Imprudência dos motoristas, falta de manutenção e clandestinidade de veículos de fretamento e más condições das rodovias são uma mistura perigosa para quem anda de ônibus nas estradas federais que cortam Minas. Essas vias foram palco de 211 acidentes de coletivos que fizeram 1.216 vítimas no primeiro semestre deste ano. O número equivale a pelo menos uma ocorrência por dia. O saldo foi de 34 mortes, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A estatística remete ao grave acidente ocorrido na semana passada com um ônibus clandestino, na BR-381, em Brumadinho, na Grande BH, que deixou sete mortos.

Em todo o país, foram 1.575 ocorrências que levaram a 207 óbitos nos seis primeiros meses de 2017. Minas foi o Estado com maior número de casos. “Temos a maior malha rodoviária, que serve como caminho para diversas regiões do país. Como há mais veículos transitando, é esperado que ocorram mais acidentes”, frisa o inspetor Aristides Júnior, porta-voz da PRF mineira.


Imprudência


Pressa e ultrapassagens indevidas estão no ranking de causadoras dos acidentes, afirma o especialista em transporte e trânsito Márcio Aguiar. “As rodovias estão cada vez mais movimentadas e os motoristas de ônibus têm horários para seguir. Com a pressão do relógio e o cansaço da viagem, eles cometem várias imprudências, e acabam batendo”.

A PRF não especificou as principais formas de batidas envolvendo esses veículos. Mas, segundo Aguiar, dois tipos comuns são as colisões frontais e laterais, que estão relacionadas à perda de direção e ultrapassagens equivocadas, principalmente em estradas não duplicadas. Inclusive, pesquisa recente da Confederação Nacional do Transporte (CNT) mostrou que 88,9% das rodovias mineiras têm pista simples de mão dupla.

A negligência no volante, entretanto, não fica somente sob a responsabilidade dos motoristas de ônibus. Muitas vezes, carros menores são os causadores. “Como muitas estradas mineiras não têm o que chamamos de ‘terceira pista’, os ônibus não podem se manter à direita. Na subida, eles tendem a seguir em uma velocidade menor, e os motoristas mais apressadinhos nos veículos de passeio se arriscam para passá-los”, observa Márcio Aguiar.

Para o presidente do Instituto Brasileiro de Segurança no Trânsito (IST), David Duarte Lima, a situação piora devido a falta de manutenção adequada dos ônibus. “O coletivo é de uso intensivo. Então, são necessárias revisões constantes, o que nem sempre é levado a sério pelas empresas, principalmente pelas clandestinas”.


Outro lado

Assessora jurídica do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Minas Gerais (Sindpas), Zaira Carvalho Silveira afirma que os empreendimentos que atuam no transporte intermunicipal no Estado se preocupam com as condições dos veículos e treinamento dos motoristas, justamente para evitar acidentes. A Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado de Minas (Fettrominas) não se pronunciou sobre o assunto.

Fonte: Hoje Em Dia

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Um homem morreu vítima de um acidente nesta segunda-feira, 13, em Lafaiete.

O fato aconteceu na rua Amintas Junqueira, 1.370, no bairro Morada do Sol. O motorista de um caminhão fazia a retirada de uma máquina de prensa injetora de plástico de um terreno, através de um braço mecânico acoplado no caminhão, quando a máquina tombou e atingiu Edilson José Campos (59) que estava próximo, ajudando na descida do objeto.

Edilson, conhecido como Carequinha, foi prensado pela máquina que pesa cerca de 4 toneladas, sofreu graves ferimentos na região do pescoço e cabeça e não resistiu.

Polícia, Samu e Corpo de Bombeiros foram acionados.  Os militares não encontraram o caminhão no local, que havia sido retirado pelo condutor, Claudio José. Posteriormente localizado, o caminhão foi removido e o condutor apresentado à delegacia de Polícia, ficando à disposição da autoridade policial de plantão para os trâmites legais. 

Não há ainda informação sobre velório e sepultamento de Edilson.

Fonte: Fato Real

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O corpo do jovem Willian Douglas Galdino de 26 anos foi sepultado no cemitério Nossa Senhora da Conceição, em Jeceaba, na tarde deste sábado, dia 04, sob um clima de grande comoção.

Willian morreu na noite de sexta-feira, dia 03, após ter sido esfaqueado em uma quadra de futebol onde ele participava de uma atividade esportiva na comunidade rural de Machados, distrito de Jeceaba.

Segundo informações, após um desentendimento ele foi atingido por um golpe de faca no abdome desferido pelo vizinho, identificado como Mateus.

Willian chegou a ser socorrido e levado ao hospital em Congonhas, porém não resistiu ao ferimento e veio a óbito.

Conforme populares, o crime aconteceu por motivos fúteis, o que gerou revolta e comoção aos moradores da comunidade, principalmente pelo fato dos dois envolvidos terem sido criados juntos.

​Até o fechamento desta matéria, não fomos informados sobre o paradeiro do autor.

Fonte: AFX Notícias

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Minas Gerais foi o único entre os seis estados mais populosos do país a apresentar queda no número de latrocínios – roubos seguidos de morte – nos últimos sete anos. Os dados são do 11º Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança, que será lançado nesta terça-feira.

O estudo, que concentra estatísticas oficiais das autoridades de segurança dos estados, mostra que os latrocínios cresceram 57,8% no Brasil. Em 2016 foram registrados 2.514 assassinatos cometidos durante o ato do roubo ou em consequência dele. Na edição anterior do estudo, divulgada em 2010, o número havia sido de 1.593.

Em 19 estados houve aumento nesse tipo de crime. Rondônia (124%), Tocantins (73%) e Rio de Janeiro (70%) foram os estados com maior crescimento. No outro extremo, entre as unidades da federação em que os índices de latrocínio regrediram, as principais quedas foram em Roraima (45%), Paraíba (28%) e Amapá (23%). Nos seis estados mais populosos além do Rio de Janeiro, foram registradas altas em São Paulo (1,2%), Bahia (1,4%), Paraná (8,3%), Rio Grande do Sul (17,1%) e Pernambuco (45%). Apenas em Minas Gerais houve recuo, de 10,6%.

Na relação entre o número de latrocínios e a população, o Pará aparece como o mais violento, com 2,6 casos por 100 mil habitantes no ano. Outros quatro estados superaram o índice de 2/100mil: Pará, Goiás, Amapá, Amazonas e Sergipe. Na outra ponta da tabela, Tocantins, São Paulo, Santa Catarina, Paraíba, Paraná e Minas Gerais ficaram abaixo de um por 100 mil. A taxa média do paíse é de 1,2 latrocínios a cada 100 mil habitantes.

Para especialistas, a alta generalizada tem relação direta com a crise econômica que o país tem enfrentado. Sem recursos, os estados reduziram os investimentos em estrutura e pessoal nos últimos anos.

Fonte: Estado de Minas

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Uma pessoa morreu e seis ficaram feridas em um acidente na tarde dessa segunda-feira, 23/10, por volta de 15h30 envolvendo dois automóveis que colidiram na rodovia MG-129, na altura do km 181, nas proximidades da Serra de Ouro Branco: O  Fiesta placa HDQ7694, que era conduzido por Fernando Ceconi (28)  tendo como ocupantes um menor de 04 anos e Aparecida da Silva (54) e o Fusion  placa HIY 0004 dirigido  por Pedro Alves (67)  tendo como ocupantes Carlos Borba (69) e Valdeni Borba (54).

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Vítima fatal

Quando os bombeiros chegaram ao local  duas equipes do Samu já faziam os trabalhos iniciais e verificaram que a vítima Valdeni Borba apresentava-se em óbito presa entre as ferragens.

Feridos

O condutor do Fiesta, Fernando e o menor de 04 anos apresentavam traumatismo craniano  grave e foram removidos para o Hospital São José, em Lafaiete e posteriormente para  o Hospital João XXIII em Belo Horizonte e um hospital de Barbacena.

A vítima Aparecida sofreu fratura exposta na perna direita e  também foi conduzida ao Hospital e Maternidade São José, de Conselheiro  Lafaiete, juntamente com  o condutor do Fusion que apresentava suspeita de lesão no tórax.

Fonte e fotos: CBMG e Fato Real

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Congonhense morre em acidente na BR 040

Segunda, 02 Outubro 2017 14:51

Um acidente ocorrido na noite deste domingo, dia 1º de outubro, na BR 040,


Neste sábado, dia 23, por volta das 22h, a Polícia Militar foi informada que havia um homem esfaqueado próximo de um bar no bairro Pires, em Congonhas.

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Um homem morreu em decorrência de um acidente na noite deste domingo, 24/09, no km 602 da BR-040, na localidade do Pires, em Congonhas.

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Minas tem nove acidentes com vítima por hora

Sábado, 23 Setembro 2017 02:36

Uma tragédia diária, com resultados diluídos na rotina do trânsito, se desenrola em ruas, avenidas e estradas que cortam o estado com maior malha viária do país. Na Semana Nacional de Trânsito, que busca a conscientização de motoristas para o risco de desastres e a importância da prevenção, a constatação é de que a cada hora quase 10 ocorrências com vítimas são registradas em Minas Gerais.

Os números, contabilizados pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), apontam que de janeiro a julho deste ano foram 45.759 acidentes de trânsito com mortos ou feridos em áreas urbanas e rodovias sob jurisdição da Polícia Militar, nos quais 3,7 mil pessoas foram atropeladas. A situação é, na verdade, ainda mais grave, já que a estatística não considera dados de BRs sob fiscalização federal no estado, onde de janeiro a agosto ocorreram mais 8.766 acidentes com vítimas.

O levantamento da Segurança Pública estadual, porém, leva em conta rodovias violentas, como o Anel Rodoviário de Belo Horizonte, de responsabilidade da Polícia Militar Rodoviária (PMRv), onde ontem mais um grave acidente colocou em risco motoristas, passageiros e pedestres. O desastre ocorreu mais uma vez na arriscada descida entre os bairros Buritis e Betânia, na Região Oeste de BH, onde o tombamento de uma carreta travou o trânsito em diversas áreas da capital mineira durante boa parte do dia. Desta vez, pelo menos, não houve vítimas no trecho, onde o último desastre grave com um caminhão matou na hora três pessoas – pai, mãe e filho – que estava em um carro que se incendiou após ser atingido, no dia 6 deste mês.

Para o doutor em engenharia de tráfego pela Universidade Federal do Rio de Janeiro Frederico Rodrigues, há fatores que contribuem para desastres como esse, com mortes e pessoas gravemente feridas. “De modo geral, rodovias em áreas urbanas, como é o caso do Anel Rodoviário de Belo Horizonte, causam acidentes com mortes e feridos. Também são fatores para ocorrências graves interseções das estradas com áreas urbanas e, nas vias de áreas rurais, pontos estreitos que não permitem ultrapassagens.”

Na avaliação do especialista, iniciativas como a Semana Nacional de Trânsito, que tem um conjunto de ações educativas, são importantes. “Mas, além da conscientização dos motoristas, são necessárias as intervenções que afastem as situações de risco nas vias”, pontuou. Novamente, o Anel Rodoviário é um exemplo clássico de rodovia que não evoluiu com o passar dos anos e cujos gargalos de tráfego fazem e continuarão fazendo vítimas.


MENOS TRÁFEGO

Segundo o levantamento sobre desastres com vítimas feito pela Secretaria de Estado de Segurança Pública, os dados de janeiro a julho deste ano mostram uma leve retração quando comparados com igual período em 2016. No ano passado, foram 49.794 ocorrências com vítimas no estado, o que equivale a um recuo de 8% neste ano. Porem, para Frederico Rodrigues, essa queda não pode ser atribuída a iniciativas governamentais.

“Em análise do volume de tráfego no país entre 2014 e 2016, com base em dados públicos, percebe-se uma queda de 7% resultante da crise econômica. Com menor circulação de veículos transportando cargas nas rodovias, entre outros, ocorre redução de acidentes. As ações de segurança pública diante desse quadro não fizeram diferença”, analisa o doutor em engenharia de tráfego. Segundo ele, até o fim do ano a previsão é de 14% de veículos a menos trafegando pelas estradas brasileiras.

PREVENÇÃO Entre as variadas ações promovidas por órgãos governamentais na Semana Nacional de Trânsito, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) de Minas promoveu blitz educativa na BR-356, saída para o Rio de Janeiro, para chamar a atenção dos motoristas sobre os riscos de beber e dirigir, do excesso de velocidade e para a necessidade de uso correto do cinto de segurança. Cerca de 200 condutores de carros, caminhões e motos foram parados na operação, terça-feira, próximo ao BH Shopping, na pista de saída para o Rio de Janeiro. Todos receberam material educativo e informações detalhadas de procedimentos seguros na direção e erros mais comuns que levam a acidentes.

Para Leandro Almeida, coordenador estratégico da Integração da Sesp, a redução dos acidentes passa por dois eixos fundamentais: educação e capacitação. “É necessário, antes de tudo, ter ações intersetoriais voltadas para a educação, desde a formação, até passar por aspectos de cidadania. A Sesp investe muito nessa intersetorialidade entre educação e capacitação.”

Prevenir, diz a coordenadora das Ações de Trânsito da secretaria, Christiane Aguiar, é a melhor forma de atuar para reduzir os desastres. “Na maioria das vezes, acidentes de trânsito acontecem por imprudência ou imperícia dos motoristas. Então, tentamos fazer essa conscientização para prevenir e reduzir as estatísticas”, acrescenta.

A psicóloga especialista em transporte e trânsito Lourdes Maire Tavares Campos, gestora em Transporte e Obras do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem (DEER-MG), diz que pesquisas apontam que em até 90% dos acidentes as causas estão relacionadas a falhas humanas. Portanto, o trabalho preventivo é fundamental.

Já o tenente Fúlvio Estefane, da Polícia Militar Rodoviária Estadual, lembrou um novo desafio para a educação no trânsito: o uso disseminado de celular ao volante. “É preciso essa conscientização para que o fator humano, hoje o principal causador de acidentes de trânsito, seja diminuído.”

Fonte: Estado de Minas

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No último sábado, dia 16, por volta de 17h, a Polícia Militar da 9ª Cia PM Ind foi acionada a comparecer no bairro Joaquim Murtinho, em Congonhas,

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