafiando a polícia completou ontem 40 dias sem solução: ainda não há informações sobre o paradeiro da adolescente Ana Paula de Carvalho Lopes, que sumiu em 25 de junho, depois de sair do Condomínio Miguelão, em Nova Lima, na Grande BH, para ir à casa de uma amiga.

O baixo índice de elucidação de casos como esse é alvo de críticas das famílias que sofrem com o desaparecimento de um parente, mas também de especialistas. Para muitos, o problema é resultado da falta de tecnologia, infraestrutura e de profissionais qualificados e em quantidade suficiente para atender à demanda de todo o estado.

No interior de Minas, os inquéritos que tratam desse tipo de ocorrência são investigados por delegacias comuns e apenas a capital tem uma unidade especializada, a Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida (DRPD), dividida em duas delegacias – uma voltada para adultos e outra para menores – que ainda têm a missão de apoiar as unidades do interior.

“O problema é que Minas Gerais é um estado muito grande e precisa de uma estrutura muito maior do que a existente hoje. E, pelo contrário, não há investimento em qualificação, em criação de unidades especializadas, ou mesmo interesse por parte dos policiais”, afirma o pesquisador e coordenador do Núcleo de Estudos Sociopolíticos da PUC Minas, Robson Sávio, também integrante do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

O especialista destaca outros agravantes e explica que crianças e adolescente são frágeis e vulneráveis diante desse tipo de crime. Ele alerta ainda para a existência de uma rede criminosa altamente organizada, motivada por interesses econômicos no sequestro de menores. “São quadrilhas de tráfico de pessoas para comércio de órgãos e tecidos e também para exploração sexual, que levam em consideração a situação de fragilidade dos menores para essas duas modalidades de crime extremamente perversas”, adverte.

Apesar de já considerar que as estatísticas revelam um quadro crítico no que diz respeito à proteção de crianças e adolescentes, o especialista avalia que o cenário é ainda pior. “Para além dos casos notificados, existe um sub-registro expressivo, especialmente no interior e em núcleos familiares em situação de vulnerabilidade social, em que as pessoas têm pouca instrução, o que colabora para que esses dados não apareçam”, diz.

Robson Sávio reforça que, enquanto não for criado um aparato de segurança pública que possa aumentar a elucidação de casos – não só de desaparecimento de menores, mas de pessoas de qualquer faixa etária –, essas redes criminosas vão continuar tendo força. “Sem estrutura, a polícia age nos casos de maior repercussão e quando é motivada. Isso mostra claramente a incapacidade de elucidar os casos. Muitas vezes, é a família quem tem que ficar levando informações à polícia e não o contrário, como deveria ser”, afirma.

À frente da Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida, a delegada Elizabeth de Freitas Assis Rocha confirma que o desaparecimento de crianças e adolescentes é desafiador para a polícia, mas diz que a estatística pode ser comprometida por episódios em que a família não informa à polícia quando o menor retorna para casa. “Muitas vezes, o jovem sai de casa voluntariamente e a família faz o registro de desaparecimento. Mas, quando ele volta ao convívio familiar, os pais não comunicam a localização”, afirma a delegada.

Questionada se não deveria ser responsabilidade da polícia ter acesso a esse tipo de informação, já que a corporação, em tese, está investigando o desaparecimento, a delegada limitou-se a dizer que “os casos são muitos e muitas vezes a polícia trabalha com vários ao mesmo tempo”. “Evidentemente, existem as investigações, mas assim que o adolescente retorna, cabe à família fazer o comunicado para que a investigação seja encerrada”, disse.

Sobre a estrutura especializada para investigação das ocorrências de desaparecimento, a delegada preferiu não comentar o assunto. E esclareceu que, enquanto adultos desaparecem principalmente motivos como uso de álcool e drogas, dificuldades financeiras ou problemas mentais, menores saem de casa sem dar notícia por outras motivações.

“No caso das meninas, o desaparecimento é na maior parte das vezes motivado por conflitos familiares e questões de namoro ou envolvimento com festas, enquanto entre garotos são mais comuns os registros de sumiço por iniciação no mundo do crime, especialmente com o tráfico de drogas”, afirmou.

A delegada ressaltou ainda que a Polícia Civil de Minas trabalha de forma articulada com outros órgãos parceiros e conta ainda com um setor de assistência social e psicologia para atendimento a crianças e adolescentes desaparecidos, assim como às famílias, na tentativa de esclarecer o motivo que resultou no desaparecimento.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a Polícia Civil informou ainda que todas as delegacias de Minas estão aptas a investigar ocorrências de pessoas desaparecidas, que têm apoio também da Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida de BH. De acordo com o último levantamento da instituição, o estado conta com cerca de 12 mil policiais civis efetivos, mas o número oscila em razão de afastamentos e aposentadorias. Segundo a corporação, a partir do próximo mês haverá reforço de mil investigadores que estão em fase final de formação. Esses agentes serão designados para delegacias, de acordo com a necessidade de cada uma.

Sobre suposta existência de uma rede de tráfico de órgãos, considerando os dados existentes desde a fundação da Divisão Especializada, a Polícia Civil sustenta que não há registros capazes de sustentar essa afirmação. Porém, ocorrências de exploração sexual de crianças e adolescentes ainda se manifestam como crime continuado em todo o país, sendo combatidas pela Delegacia Especializada na Localização de Crianças e Adolescentes e pelas forças de segurança pública como um todo.

Ainda segundo a nota, Minas Gerais conta com a Delegacia Virtual, que recebe registros de desaparecimento e de localização via internet, além de sistema informatizado capaz de cruzar dados de registros de desaparecimentos com o banco de dados do Instituto Médico-Legal (IML). O sistema armazena e compara características como idade, data do desaparecimento, cor dos olhos, da pele e tatuagens, entre outros.

Fonte: Estado de Minas

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Aconteceu na manhã dessa quarta-feira, 27/07, no auditório da 9ª Cia PM Ind, em Congonhas,

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Sr. Antônio ingressou na Polícia Militar no dia 21 de maio de 1936. Quando veio para Congonhas, o efetivo era de apenas três militares: um cabo e dois soldados.

Natural de Carandaí, completou 104 anos no dia 1º de junho e, sempre que pode, vai à sede da 9ª Cia PM Ind conversar com os amigos de farda. Sargento Antônio exibe com orgulho sua carteira de Polícia, sendo exemplo pela coragem, vigor e seriedade para todos da PMMG.

No dia 02 de junho, quinta-feira, o Comandante da 9ª Cia PM Ind, Maj Eduardo, junto com o Subcomandante, 1º Ten Genival, fizeram uma vista ao Sargento Antônio, parabenizando por mais um ano de vida e ouvindo dele as histórias da época de caserna.

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