Uma idosa, de 84 anos, moradora do bairro Bellavinha, em Conselheiro Lafaiete foi vítima de roubo de bandidos dentro de sua própria casa. Ela relatou à polícia que quando já se preparava para dormir, foi surpreendida por um homem, que de forma agressiva anunciou o assalto, exigindo dinheiro, enquanto outro bandido armado com uma foice, passou a revirar o quarto. A vítima foi imobilizada e teve os olhos vedados.

Os ladrões encontraram e roubaram dinheiro, uma carteira, dois cartões de banco com as senhas e um aparelho celular.

Aproveitando o momento em que os ladrões se deslocaram para a cozinha da residência, a senhora fugiu pela porta da sala, foi para a casa de um conhecido e acionou a Polícia Militar.

Ninguém foi preso.

Fonte: Fato Real


A Polícia Civil de Carandaí confirmou nesta terça-feira, 02/01, que o encontro de um cadáver em uma residência no bairro Cohab foi mesmo produto de um latrocínio (furto seguido de morte).

Na quinta-feira, 28/12/17, o corpo de Maria da Conceição de Carvalho foi encontrado na rua João Cirilo, no bairro Cohab. Uma das janelas da residência estava arrombada. Foi percebida a falta de uma televisão no quarto, mas como a senhora morava sozinha, não foi possível confirmar de imediato se o objeto havia sido furtado. O corpo foi encontrado em decúbito dorsal com aparentes sinais de luta corporal. A perícia de Conselheiro Lafaiete foi acionada.


Suspeitos

Segundo o delegado, Itamar Cláudio Netto, três indivíduos, com idades de 21,29 e 35 anos, estão envolvidos no crime. Eles eram conhecidos da vítima e moravam no mesmo bairro que ela.

A Polícia elucidou o crime logo após a PM de Carandaí ter prendido dois indivíduos que furtaram a própria avó no mesmo dia do crime e acabaram confirmando a participação no assassinato de Maria da Conceição. Um deles foi capturado no mesmo dia do crime e os demais, detidos por outro assalto, acabaram confirmando a participação no crime.

De acordo com a Polícia Civil, um dos rapazes confessou ter entrado na residência para furtar, porém, nega a participação na morte da senhora que morava sozinha.

Durante a ação foram subtraídos da residência uma bolsa com objetos pessoais da idosa e uma televisão.

Segundo laudo da perícia técnica a morte pode ter sido ocasionada por uma paulada na cabeça, uma vez que já em estado de decomposição, a vítima apresentava fraturas no crânio.


Fonte: Carandaí on line.

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No inicio da tarde deste sábado, 09/09, militares da 2ª Companhia de Bombeiros de Conselheiro Lafaiete retiraram um anel preso no dedo de uma idosa de 73 anos. O membro já apresentava inchaço e laceração, pois o objeto prejudicava o fluxo sanguíneo da idosa. Segundo relatos da filha, sua mãe estava com o anel desde terça-feira, 05\09 e se recusava retira-lo do dedo. Antes de procurar a corporação, ambas haviam passado na policlínica municipal e foram orientadas a procurar o Corpo de Bombeiros.

Uma micro-retífica foi utilizada para serrar o anel. Durante o procedimento foi usada água fria para refrigerar o membro afetado, visto que a serra aquece o anel no momento do corte. Depois da remoção, ela foi avaliada pelo médico do SAMU e orientada a usar medicamentos para controlar a infecção. Este tipo de ocorrência, apesar de inusitada, é bastante comum no cotidiano dos militares e a orientação é para quando sofrer algum tipo de trauma nos dedos, retirar imediatamente anel ou aliança, porque fatalmente o dedo irá inchar e provocar o estrangulamento.

Fonte: Lafaiete Agora

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Após uma semana de sua saída de casa, terminou da pior maneira o desparecimento de Ilza Ilza Helena Puiatti.

IlzaA senhora de 60 anos, moradora do bairro Funcionários em Barbacena havia saído de casa por volta das 14h do último domingo 20/08.

Familiares e amigos se mobilizaram pela sua procura. Veículos de comunicação da região noticiaram, foram distribuídos cartazes de desparecimento. Uma pessoa chegou a dar uma pista de tê-la vista em São João del Rei. Mas, por volta de 19h deste sábado (26) bombeiros de Barbacena foram acionados a comparecer no distrito de Campolide, pertencente ao município de Antônio Carlos, onde um corpo foi localizado e posteriormente reconhecido por familiares como sendo de Ilza Helena Puiatti.

Fonte: Fato Real

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Noite de quinta-feira, dia 22, por volta das 19h15 bombeiros de Conselheiro Lafaiete foram acionados a comparecer à Rodovia BR 040, na altura do km 634, nas proximidades do Trevo do bairro Paulo VI, em Lafaiete, onde houve um atropelamento de um animal.

No local os Bombeiros verificaram que tratava-se do veículo Siena, licenciado em BH, que era conduzido por W. V. 46 anos procedente de Barbacena, tendo no banco traseiro duas mulheres, sendo mãe e filha.

A imagem pode conter: cão, noite e atividades ao ar livre

O motorista alegou que trafegava na rodovia sentido a Barbacena quando teve a via invadida por uma mula não tendo como se desviar, colidindo contra a mesma tendo o animal morte no local. O veículo apresentou danos diversos e amassamento na lataria.

Com acidente uma das passageiras, um idosa de 93 anos, apresentava uma contusão na altura do pescoço sendo avaliada pela equipe de Bombeiros imobilizada e posteriormente repassada para uma ambulância da concessionária Via 040.

Apoio no local da Concessionária e posteriormente da Polícia Rodoviária Federal que registrou o fato para os demais fins.

Informações: TV Cidade

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Uma ocorrência policial registrada em Gagé, Conselheiro Lafaiete, na tarde da quarta-feira, 07/06, demonstrou a crueldade de uma pessoa e o cometimento de vários crimes, entre eles os de agressão, corrupção ativa e desrespeito às disposições do estatuto do idoso.

A vítima, senhora Maria, de 89 anos, que é cega, disse que mora em Gagé, em companhia de dois sobrinhos, sendo eles de temperamentos e personalidades totalmente diferentes.

valdneiNa tarde da quarta, ela estava em casa, quando foi surpreendia com a chegada do sobrinho de nome Valdney (44), que bastante exaltado em companhia de outro homem disse que iria usar droga dentro da casa. Sem nenhum motivo aparente Valdnei começou a agredir a tia. “Ele me apertou muito. Apertava todo o meu corpo. Minhas costelas. Apertava meu pescoço. Me arrastava”, relatou a senhora, sentada no banco na delegacia, depois de ter passado por exames de corpo delito na Policlínica Municipal.

Vizinhos ouviram os gritos da senhora e decidiram intervir. Um senhor contou que saiu de sua casa e chegou à casa da vizinha ainda a tempo de vê-la sendo arrastada pelo sobrinho. Depois de tirá-la daquela situação os vizinhos chamaram a PM.

Para agravar ainda mais sua situação, o agressor tentou subornar os policiais, oferecendo R$50,00 “para que esquecessem” o que aconteceu e não o prendessem.

O agressor foi descrito pela tia e por vizinhos como uma pessoa de personalidade bastante agressiva. Depois de levado para a delegacia, Valdnei ficou a disposição da autoridade policial de plantão.

Fonte: Fato Real

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Uma mulher de 45 anos e a mãe dela, uma idosa de 84 anos, foram amarradas durante um assalto à casa em que moram nesta terça-feira (21) no Bairro Nove de Março, em Barbacena. Três suspeitos, um deles armado com revólver, participaram da ação e levaram cerca de R$ 880 em dinheiro e um telefone celular.

Uma das vítimas vendia cigarros na residência e relatou ter sido chamada por três homens que se passaram por clientes. Ela contou que, chegando ao portão, os suspeitos a empurraram e invadiram a casa ameaçando as duas com uma arma de fogo. Os suspeitos amarraram as vítimas e pediram o dinheiro referente à venda de cigarros e à aposentadoria da idosa.

Segundo dados da Polícia Militar, alguns minutos após a ação, a filha da mulher de 45 anos chegou ao local e deparou com a mãe e a avó amarradas e acionou a PM para registrar a ocorrência. As vítimas estavam muito nervosas e não souberam dar características dos suspeitos.

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Três ladrões levaram R$ 15 mil em cheques depois de invadirem uma casa no povoado de Campestre, na zona rural de Barbacena, no Campo das Vertentes. O caso foi registrado na tarde desta segunda-feira (26) pela Polícia Militar (PM).

Um deles, armado, rendeu a moradora de 55 anos, que foi amarrada e deixada no sofá. Outros dois homens ajudaram na ação. A vítima aproveitou que eles se distraíram revirando os móveis e fugiu para a casa do neto, que voltou ao local do roubo e viu o carro usado pelos ladrões em uma estrada vicinal.

De acordo com as vítimas, foram levadas 15 folhas de cheques de vários bancos e valores variados que totalizavam cerca de R$ 15 mil e um talão de cheques.

Durante operação de cerco e bloqueio, a placa do carro foi identificada no pedágio da BR-040. O veículo foi encontrado estacionado junto a um prédio no Parque das Águas, em Juiz de Fora. Segundo a Polícia Militar (PM), na casa de um dos suspeitos foi encontrada uma touca tipo balaclava, dois rádios, um aparelho CD/DVD, um tablet branco, duas placas automotivas e várias peças de vestuário. A dona do carro informou que o marido chegou à casa nervoso e saiu em seguida em outro veículo.

Dois suspeitos de 44 e 45 anos foram identificados, mas continuam foragidos.

Os materiais foram apreendidos e levados para a Delegacia Regional de Polícia Civil em Juiz de Fora.

Fonte: G1

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Ela já é octogenária. Viúva, mãe de três filhos e avó de dois netos, pode-se dizer que é hora de deixar de lado grandes esforços e somente aproveitar a independência financeira garantida pela aposentadoria. Mas, ao contrário, está iniciando uma nova etapa na vida.

Esta é a história de Terezinha Parrela, que na noite de hoje, aos 82 anos, vai colar grau no curso de direito das Faculdades Pitágoras em Montes Claros. Ela planeja se especializar na área jurídica e atuar na área criminal.

No Brasil, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estudos Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação, há atualmente 23.796 pessoas com 60 anos ou mais matriculadas em cursos superiores (presenciais e a distância). Desse total, 2.024 em Minas Gerais.

Ex-professora e servidora pública aposentada, Terezinha já tem um curso superior. É formada em Sociologia. Mas, seguindo o exemplo da poetisa Cora Coralina, que publicou o primeiro livro aos 76 anos de idade, ela conta que começou a estudar direito na terceira idade porque sempre alimentou o sonho de fazer o curso.

A formanda revela que, em 1972, quando tinha 38 anos e morava em Belo Horizonte, passou em dois vestibulares, para direito, na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) e para Sociologia, na Faculdade de Ciências Humanas (Fafich) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). “Comecei a fazer os dois cursos naquela época. Como a PUC ficava mais longe de minha casa, acabei optando por sociologia, mas o que queria primeira era direito mesmo”, explica.

“Nunca é tarde para estudar. Aliás, nunca é tarde para nada nesta vida. A gente tem que aprender sempre. A vida precisa ser vivida intensamente”, afirma a nova advogada. Ela dá exemplo de vitalidade. “A idade não é limite para nada. Desde que a pessoa esteja com boa saúde, tem que estar disposta a tudo, principalmente, a buscar conhecimentos”, diz a representante da terceira idade, acrescentando que sempre cuidou da saúde. “Não fumo nem bebo”, afirma.

Terezinha Parrela se forma com uma turma de 40 alunos. Todos os seus colegas estão na faixa de 20 a 35 anos. Ela salienta que a diferença de idade dos colegas não interferiu nem atrapalhou em nada durante os cinco anos de curso. “Eu era a mais velha da faculdade, mas sempre convivi com todos os colegas como se tivesse a mesma idade deles.
Sou uma pessoa muito bem-humorada e alegre”, comenta. “As colegas me chamavam de vovozinha e eu dizia que elas eram minhas netinhas, em clima muito descontraído”, conta. “A minha idade cronológica não tem nada a ver com o meu jeito de ser. A idade mesmo está na mente da pessoa”, diz a nova profissional do direito.

No convite de formatura, além da gratidão à família, aos professores e aos colegas, ela fez um agradecimento a mais. “Agradeço à natureza por proporcionar-me uma longa vida, sem perder a jovialidade, sonhos e a sede do saber”, registrou Terezinha. Ela lembra que durante o curso sempre atendeu as exigências da faculdade, realizando atividades, evitando faltar às aulas.

A aposentada também cometeu “extravagâncias”. Por exemplo, como morava relativamente perto da faculdade, se deslocava para aulas recorrendo ao serviço alternativo de mototáxi. Acabou contraindo uma pneumonia. Uma das filhas providenciou a contratação de uma van para o transporte.

NOVA ETAPA Engana-se quem pensa que Terezinha Parrela se contenta com a realização desse sonho e vai ficar parada. Ela anuncia que o próximo passo é tentar a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para atuar como advogada. “Quero trabalhar com o direito criminal. A minha intenção é ajudar a resolver os problemas das pessoas mais humildes”, afirma, lembrando que sempre se dedicou ao voluntariado. Ela ainda quer fazer um curso de especialização na área de perícias. “Sempre fui uma pessoa que tem muita percepção das coisas e a perícia é uma boa área”, diz.

ORGULHO Duas filhas da aposentada que residem há muitos anos no exterior retornaram à terra natal somente para testemunhar a mãe ser diplomada aos 82 anos: Maria Teresa Parrela Hoogenboom veio da Holanda, onde é servidora do Consulado Brasileiro em Roterdã.Cecilia Parrela veio dos Estados Unidos. “Ela é um motivo de orgulho para nós”, afirma Maria Teresa, que entregou à mãe um cartão com uma frase do poeta inglês Samuel Johnson: “A natureza deu tanto poder à mulher que a lei, por prudência, deu-lhes pouco”.

Por sua vez, Cecilia disse que considera a mãe como “um modelo para outras pessoas”. “Até eu mesma, a partir do exemplo da minha mãe, estou pensando em voltar a estudar”, diz Cecilia, que é formada em história e mora no estado de Maryland, onde trabalha com educação infantil.


Fonte: Estado de Minas

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Na madrugada desta quarta-feira, 09, chegou à Delegacia de Polícia Civil de Conselheiro Lafaiete o suspeito do assassinato de Matilde da Silva, conheciada como Tidinha, de 69 anos.

José Luiz da Silva, foi preso na capital de São Paulo na segunda-feira, 07. Ele chegou escoltado pela equipe da Delegacia de Crime Contra a Pessoa (DCCP).

Segundo nota enviada a imprensa, a Polícia Civil a Delegacia Adjunta da Comarca realizou várias diligências para apurar uma eventual conduta criminosa, mas as informações não foram suficientes para a comprovação de crime envolvendo Tidinha.

Entre os dias 30 e 31 de outubro, testemunhas informaram a polícia que ela tinha sido vista no veículo do suspeito, muito nervosa, pedindo socorro em local ermo. Baseando-se nas provas e mesmo sem a localização do corpo a Polícia Civil representou à Justiça Publica pela decretação da prisão temporária do suspeito José Luiz no dia 1° de novembro.

Por aproximadamente 50 dias os familiares da líder comunitária realizaram buscas na região. Na sexta-feira, 04/11, o corpo da líder comunitária foi encontrado na região da localidade de Violeiros enterrado em uma cova rasa. José Luiz tinha sido visto nas imediações em companhia de Tidinha.

No domingo, 06/11, revoltados moradores atearam fogo na casa do suspeito em São Vicente.

Fonte: Lafaiete Agora

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