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O Festival Gastronômico Receitas de Família de Entre Rios de Minas nasceu de um movimento da população de Entre Rios de Minas, quanto à sua culinária e cultura, valorizando os ingredientes produzidos no próprio município para o fazer culinário e oportuniza as expressões culturais locais.

O evento oportuniza um reflexo sócio-econômico-cultural importante para o município que completa 304 anos de história como sua vizinha, São João Del Rei. Cozinheiros e cozinheiras guardiões das Receitas antigas passadas de geração em geração trarão iguarias como: “Carne de Lata com Mandioca”, “Feijão Tropeiro Mineiro”, “Umbigo de Banana com Linguiça de porco”, “Nhoque de batatas ao molho Bolonhesa”, “Farofa da Crioula”, “Galinha Caipira”, “Frango Caipira ao Molho Pardo”, além de quitandas, doces e artesanatos.

Em sua 1ª edição, o Festival será realizado nos dias 25 e 26 de novembro, próximo sábado e domingo, na Praça Senador Ribeiro, centro. As receitas disputarão os títulos de “Melhor Receita de Família”, “Melhor História de Receita de Família” e “Melhor decoração de Barraca”.

Atrações musicais de diversos estilos e artistas locais fazão parte do evento. Os grupos culturais misturam-se aos folclóricos, como a Folia de Reis e a Dança do Velame. Também se apresentam grupos de organização independente, a Banda de Música Nossa Sra. das Brotas, o grupo de teatro e bateria de carnaval. Em uma das apresentações, o público terá um encontro com as crianças cantoras do município, é o projeto pedagógico “Cordas Rurais” que ensina cantar e tocar violão as crianças das comunidades rurais.

No Centro Cultural Ministro João Ribeiro haverá oficina e Palestras sobre gastronomia. Dia 25 de novembro, sábado, às 17h, a palestra “Conhecimento e preparo básico de alimentos” do Chef Eraldo Pereira, e às 19h a palestra “Construção do comer pensante” da Chef Renata Machado. No domingo, dia 26 de novembro, domingo, às 10h, a “Oficina de Culinária para as Crianças” da Chef Juliana Bonomo. Todas as atividades são gratuitas e as inscrições podem ser realizadas com antecedência no próprio Centro Cultural.

Os visitantes também terão a oportunidade de conhecer os produtos da cidade como os doces e as quitandas. O artesanato estará presente com as flores de palha, bordados, tapetes, dentre outros.

Serviço: 1º Festival Gastronômico Receitas de Família de Entre Rios de Minas:

Sábado, 25 de novembro: das 11h às 23h
Domingo, 26 de novembro: das 11h às 18h
Local: Praça Senador Ribeiro, ao lado da Igreja Nossa Senhora das Brotas.

Mais informações no Centro Cultural Ministro João Ribeiro, Rua Suaçuí, 103, Centro, tel (31) 3751-2310.


Palestras sobre Gastronomia e Oficina de Culinária para Crianças – Inscrições gratuitas:
Sábado, 25 de novembro
– 17h, Palestra “Conhecimento e preparo básico de alimentos” do Chef Eraldo Pereira;
- 19h, Palestra “Construção do comer pensante” da Chef Renata Machado.

Domingo, 26 de novembro
– 10h, Oficina de Culinária para as Crianças da Chef Juliana Bonomo.

Local: Centro Cultural Ministro João Ribeiro, Rua Suaçuí, 103, Centro. Tel.: (31) 3751-2310
Público Oficina: a partir de 5 anos. Inscrições gratuitas no local com vagas limitadas.

Coordenação do Evento e Comunicação: (31) 99751-7957/ 3751-2310

Fonte: Correio de Minas

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Imprudência dos motoristas, falta de manutenção e clandestinidade de veículos de fretamento e más condições das rodovias são uma mistura perigosa para quem anda de ônibus nas estradas federais que cortam Minas. Essas vias foram palco de 211 acidentes de coletivos que fizeram 1.216 vítimas no primeiro semestre deste ano. O número equivale a pelo menos uma ocorrência por dia. O saldo foi de 34 mortes, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A estatística remete ao grave acidente ocorrido na semana passada com um ônibus clandestino, na BR-381, em Brumadinho, na Grande BH, que deixou sete mortos.

Em todo o país, foram 1.575 ocorrências que levaram a 207 óbitos nos seis primeiros meses de 2017. Minas foi o Estado com maior número de casos. “Temos a maior malha rodoviária, que serve como caminho para diversas regiões do país. Como há mais veículos transitando, é esperado que ocorram mais acidentes”, frisa o inspetor Aristides Júnior, porta-voz da PRF mineira.


Imprudência


Pressa e ultrapassagens indevidas estão no ranking de causadoras dos acidentes, afirma o especialista em transporte e trânsito Márcio Aguiar. “As rodovias estão cada vez mais movimentadas e os motoristas de ônibus têm horários para seguir. Com a pressão do relógio e o cansaço da viagem, eles cometem várias imprudências, e acabam batendo”.

A PRF não especificou as principais formas de batidas envolvendo esses veículos. Mas, segundo Aguiar, dois tipos comuns são as colisões frontais e laterais, que estão relacionadas à perda de direção e ultrapassagens equivocadas, principalmente em estradas não duplicadas. Inclusive, pesquisa recente da Confederação Nacional do Transporte (CNT) mostrou que 88,9% das rodovias mineiras têm pista simples de mão dupla.

A negligência no volante, entretanto, não fica somente sob a responsabilidade dos motoristas de ônibus. Muitas vezes, carros menores são os causadores. “Como muitas estradas mineiras não têm o que chamamos de ‘terceira pista’, os ônibus não podem se manter à direita. Na subida, eles tendem a seguir em uma velocidade menor, e os motoristas mais apressadinhos nos veículos de passeio se arriscam para passá-los”, observa Márcio Aguiar.

Para o presidente do Instituto Brasileiro de Segurança no Trânsito (IST), David Duarte Lima, a situação piora devido a falta de manutenção adequada dos ônibus. “O coletivo é de uso intensivo. Então, são necessárias revisões constantes, o que nem sempre é levado a sério pelas empresas, principalmente pelas clandestinas”.


Outro lado

Assessora jurídica do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Minas Gerais (Sindpas), Zaira Carvalho Silveira afirma que os empreendimentos que atuam no transporte intermunicipal no Estado se preocupam com as condições dos veículos e treinamento dos motoristas, justamente para evitar acidentes. A Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado de Minas (Fettrominas) não se pronunciou sobre o assunto.

Fonte: Hoje Em Dia

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Em 2018 o número de feriados prolongados em Minas Gerais vai ser menor em relação à 2017.

Dos 13 feriados oficiais comemorados no estado, considerando os nacionais, estaduais e municipais, 12 vão cair durante a semana (segunda a sexta-feira), sendo cinco deles comemorados na terças ou quintas.

Para os trabalhadores e estudantes que podem “emendar” os feriados com o fim de semana, a sensação descanso é prolongado.

O feriado de Tiradentes, 21 de abril, vai cair em um sábado e 8 de dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição, também vai ser um sábado.

De acordo com a economista da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Ana Paula Bastos, o setor de serviços e alimentos tendem a ficar mais aquecidos com os feriados prolongados. “As pessoas que não viajam, aproveitam para sair, passear e isso aquece o comércio local. Os shoppings centers viram grandes atrativos nessas épocas”, avalia.

Confira os feriados de 2018:

Confraternização Universal – 1º de Janeiro (Segunda)

Carnaval e Quarta -feira de Cinzas - 13 e 14 de Fevereiro (Terça e quarta até o meio dia)

Paixão de Cristo – 30 de Março (Sexta)

Tiradentes – 21 de Abril (Sábado)

Dia do Trabalho – 1º de Maio (Terça)

Corpus Christi – 31 de Maio (Quinta)

Assunção de Nossa Senhora  - 15 de Agosto (Quarta)

Independência do Brasil – 7 de Setembro (Sexta)

Nossa Senhora de Aparecida – 12 de Outubro (Sexta)

Finados – 2 de Novembro (Sexta)

Proclamação da República - 15 de Novembro (Quinta)

Nossa Senhora da Conceição - 8 de Dezembro (Sábado)

Natal – 25 de Dezembro (Terça)

Fonte: O Tempo
 

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Com a maior malha rodoviária do país, Minas Gerais é o Estado que mais precisa de investimento em suas rodovias, segundo a pesquisa de qualidade das rodovias da Confederação Nacional do Transporte (CNT). São R$ 9,2 bilhões necessários para reconstruir, restaurar e fazer a manutenção de trechos com problemas. No Estado, apenas 11,7% do pavimento está em perfeitas condições, aponta o estudo divulgado nesta terça-feira (7). Em todo o Brasil, seriam necessários R$ 51,5 bilhões. Com isso, rodar em Minas fica 32,4% mais caro para motoristas e transportadoras em função de falta de segurança, mais manutenção dos veículos e maior consumo de combustível. Esses problemas encarecem o custo em 27% na média do país.

A avaliação das rodovias no Estado também foi pior que a média nacional na comparação com o ano passado. Foram avaliados 15.076 km em Minas. Desses, 10.526 km (69,8% das vias) estão em condições regulares, ruins ou péssimas, considerando pavimento, sinalização e geometria (se é pista simples ou duplicada). Em 2016, esse índice mineiro foi de 58,2%. No país, o aumento foi menor: passou de 58,2% em 2016 para 61,8% em 2017.

Segundo o diretor executivo da CNT Bruno Batista, a queda da qualidade das rodovias, tanto no Estado como no país, está ligada à falta de investimentos públicos. “Com a retomada do crescimento econômico, é inadiável retomar os investimentos em infraestrutura”, afirma Batista. Em 2011, os investimentos públicos federais em infraestrutura rodoviária foram de R$ 11,21 bilhões; em 2016, caíram para R$ 8,61 bilhões, e neste ano, até o mês de junho, foram de R$ 3,01 bilhões.

“O modal rodoviário é o principal da logística no Brasil, isso significa que aumento de custo para rodar impacta o preço para todos os consumidores”, afirma o professor de economia do Ibmec Felipe Leroy.

Segundo Batista, 62% de toda a carga no país é transportada nas rodovias, mas, se o minério for retirado dessa conta, o percentual passa para 90%. “Todos os setores, portanto, são impactados pela falta de infraestrutura rodoviária, e quem paga a conta é o consumidor final”, avalia o dirigente.

“Sabemos da situação fiscal dos governos de Minas e do país, a falta de recurso é grande. Mas é preciso melhorar os níveis de investimento, priorizar o planejamento e aumentar a fiscalização das obras”, opina Batista.

Trechos privados também pioraram

As rodovias em concessão em Minas Gerais tiveram uma avaliação melhor do que as públicas. Segundo o estudo da CNT, 74,4% das vias concedidas foram avaliadas como boas ou ótimas. Já nas públicas, 79,7% da extensão é considerada regular, ruim ou péssima.

No país, os índices são melhores, mas as concedidas tiveram piora na avaliação. Em 2017, 74,4% atingiram a classificação ótimo ou bom. No ano passado, esses índices foram de 78,7%.

“As concessões são uma solução para um problema que precisa ser resolvido emergencialmente”, avalia o professor de economia do Ibmec Felipe Leroy. Para o diretor executivo da CNT, Bruno Batista, as concessões “são um bom remédio, mas não resolvem o problema sozinhas”. “Investimento público é necessário”, diz.

Quase todos os pavimentos têm avarias

Minas Gerais tem 89,3% do pavimento de suas rodovias com alguma avaria. São 97 trechos de pavimento totalmente destruído identificados pela pesquisa da CNT. A extensão com pavimento desgastado é de 49,5%.

A pesquisa identificou ainda 23 pontos críticos. São 13 trechos com erosões na pista, sete com buracos grandes e três com quedas de barreira que colocam em risco o condutor ao trafegar pelas rodovias no Estado.


E mais...

Extensão. Pesquisa CNT de Rodovias avaliou 105.814 km de rodovias no país.

Sinalização. É o aspecto que mais se deteriorou em 2017. A maior parte da sinalização, 59,2%, foi considerada regular, ruim ou péssima.

Acidentes. Foram 96.362, com 6.398 óbitos, em 2016, nas rodovias federais policiadas e resultaram em um custo de R$ 10,88 bi.

Pior trecho do país. Natividade (TO) a Barreiras (BA): BA–460, BR–242, TO–040 e TO–280.

Melhor trecho do país. São Paulo (SP) – Limeira (SP): SP–310/BR–364, SP–348.

Fonte: O Tempo

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Entre os dias 1º de novembro de 2017 e 28 de fevereiro de 2018, a pesca fica restrita nas Bacias Hidrográficas do Leste do Estado e nos rios Grande, Paranaíba e São Francisco por causa do período da Piracema, que é quando os peixes sobem para as cabeceiras dos rios para se reproduzirem.  “O período da Piracema é fundamental para a reposição das espécies que vivem nos rios, barragens e represas do estado”, afirma o diretor de Fiscalização dos Recursos Faunísticos e Pesqueiros da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Marcelo Amarante.

De acordo com as Portarias 154, 155 e 156 do Instituto Estadual de Florestas (IEF), publicadas em 2011, a pesca de espécies nativas está proibida em todo o Estado; a de espécies exóticas (com origem em outros países) e alóctones (com origem em outros estados) está restrita a três quilos diários.

Já a pesca amadora e de subsistência é permitidas desde que observadas as restrições.


Fonte: Agência Minas

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De um lado, um maciço que se ergue a cerca de 80 metros e contém quase 10 milhões de metros cúbicos de rejeito de minério.

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Minas Gerais foi o único entre os seis estados mais populosos do país a apresentar queda no número de latrocínios – roubos seguidos de morte – nos últimos sete anos. Os dados são do 11º Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança, que será lançado nesta terça-feira.

O estudo, que concentra estatísticas oficiais das autoridades de segurança dos estados, mostra que os latrocínios cresceram 57,8% no Brasil. Em 2016 foram registrados 2.514 assassinatos cometidos durante o ato do roubo ou em consequência dele. Na edição anterior do estudo, divulgada em 2010, o número havia sido de 1.593.

Em 19 estados houve aumento nesse tipo de crime. Rondônia (124%), Tocantins (73%) e Rio de Janeiro (70%) foram os estados com maior crescimento. No outro extremo, entre as unidades da federação em que os índices de latrocínio regrediram, as principais quedas foram em Roraima (45%), Paraíba (28%) e Amapá (23%). Nos seis estados mais populosos além do Rio de Janeiro, foram registradas altas em São Paulo (1,2%), Bahia (1,4%), Paraná (8,3%), Rio Grande do Sul (17,1%) e Pernambuco (45%). Apenas em Minas Gerais houve recuo, de 10,6%.

Na relação entre o número de latrocínios e a população, o Pará aparece como o mais violento, com 2,6 casos por 100 mil habitantes no ano. Outros quatro estados superaram o índice de 2/100mil: Pará, Goiás, Amapá, Amazonas e Sergipe. Na outra ponta da tabela, Tocantins, São Paulo, Santa Catarina, Paraíba, Paraná e Minas Gerais ficaram abaixo de um por 100 mil. A taxa média do paíse é de 1,2 latrocínios a cada 100 mil habitantes.

Para especialistas, a alta generalizada tem relação direta com a crise econômica que o país tem enfrentado. Sem recursos, os estados reduziram os investimentos em estrutura e pessoal nos últimos anos.

Fonte: Estado de Minas

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Congonhas está inserida no Mapa Gastronômico de Minas Gerais, graças ao tradicional Festival da Quitanda, realizado sempre no terceiro domingo de maio. Lançado neste mês pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Turismo (SETUR), o guia, que faz parte do programa +Gastronomia, tem o objetivo de potencializar o turismo gastronômico do Estado. Os sabores congonhense têm ganhado cada vez mais espaço e o resultado desse sucesso pode ser visto em diversas outras ações que valorizam nossa culinária. Um exemplo é a participação das quitandeiras na Feira de Agricultura Familiar e Urbana, realizada todo mês em Belo Horizonte.

Baixe o Mapa Gastronômico: https://goo.gl/cih2tY


Um bezerro que nasceu com três orelhas virou a atração da comunidade de Espigão, em Capelinha, na região do Vale do Jequitinhonha. O animal, que nasceu em uma pequena propriedade no dia 2 de outubro, já recebeu diversas propostas de compra de fazendeiros da cidade.

O produtor de eventos José Fernando, de 35 anos, mais conhecido na região como “Zé Tocha”, que é genro dos donos do bezerro, conta que a comunidade não acreditou quando o sogro dele falou para os vizinhos sobre o bicho com três orelhas. Entretanto, quando as fotos do animal foram divulgadas nas redes sociais, as propostas começaram a aparecer para a família.

“O bezerro virou a sensação de Capelinha. No começo, o povo achou que era mentira, invenção nossa. Mas quando viram o animal, aí não faltaram ofertas”, disse o produtor.

De acordo com “Zé Tocha”, o sogro dele, o produtor rural Valtelino Camargos, 65, garante que não vai vender o bichinho nem por uma proposta milionária. “Os fazendeiros falaram para meu sogro botar um preço logo. Estão doidos para comprar. Só que não vai ter venda! A família vai cuidar do bezerro. O animal vai ser amansado e ficará na propriedade a vida toda”, ressalta.

Bezerro Bezerro


Anomalia

O veterinário da família foi chamado assim que o bezerro nasceu. O especialista verificou que o animal está saudável e a terceira orelha trata-se de uma anomalia rara. O caso pode ser único no Brasil.

“O veterinário que cuida dos nossos gados já fez todos os exames no bicho. Ele está saudável, é mesmo uma anomalia genética. Ele falou que é um caso muito raro e não há outro registro no país”, destaca “Zé Tocha”.

O bezerro de três orelhas ainda não tem nome. A família disse que as rádios locais pretendem elaborar uma enquete com a participação da comunidade rural para fazer a escolha.

Fonte: Fato Real

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O Mapa Gastronômico de Minas Gerais foi lançado oficialmente nesta quarta-feira (18) na Casa da Gastronomia Mineira – Mineiraria, em Belo Horizonte. O mapa integra o programa + Gastronomia e contempla 39 circuitos turísticos do estado.

O guia traz uma compilação de 31 circuitos turísticos do Estado. Além disso, o mapa cataloga 150 festivais gastronômicos do estado, 120 produtores locais que recebem visitas e 27 roteiros gastronômicos. O objetivo é reunir em um mesmo espaço atrativos turísticos e gastronômicos do Estado.

Congonhas está no mapa com o Festival da Quitanda, que acontece sempre no mês da maio, quando o público tem a chance de degustar as antigas quitandas de fazenda, conhecer produtos locais e vivenciar apresentações culturais.

O "Festival Gastronômico Sabores Jeceaba", o "Circuito Gastronômico de Bares Lafaiete Sabores" e a "Festa da Cachata" de Barra, distrito de Itaverava também entraram na lista.

Com o objetivo de potencializar o turismo gastronômico do estado, o guia, destinado aos turistas e operadores de viagens, traz no conteúdo uma compilação dos principais festivais gastronômicos, visitas aos produtores locais e roteiros de gastronomia.

Elaborado em parceria com os circuitos turísticos mineiros que compõem o mapa do turismo em Minas Gerais, o Mapa Gastronômico possibilitará o conhecimento da oferta gastronômica do estado, contribuindo assim para o planejamento, gestão e promoção da gastronomia mineira enquanto atrativo turístico.

A iniciativa é do governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Turismo (Setur-MG). Veja mais informações no site.

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