Com a maior malha rodoviária do país, Minas Gerais é o Estado que mais precisa de investimento em suas rodovias, segundo a pesquisa de qualidade das rodovias da Confederação Nacional do Transporte (CNT). São R$ 9,2 bilhões necessários para reconstruir, restaurar e fazer a manutenção de trechos com problemas. No Estado, apenas 11,7% do pavimento está em perfeitas condições, aponta o estudo divulgado nesta terça-feira (7). Em todo o Brasil, seriam necessários R$ 51,5 bilhões. Com isso, rodar em Minas fica 32,4% mais caro para motoristas e transportadoras em função de falta de segurança, mais manutenção dos veículos e maior consumo de combustível. Esses problemas encarecem o custo em 27% na média do país.

A avaliação das rodovias no Estado também foi pior que a média nacional na comparação com o ano passado. Foram avaliados 15.076 km em Minas. Desses, 10.526 km (69,8% das vias) estão em condições regulares, ruins ou péssimas, considerando pavimento, sinalização e geometria (se é pista simples ou duplicada). Em 2016, esse índice mineiro foi de 58,2%. No país, o aumento foi menor: passou de 58,2% em 2016 para 61,8% em 2017.

Segundo o diretor executivo da CNT Bruno Batista, a queda da qualidade das rodovias, tanto no Estado como no país, está ligada à falta de investimentos públicos. “Com a retomada do crescimento econômico, é inadiável retomar os investimentos em infraestrutura”, afirma Batista. Em 2011, os investimentos públicos federais em infraestrutura rodoviária foram de R$ 11,21 bilhões; em 2016, caíram para R$ 8,61 bilhões, e neste ano, até o mês de junho, foram de R$ 3,01 bilhões.

“O modal rodoviário é o principal da logística no Brasil, isso significa que aumento de custo para rodar impacta o preço para todos os consumidores”, afirma o professor de economia do Ibmec Felipe Leroy.

Segundo Batista, 62% de toda a carga no país é transportada nas rodovias, mas, se o minério for retirado dessa conta, o percentual passa para 90%. “Todos os setores, portanto, são impactados pela falta de infraestrutura rodoviária, e quem paga a conta é o consumidor final”, avalia o dirigente.

“Sabemos da situação fiscal dos governos de Minas e do país, a falta de recurso é grande. Mas é preciso melhorar os níveis de investimento, priorizar o planejamento e aumentar a fiscalização das obras”, opina Batista.

Trechos privados também pioraram

As rodovias em concessão em Minas Gerais tiveram uma avaliação melhor do que as públicas. Segundo o estudo da CNT, 74,4% das vias concedidas foram avaliadas como boas ou ótimas. Já nas públicas, 79,7% da extensão é considerada regular, ruim ou péssima.

No país, os índices são melhores, mas as concedidas tiveram piora na avaliação. Em 2017, 74,4% atingiram a classificação ótimo ou bom. No ano passado, esses índices foram de 78,7%.

“As concessões são uma solução para um problema que precisa ser resolvido emergencialmente”, avalia o professor de economia do Ibmec Felipe Leroy. Para o diretor executivo da CNT, Bruno Batista, as concessões “são um bom remédio, mas não resolvem o problema sozinhas”. “Investimento público é necessário”, diz.

Quase todos os pavimentos têm avarias

Minas Gerais tem 89,3% do pavimento de suas rodovias com alguma avaria. São 97 trechos de pavimento totalmente destruído identificados pela pesquisa da CNT. A extensão com pavimento desgastado é de 49,5%.

A pesquisa identificou ainda 23 pontos críticos. São 13 trechos com erosões na pista, sete com buracos grandes e três com quedas de barreira que colocam em risco o condutor ao trafegar pelas rodovias no Estado.


E mais...

Extensão. Pesquisa CNT de Rodovias avaliou 105.814 km de rodovias no país.

Sinalização. É o aspecto que mais se deteriorou em 2017. A maior parte da sinalização, 59,2%, foi considerada regular, ruim ou péssima.

Acidentes. Foram 96.362, com 6.398 óbitos, em 2016, nas rodovias federais policiadas e resultaram em um custo de R$ 10,88 bi.

Pior trecho do país. Natividade (TO) a Barreiras (BA): BA–460, BR–242, TO–040 e TO–280.

Melhor trecho do país. São Paulo (SP) – Limeira (SP): SP–310/BR–364, SP–348.

Fonte: O Tempo

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A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (4), um reajuste dos preços do gás liquefeito de petróleo para uso residencial, envasado pelas distribuidoras em botijões de até 13 kg (GLP P-13), o gás de cozinha, em 6,9%, em média. O reajuste entrou em vigor à zero hora de sábado (5). Segundo a estatal, o reajuste está em linha com a política de preços divulgada em 7 de junho deste ano.

Em nota, a estatal informa que, como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. "Isso dependerá de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores", diz.

Conforme a estatal, o ajuste anunciado foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos. Se for integralmente repassado aos preços ao consumidor, a companhia estima que o preço do botijão de GLP P-13 pode ser reajustado, em média, em 2,2% ou cerca de R$ 1,29 por botijão, isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos.


Fonte: O Tempo

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O Corpo de Bombeiros Militar de Conselheiro Lafaiete, foi acionado via 193, por volta das 00h00 deste domingo (18) no Bairro Granja das Hortênsias na Rua Paulo Ferreira Maia, para combater um incêndio em veículo.

Os Militares ao chegarem no local visualizaram o dono do veículo que informou a guarnição que o incêndio se iniciou por uma falha elétrica. Logo foi iniciado o combate e debelado o fogo.

Foram gastos aproximadamente 3 mil litros de água e a ação conseguiu preservar a parte traseira do veículo que ficou intacta.


O valor do ingresso para visitar o Instituto Inhotim, em Brumadinho, vai ficar mais caro a partir do dia 21 de fevereiro. A entrada passa a ser R$ 40 todos os dias de funcionamento, exceto nas quartas-feiras, quando a entrada é gratuita.

O ajuste será sentido principalmente nas terças e quintas, quando a entrada custava R$ 25. A meia-entrada também irá permanecer, garantindo o benefício a todos que têm o direito.

O valor do transporte nos carrinhos elétricos, opção para quem deseja mais agilidade nos deslocamentos internos, também será atualizado e passa de R$ 25 para R$ 28.

A última alteração no valor dos ingressos aconteceu há dois anos. Os ajustes, aprovados pelo Ministério da Cultura, visam corrigir a defasagem no valor do bilhete e levam em consideração a inflação acumulada e o aumento na oferta de serviços do Parque.

Aberto há 10 anos, o Parque já recebeu 2,5 milhões de visitantes e conta com uma área de visitação de 140 hectares, 23 galerias, acervo com mais de 1300 obras de arte e cerca de 4.500 botânicas nativas e exóticas.

Fonte: O Tempo

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