Uma família lafaientese passa por momentos de tensão.  Isso porque Palloma Kerolayne, de 12 anos, saiu de casa ontem, dia 8, por volta de 13:30 horas, do bairro São João  e não retornou e também não deu notícias. Favor entrar em Contato 3198708-3965 Diomara (Mãe) ou 3198848-7078 Pamella (Irmã).


Foi preso nesta segunda-feira, dia 7 de novembro, o homem acusado de matar Matilde da Silva Cruz, de 69 anos. José Luiz da Silva foi preso na cidade de São Paulo, onde estava, em trabalho conjunto com policiais civis de Lafaiete e da capital paulista.

Segundo informações da equipe da Polícia Civil de Conselheiro Lafaiete, que atua no caso desde o dia 18 de setembro, após o recebimento da notícia a respeito do desaparecimento da senhora Matilde, conhecida pelo Dona Matildeapelido de Tidinha (foto), moradora do distrito de São Vicente de Conselheiro Lafaiete, imediatamente a Polícia Civil, por meio da Delegacia Adjunta da Comarca, iniciou investigação, sendo realizadas várias diligências, entre buscas, perícias, oitivas, especialmente no intuito de apurar eventual conduta criminosa. Mesmo com todo o trabalho investigativo as diligências iniciais não foram suficientes à comprovação de crime envolvendo a desaparecida.

No decorrer da apuração no entanto, nas datas de 30 e 31 de outubro surgiram testemunhas relevantes informando que a vítima fora vista no veículo do investigado, em local ermo e muito nervosa, pedindo socorro.

Diante das provas colhidas e mesmo antes da localização do corpo da vítima, a Polícia Civil no dia 01/11/16 representou à Justiça Publica pela decretação da prisão temporária de José Luiz da Silva.

Enquanto a Polícia Civil aguardava manifestação judicial, familiares da vítima localizaram fragmentos de possível ossada humana no dia 04/11/16 nas imediações do local onde a desaparecida fora vista pela última vez por testemunhas em companhia do investigado. A Polícia Civil foi acionada, comparecendo ao local, onde foram realizados os trabalhos periciais e encaminhado o corpo ao Posto Médico Local, que constatou se tratar da vítima Matilde Silva Cruz.

Os exames periciais e o Inquérito Policial serão concluídos nos próximos dias. José Luiz será indiciado pelo crime de homicídio qualificado pelo motivo fútil.

Ainda de acordo com a equipe da Polícia Civil que atua no crime as diligências foram mantidas em sigilo durante o curso das investigações visando não prejudicar os trabalhos da Polícia Judiciária.

Leia mais: Casa de suspeito de assassinar idosa em Lafaiete é incendiada

Fonte: Fato Real

Publicado em Regional

"Eu estou arrasado, muita saudade". Este é desabafo de um homem de 82 anos que não sabe mais onde procurar pela mulher, com quem está casado há 58 anos. No último dia 2, feriado de Finados, Alaíde Ramos Fonseca, de 75 anos, saiu de casa, no Centro de Mariana, na região Central de Minas Gerais, no final da manhã e, desde então, não foi mais vista.

"Eu fui ao cemitério e quando voltei, eu não achei ela mais. Ela está com Alzheimer. Às vezes deu um branco nela. Ela deve ter ido comprar pão e não conseguiu voltar", lamentou Juvenil Vicente da Fonseca.

Segundo o marido, ele conta com a ajuda de um filho para cuidar de Alaíde. Os dois passam a maior parte do tempo em casa, onde ela ajuda com as atividades de limpeza e na cozinha. No total, o casal tem 11 filhos.

A família já comunicou à polícia. Quem tiver alguma informação sobre o paradeiro de Alaíde pode entrar em contato com a Polícia Civil pelo número 0800 28 28 197. Não é preciso se identificar.


Campanha pelas redes sociais

Os familiares de Alaíde usam a internet para espalhar fotos da idosa e também para declarar o sofrimento de não ter notícias.

Seguir · 5 de novembro próximo a Mariana · 
 
Amigos, minha Vó Alaide Ramos Fonseca de 75 anos contínua desaparecida 
Ela saiu de sua residência na Rua Bom Jesus, Centro- Mariana por volta de 11h 30min no dia 02/11/2016. A ultima vez que foi vista foi perto do Restaurante Gameleira subindo a rua em sentindo da subestação da CEMIG.
Características: Pele clara/cabelo preto/ um pouco corcunda/Sofre também de mal Alzaimher. 
Provavelmente usando blusa vermelha e saia.
Contatos:3558-1285
99646-8840 
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Vamos divulgar nos grupos

O Corpo de Bombeiros também dá apoio nas buscas. Há quatro dias, os militares começaram as varreduras nas imediações do Pico da Cartucha, local de mata, onde foram informados de que ela teria passado. No sábado (5), o helicóptero Arcanjo sobrevoou a cidade e nesse domingo (6), cães farejadores procuraram por pistas da mulher, mas até o momento, sem sucesso.

Fonte: O Tempo

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Em meio ao mistério do desaparecimento da senhora de 69 anos, um corpo foi localizado na localidade de Violeiros, zona rural de Lafaiete. Como a família nunca desistiu de encontrar a senhora, que estava desaparecida Dona Matildedesde o dia 18 de setembro eles faziam buscas naquela localidade na sexta-feira, quando um dos filhos encontrou um corpo, enterrado numa cova rasa. Foram vários desencontros de informações até o sábado 05/11, quando próprios familiares confirmaram serem os restos mortais de Tidinha, como era conhecida líder comunitária da localidade de São Vicente. Ainda não há detalhes do caso, sabendo-se, porém, que ela foi assassinada. Ainda no começo da noite do próprio sábado o corpo foi sepultado em São Vicente.

Suspeita e revolta

Como desdobramento deste fato, a casa de um suspeito pela morte de Tidinha foi alvo da revolta de populares neste domingo (6), em São Vicente. A casa foi pichada e queimada. Nas paredes foram escritas palavras como “monstro”, assassino” e “psicopata”. Não havia ninguém na casa no momento do protesto, já que o morador, que seria ao alvo de desconfiança de populares estaria em São Paulo.

Relembre o caso

D. Matilde, conhecida como Tidinha, moradora da comunidade de São Vicente saiu de casa, na comunidade rural de Conselheiro Lafaiete, no dia 18 de setembro e não foi mais vista. Segundo familiares ela teria vindo à Lafaiete para visitar alguém na região da Linhazinha, no Residencial Dom Luciano Mendes de Almeida), mas, desapareceu. Familiares e amigos não descansaram e fizeram uma busca incessante que terminou nessa sexta-feira quando o corpo foi localizado.

A Polícia não se pronunciou publicamente sobre o caso.

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Fonte: Fato Real

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O que era para ser apenas um até bre­ve se transformou na espera mais angustiante da vida dos 12 filhos da líder comunitária Matilde da Silva Cruz, 69 anos. Moradora do bairro São Vicente, Matilde saiu de casa no Dona Matildedomingo, dia 18 de setembro, para participar de um encontro comunitário, no residencial Dom Luciano, nas proximidades da Linhazinha. Os planos para aquele dia incluíam um almoço na casa de um dos seus filhos, Célio, no Lima Dias. Mas ela nunca chegou ao local da reunião. Testemunhas afirmam tê-la visto pegar uma carona, mas ninguém sabe ao certo onde foi o ponto final. Desde então, uma busca incessante foi iniciada, reunindo todos os familiares em uma varredura por todos os destinos possíveis, mas há mais perguntas do que respostas.

A polícia já investiga o caso e toda e qualquer informação sobre seu paradeiro é bem-vinda. Contatos podem ser feitos pelos telefones (31) 9 9300-3258 / 9 9312-3791 – mesmo que a cobrar.

Lúcida, atuante e independente, Matilde da Silva Cruz (foto) morava sozinha na localidade de São Vicente, mas era presença Dona Matildeconstante na vida da comunidade e dos filhos, que ligavam diariamente. Na noite anterior ao seu desaparecimento, ela recebeu a visita de seu caçula, Fábio Júnior da Cruz, com sua esposa, filho e alguns irmãos. “Tomamos um café. Eu insisti que ela viesse comigo, mas ela se recusou, porque tinha uma reunião na manhã de domingo”, conta.

O domingo e a segunda se passaram e seus irmãos pensavam que ela estava com a família. Seu desaparecimento só foi notado na terça-feira, dia 20, quando uma de suas filhas disse que ela não havia chegado. Depois do contato com todos os familiares, o caso foi repassado à polícia Civil, que acompanha o caso.

A família prossegue nas buscas e usa de todos os meios disponíveis para localizá-la: “Pesquisei nos hospitais e centros de atendimento da região. Verifiquei no Samu [Serviço de Atendimento Móvel de Urgência] e Bombeiros, para ver se tinha ocorrência com alguma pessoa com as características da minha mãe. Fizemos buscas em várias áreas rurais no entorno do local onde, supostamente, ela poderia ter ficado. Estamos divulgando nas redes sociais. Ontem à noite [dia 10/10], fui a Barbacena, mas foi alarme falso. Infelizmente, ainda não temos nada de concreto. Estive com a Polícia Civil, mas não consegui nada de informações vinda deles. Já estamos ficando sem rumo. Não sabemos mais para onde ir ou tentar buscar alguma luz. A cada dia a agonia se torna maior”, desabafa o filho, Fábio Júnior da Cruz.

Polícia investiga o caso sob sigilo

A delegada de Fabiana Leijoto confirmou que foi instaurado Inquérito Policial pela Delegacia Adjunta da Comarca para averiguar as circunstâncias do desaparecimento de Matilde da Silva Cruz. “Os resultados das apurações serão posteriormente divulgados, para resguardar o sigilo necessário na fase das investigações. Qualquer informação que possa auxiliar nas investigações pode ser comunicada à Delegacia de Polícia de Lafaiete (31)3769-1200. A Polícia Civil orienta que, nos casos em que for constatada a possibilidade do desaparecimento, os familiares e pessoas próximas devem procurar informações em hospitais, pronto-socorros, residências de parentes e locais frequentados pelo suposto desaparecido.

Confirmado o desaparecimento o interessado deve se dirigir a uma Delegacia para formalizar o registro do desaparecimento, levando foto e documentação do ausente (caso existente) para início da busca. Para o menor, é necessária a apresentação da cópia da certidão de nascimento. No entanto, a ausência do do­cumento não impede o registro e a busca. Todas as informações a respeito de pessoas desaparecidas devem ser comunicadas imediatamente à polícia, ligando para o 0800-2828-197. Caso ocorra o retorno voluntário do desaparecido ao lar, contatar a Delegacia de Polícia, comunicando o fato. Mais informações: www.desaparecidos.mg.gov.br.
Pulgas e carrapatos proliferam no verão. Mantenha o controle dos parasitas atualizado.
Cães e gatos também podem desenvolver câncer de pele se expostos ao sol. A incidência é maior em animais brancos, de pelagem curta e pele rosada, mas também pode ocorrer em pets que tenham focinho, orelhas, região dos olhos e abdome despigmentados. Em todos estes casos, quando for inevitável a exposição ao sol, deve-se aplicar filtro solar próprio para animais, indicado por um médico veterinário.

Fonte: Jornal Correio da Cidade

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Os filhos de Matilde da Silva Cruz, 69 anos, vivem um drama desde que a mãe deles desapareceu sem deixar pistas, no sábado dia 17. Eles montaram uma estratégia que vai desde a colocação de cartazes até a busca de informações pelas redes sociais para saberem do paradeiro da matriarca da família. Até mesmo os filhos que residiam fora da cidade, agora, estão em Lafaiete e unem esforços com a polícia.

O último contato antes do desaparecimento foi com o filho mais novo, Fábio Júnior da Cruz. Ele conta que no sábado à noite, esteve na casa dela, no bairro São Vicente de Paula, com alguns irmãos, seu filho e sua esposa. "Antes de vir embora ainda tomamos um café. Eu insisti que viesse comigo, mas ela se recusou porque tinha uma reunião na manhã de domingo", conta, afirmando se tratar de um encontro comunitário, no residencial Dom Luciano, nas proximidades da Linhazinha. "Ela pegou uma carona para ir lá e após essa reunião, ela tinha a previsão de ir para a casa de meu irmão, Célio, que mora no Lima Dias. Porém, ela não compareceu à reunião. Passou-se o domingo e eu achava que ela estava com meu irmão e meu irmão pensava que ela estava comigo. Meus irmãos, que moram em um povoado, achavam que ela estava em Lafaiete", disse.

Apenas na terça-feira, dia 20, uma irmã disse que ela não tinha chegado. "Então, ligamos para o meu irmão Célio e ele informou que a nossa mãe não esteve lá. Nós esperamos o ônibus das 17h30, mas ela não chegou. A partir daí começamos as buscas. Eu fiz contatos com conhecidos. Já na quarta-feira, fui à Polícia Civil e registrei um boletim de ocorrência. Demos sequência às buscas e contatos com conhecidos e divulguei o fato em redes sociais. Também pesquisei nos hospitais e verifiquei junto ao Samu [Serviço de Atendimento Móvel de Urgência] e Bombeiros para ver se tinha ocorrência com alguma pessoa com as características da minha mãe", relatou, afirmando que até a quinta-feira, dia 22, não conseguiu nenhum retorno. "Atualmente minha mãe morava sozinha, mas sempre tinha pessoas fazendo visitas a ela, além dos contatos constantes por telefone; todos os dias, praticamente. Ela também sempre participava de grupos da comunidade onde é vice-presidente da associação dos moradores de São Vicente de Paula. Ela estava acompanhando bastante a política, dando apoio aos candidatos que iam lá fazer campanha", afirma.

Fábio e seus irmãos espalharam cartazes pela cidade e intensificaram a divulgação em redes sociais. "Nós estamos fazendo acompanhamento junto com a polícia para qualquer informação. Já fizemos buscas em toda a região, mas não encontramos nenhuma pista, até hoje. A única informação que temos é de que ela entrou no veículo a caminho da reunião, mas não sabemos como ela terminou. Fiz a avaliação junto ao coordenador do projeto e ele me disse que sempre via minha mãe, mas no dia da reunião, ela não compareceu e não assinou a ata do dia.


Busca incessante

O filho conta que o drama fica ainda maior a cada informação desencontrada. "Já falaram que ela foi vista nas proximidades da rodoviária e do São João (zona sul). A gente liga no celular dela, mas nem chama. Somos 12 irmãos, sete homens e três mulheres e tem mais duas irmãs que minha mãe criou. Ela sempre tem a bondade no coração de querer ajudar o próximo. Estamos todos apreensivos. A nossa vida parou e estamos todos nessa busca incessante, dia e noite", disse, afirmando que qualquer informação é um fio de esperança que surge. "Estamos muito abalados. Também estamos orando muito, porque é isso que tem nos fortalecido. Minha casa, no bairro Santa Matilde (zona sul), se tornou um ponto de concentração. Todos fixaram moradia. Meus irmãos que moram fora vieram para Lafaiete. Estamos unidos para encontrá-la. Não vamos desistir, não vamos perder a esperança. Nossa família está desestruturada, porque ela é a base", relata, informando que sua mãe é parda, tem altura baixa, cabelo grisalho na raiz e preto nas pontas, na altura do ombro. Segundo o filho, ela também tem algumas manchas de idade no rosto. "É uma pessoa totalmente lúcida, leva uma vida normal, viaja, participa de eventos. Os medicamentos que ela toma podem ser considerados comuns pela idade, que são de pressão e tomava um também por irritação de pele que tinha nos pés", conta.

Outro filho de Matilde, Luciano Vander da Cruz, 38 anos, veio de São Paulo para ajudar a encontrar a mãe. "Estando distante, ficamos muito preocupados, sem saber o que fazer. Pedi um afastamento da empresa para poder acompanhar as buscas. Não é fácil para a gente que é filho sentir uma dor dessa. Meus irmãos é que me comunicaram e quando eu estava no trabalho. Na hora, nem acreditei, mas quando confirmou o desaparecimento, eu quis vir para Lafaiete. Minha mãe não tem desentendimento com ninguém e tenho fé que ela vai aparecer logo", afirmou o filho, mostrando confiança de que irá rever sua mãe bem.

Quem tiver qualquer informação pode ligar nos telefones (31) 9 9300-3258 / 9 9312-3791. Se for preciso, pode ligar a cobrar. Qualquer informação é importante.

Fonte: Jornal Correio de Minas

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A família de Matilde da Silva Cruz (foto), de 69 anos, está à sua procura.

Ela saiu de casa, na comunidade rural de São Vicente, zona rural de Conselheiro Lafaiete, no último domingo, 18, e não foi mais vista. Segundo familiares ela teria vindo à Lafaiete para visitar alguém na região da Linhazinha (Muito provavelmente no Residencial Dom Luciano Mendes de Almeida).

Matilde ou Dona Tindinha é muito conhecida em São Vicente e mesmo na zona urbana de Lafaiete.

Se alguém tiver informações favor ligar no 31 9 9212 3791.

Fonte: Fato Real

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A vida da gente, por vezes, se parece com enredo de novela e não é raro que a mão do Destino separe pessoas cujas existências tinham tudo para estar eternamente interligadas por laços indissolúveis. Nascida em Itaverava e residente em Belo Horizonte, onde se radicou e constituiu família, a senhora Silvana da Mata Lima recorre agora às redes sociais e aos veículos de comunicação na tentativa de reencontrar a irmã, que não vê há cerca de quatro anos.

Depois da morte dos pais, as irmãs Silvana e Maria José, que moravam na fazenda do Neca Carvalho, na zona rural de Itaverava, ficaram sob os cuidados dos avós, mas cedo Silvana deixou a família para trabalhar na casa de um tio na capital. Sua irmã também acabou indo viver na companhia de outro casal de tios em Lafaiete, mudando-se pouco depois para uma casa de família na mesma cidade.

Neste período, as duas irmãs se viram uma única vez e, desde então, uma não tem qualquer notícia sobre o paradeiro da outra. Silvana soube apenas que Maria José deu à luz uma filha chamada Maria Vitória.

Se você conheceu as irmãs ou tem informações sobre Maria José, entre em contato com a senhora Silvana da Mata Lima pelos seguintes telefones: (31) 3466 5642 e (31) 9 9704 4388.

Fonte: Fato Real

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Um caso inusitado foi registrado pela Polícia Civil.

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Familiares da empregada doméstica Silvana Oliveira Dumont Maia, de 50 anos, que saiu para trabalhar na manhã da última quarta-feira e não voltou mais para casa tem vivido momentos de angústia. Moradora do abairro Jardim Ibirité (Grande BH), a mulher deixou em casa a bolsa com celular e documentos durante a manhã, foi até o local em que trabalhava e informou que não cumpriria o expediente. Desde então ela não foi mais vista e os familiares correm atrás de qualquer pista que ajude a identificar seu paradeiro.

É a segunda vez que Silvana desaparece em um intervalo de uma semana. Segundo a sobrinha Paula Cristiane Filomena Bento, há alguns dias a mulher saiu de casa sem avisar a família e só foi encontrada desmaiada no Hospital Bom Jesus em Congonhas, onde tem parentes. “Ela perdeu um filho há quatro anos e desde então sofre de um quadro depressivo grave, precisa de tomar remédios fortes, e já tentou se matar. Por isso estamos tão preocupados”, conta Paula.

Desde o desaparecimento, na última quarta, familiares de Silvana já fez buscas em hospitais de Ibirité e de Belo Horizonte, além de visitar o Instituto Médico Legal, sem sucesso. Um boletim de ocorrência foi registrado na Polícia Militar, mas a família também já procurou a Polícia Civil e conta com a divulgação do caso nas redes sociais em busca de dados que ajudem a localizá-la. Os familiares também acreditam que Silvana possa estar na região de Congonhas. por isto entraram em contato com o Indicador Congonhas pedindo a divulgação do caso.


Telefoness para contato:
Lázaro:99895-9978
Eider: 99838-1832
Thalita: 99503-7034
Patrícia: 99733 1116 e 98812 9228
José Rodrigues: 97113 1116

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