A febre amarela avança em Minas Gerais, com crescimento no número de cidades atingidas, de mortes suspeitas e confirmadas e também de casos sob investigação. A cidade com o maior registro de óbitos é Nova Lima, na região metropolitana, que teve ontem o quarto caso constatado. Goianá, na Zona da Mata, também confirmou um óbito nesta segunda-feira (15), totalizando 12 no Estado – 11 confirmados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) e mais um informado pela Prefeitura de Barra Longa, também na Zona da Mata, mas ainda fora das estatísticas oficiais do Estado.

Belo Horizonte, que até então não aparecia na lista da SES, entrou no balanço com três ocorrências de internação e cura sob averiguação. Outras quatro pessoas teriam morrido no Hospital Eduardo de Menezes, na capital, com indícios da doença, sendo duas oriundas de Caeté, na região metropolitana, e duas de Mariana, na região Central. No total, o Estado tem 34 casos em investigação, sendo oito óbitos e 26 internados ou curados.

A morte registrada em Goianá segue o padrão dos outros casos do Estado: era um homem de 40 anos que não tinha tomado a vacina, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde da cidade.

“Ele tinha certa resistência em cuidar da saúde, morava no centro de Goianá, e toda a família tinha se imunizado”, relatou o secretário Municipal de Saúde, Lúcio Alvim.

Segundo ele, o paciente trabalhava com motosserra e fez serviços no fim do ano passado em uma área de mata, na zona rural de Goianá, na divisa com as cidades de São João Nepomuceno e Rio Novo, na Zona da Mata.

“Todos os trabalhadores do local tinham tomado vacina desde a campanha que fizemos no ano passado. Não tinha macaco morto lá nem caso suspeito”, completou Alvim.

A cobertura vacinal em Goianá é de mais de 80%, sendo que o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é acima de 95%. O secretário acredita que o índice seja melhor considerando as pessoas que trabalham em Juiz de Fora e se vacinaram lá, mas ainda assim faz o alerta. “Infelizmente a população ainda não acordou. Estamos intensificando a vacinação, indo de casa em casa, mas tem muita gente que não aceita se imunizar”, afirmou.

Em Nova Lima, a morte foi de um homem de 47 anos, morador do bairro Santa Rita, que teria ido a São Paulo cerca de 15 dias antes de os primeiros sintomas da doença se manifestarem.

Mutirão

Em virtude dos novos casos da doença na região metropolitana, a Prefeitura de Belo Horizonte vai abrir os centros de saúde no próximo sábado, dia 20, para vacinação.

Caeté

A Prefeitura de Caeté informou que tem três casos em investigação, sendo um óbito – outra óbito teria ocorrido neste fim de semana no Hospital Eduardo de Menezes, ainda não confirmada. Três macacos mortos foram encontrados na semana passada e estão em análise.

Mariana

A cidade, que já tem dois óbitos confirmados, tem mais dois pacientes sob investigação. Um macaco encontrado tinha a doença.

Fonte: O Tempo

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Quatro mortes foram confirmadas por febre amarela nesta quinta-feira (11), em Minas Gerais. No total, são 11 casos confirmados da doença no Estado, sendo dez óbitos no período 2017/2018, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES).

As mortes aconteceram em Nova Lima (3), Brumadinho (1), ambas na região metropolitana, Mariana (2) e Barra Longa (2), as duas cidades na região Central, Carmo da Mata (1), no Centro-Oeste e Mar de Espanha (1), na Zona da Mata.

Em Barra Longa, a SES confirmou apenas um óbito pela doença. Porém, a prefeitura da cidade na Zona da Mata confirmou o outro óbito.

Todos os óbitos foram confirmados a partir de resultados laboratoriais liberados pela Fundação Ezequiel Dias (Funed). Os pacientes, de acordo com a SES, apresentaram da doença sintomas no período entre 29 de dezembro de 2017 e 05 de janeiro de 2018.

Nova Lima registra terceira morte por febre amarela.

Fonte: O Tempo

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou, na tarde desta terça-feira (2), o balanço final sobre a operação de virada de ano feita entre os dias 29 e 1º nas estradas que cortam Minas Gerais. De acordo com a corporação, foram registrados 207 acidentes nestas rodovias, somando 209 feridos e cinco mortes confirmadas.

Os óbitos registrados tiveram pico no primeiro dia da operação, na sexta-feira (29), com três mortes confirmadas. A primeira, se deu pelo atropelamento de um ciclista na BR-040, em Barbacena. Outra morte, também na 040, aconteceu por conta de um atropelamento de pedestre por uma moto, em Ribeirão das Neves. No mesmo dia, uma colisão frontal entre um carro e um caminhão, na BR-262, em Luz, vitimou outra pessoa.

Já no sábado (30), um atropelamento na BR-381, em São Gonçalo do Sapucaí, também teve vítima fatal. O motorista fugiu do local. No domingo (31), um capotamento de carro na BR-365, em Monte Carmelo, também causou morte.

Em comparação com a operação de natal, entre os dias 22 e 25, o número de acidentes aumentou, mas as mortes ficaram em menor número. No natal, foram registrados 190 acidentes, sendo 201 feridos e 14 vítimas fatais.


Autuações

Durante a operação de virada de ano, foram registradas 24 autuações da Lei Seca no Estado - contando com três prisões por conta da irregularidade. Outros 6.226 motoristas foram multados por excesso de velocidade, e 313 por ultrapassagem irregular.

Fonte: O Tempo

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Minas Gerais teve mais um feriado sangrento nas rodovias. Balanço divulgado pelas polícias Rodoviária Federal e Militar Rodoviária mostram que 38 pessoas perderam a vida de sexta-feira até o fim de segunda-feira no recesso de Natal. A violência foi maior nas ocorrências nas estradas estaduais, onde 24 mortes foram registradas. Foram computados 399 acidentes que resultaram em 495 pessoas feridas.

De acordo com a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), de 0h de sexta-feira até 23h59 de segunda-feira, foram registrados 209 ocorrências de acidentes, sendo 125 com pessoas feridas e outras 14 que resultaram em morte. Foram 294 feridos e 24 mortes. Foram 30.160 veículos fiscalizados e 1.946 testes do bafômetro realizados. A ação resultou na prisão de 29 motoristas por embriaguez ao volante. Também foram recolhidas 130 Carteiras Nacional de Habilitação (CNH), 325 motoristas inabilitados autuados e a prisão de 72 pessoas por outros crimes. O excesso de velocidade também foi combatido com uso de radares. Eles registraram 1.689 imagens.

A ocorrência mais grave registrada no estado durante o recesso de Natal foi em uma estrada estadual. Na tarde de sábado, a batida entre um ônibus, uma cegonheira e uma caminhonete deixou oito pessoas mortas na MGC-122, em Mato Verde, na Região Norte de Minas Gerais. Os veículos se incendiaram no acidente. Sete vítimas morreram carbonizadas e outra no hospital da cidade.

O acidente aconteceu por volta das 13h no trecho entre as cidades de Porteirinha e Mato Verde. Segundo testemunhas, o veículo modelo da Ford F250 fazia uma ultrapassagem em faixa continua e acertou a lateral da carreta (cegonheira) cheia de veículos. A cegonheira saiu na lateral da pista e quando voltou, acertou o ônibus de passageiros, momento que pegou fogo. Continua depois da publicidade

O ônibus saiu de São Paulo com destino a Matina, cidade de 11,1 mil habitantes perto de Guanambi, no interior da Bahia. Grande parte dos passageiros era de sacoleiros. As mercadorias inflamáveis no bagageiro contribuíram para o avanco rápido das chamas. O coletivo era de uma uma empresa chamada Alicinha Turismo, de Guanambi, e, segundo testemunhas, estaria fazendo transporte clandestino de passageiros, o que ainda será investigado. O motorista do ônibus morava em Guanambi. O condutor da cegonheira seria morador de São Bernardo do Campo (SP).


Rodovias federais

Nas rodovias federais, a PRF registrou 14 mortes em acidentes. Balanço divulgado pela corporação nessa segunda-feira mostra que a imprudência tomou conta das rodovias. Metade do número de mortes no Natal teve origem em ultrapassagens irregulares. De sexta-feira a segunda, foram registrados 190 acidentes, que deixaram 201 feridos. A Operação Natal 2017 terminou com 2.047 autuações, sendo 457 por ultrapassagem, e 20 pessoas presas. Os radares aplicaram 3.384 multas por excesso de velocidade. Dos 10 acidentes que terminaram com mortes, três foram colisão frontal, com sete das 14 mortes. A imprudência pode ser vista nas condições da pista: em apenas um dos acidentes chovia, o restante estava com tempo bom.


O mais grave deles foi justamente no dia 25, quando três pessoas morreram e duas ficaram feridas num acidente entre uma carreta e um carro, que fechou por horas os dois sentidos da BR-381 em Antônio Dias, no Vale do Rio Doce. O motorista do carro saiu de Ipatinga quando, na altura do km 292, perdeu o controle da direção e bateu na carreta. Em Padre Paraíso, no Vale do Jequitinhonha, Erivelton Soares Antônio, de 39 anos, morreu depois que seu Fiat Siena com placa de Belo Horizonte saiu da pista logo depois de uma curva e bateu em uma árvore no Km 177 da BR-116.

Fonte: Estado de Minas

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Mais uma pessoa foi assassinada em Lafaiete, aumentando o número de mortes violentas na cidade registradas neste fim de ano. Foi localizado na noite desta terça-feira, 12/12, o corpo de um homem, na Estrada União Indústria, no bairro São Geraldo.

A polícia foi acionada via telefone por uma pessoa que percebeu o mau cheiro vindo de um imóvel. No local, policiais escalaram um muro para ter acesso a parte superior da casa, aparentemente abandonada e danificada, onde foi encontrado o corpo de um homem já em estado de decomposição.

A vítima foi identificada como Carlos Roberto Rosa Campos, de 50 anos. Ele foi morto, aparentemente ao ser atingido com um pedaço de concreto que provocou esmagamento de crânio.

Familiares informaram que Carlos havia saído de casa no domingo, dia 10, provável data em que o crime ocorreu.


Explosão de violência

Com a morte de Carlos  Roberto Rosa Campos sobe para  5 o número de homicídios em Lafaiete em menos de um mês, causando reação da população que demonstra estar assustada com a violência na cidade.

No dia 19/11 Joseph Roger Xavier do Carmo (23), foi morto a tiros quando saía da sede da Associação de Proteção e Assistência ao Condenado – APAC, no bairro Sion.
leonardo - crime

Luciana da Silva Nascimento foi assassinada no dia 26/11. A jovem de apenas 19 anos foi estrangulada pelo ex-namorado Leonardo Gonçalves Ribeiro (22).

No dia 06/12 Jhonatan Philip Basílio foi encontrado morto no local conhecido como Morro do Pink Floyd, na região do bairro Morro da Mina.

Dois dias depois, no dia 08/12 Emerson Passos Aguiar Rosa foi encontrado morto dentro da casa de número 46, da rua Napoleão Reis, no bairro de Lurdes.


Prisão

Destes crimes, apenas um autor estava preso até o fechamento desta matéria, Leonardo Gonçalves Ribeiro. Há informações de que a polícia estaria na iminência de prender nas próximas horas o autor de outro homicídio praticados na cidade.

Fonte: Fato Real

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Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou, na tarde de ontem, dia 16, o balanço de operações realizadas no feriado prolongado de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Segundo a PRF, foram registrados 151 acidentes, com 178 feridos e seis mortes nas estradas mineiras durante este feriado de 12 de outubro.

Ainda segundo a PRF, domingo foi o dia mais violento. Foram registradas três mortes na volta para a capital, sendo um atropelamento na BR 040, perto da cidade de Alfredo de Vasconcelos, e duas mortes em uma colisão frontal, também na BR-040, na altura de Curvelo.

A polícia também emitiu 6.533 multas por excesso de velocidade, enquanto as multas por ultrapassagens proibidas somam 471. Foram fiscalizados 9.645 veículos.

A PRF informou ainda que não há dados comparativos de 2016, porque, no ano passado, o feriado não foi prolongado.

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Pelo menos cinco pessoas morreram e 20 ficam feridas por causa da chuva que atinge Minas Gerais desde esta segunda-feira (2). Embora não haja um balanço oficial, foram pelo menos cinco mortes no Estado.

Em Belo Horizonte o taxista Fábio Teixeira Magestes, de 37 anos, morreu depois que uma árvore caiu em cima do carro em que eles estava na rua Timbiras, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. Outras duas pessoas que estavam em Uber na mesma rua também ficaram feridas.

Já em Uberaba, no Triângulo Mineiro, duas pessoas morreram e outras 12 ficaram feridas após a queda de um raio em uma fazenda da zona rural, onde as vítimas trabalhavam. José Everaldo da Silva, 36 anos e Laurinete Ribeiro da Silva, 41 anos não resistiram aos ferimentos e morreram.

Já em Juiz de Fora, na Zona da Mata, o deslizamento de um barranco causou a morte de dois homens e deixou outros três feridos na manhã desta terça-feira (3). A Defesa Civil informou que 15 homens trabalhavam na obra no momento do acidente. As cinco vítimas faziam uma escavação onde o barranco desabou.

Em Congonhas, na região Central de Minas, três pessoas - um bebê, uma criança e uma idosa - ficaram feridas na tarde desta segunda-feira (2) após um desabamento de uma casa durante um temporal que atingiu a cidade durante a tarde.

Fonte: O Tempo

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O acidente entre dois carros que matou quatro pessoas de uma mesma família ontem, na BR-135, em Curvelo, na Região Central de Minas Gerais, acende o alerta para os riscos nas rodovias no fim das férias escolares. Dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) mostram que as colisões nas estradas sob jurisdição da corporação se agravaram de janeiro a 17 de julho deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. Apesar da diminuição no número de acidentes, a quantidade de mortes aumentou 8,1%. Especialistas ressaltam que a irresponsabilidade dos motoristas, revelada em atitudes como transitar em alta velocidade, pode ser uma das explicações para a alta.

Os números da PRF mostram que do início do ano até o último dia 17 foram registrados 6.428 acidentes nas estradas federais mineiras, menos que as 7.120 ocorrências de igual período do ano passado. A quantidade de vítimas graves também caiu: foram 1.688 em 2016 e 1.343 neste ano. O número de feridos teve alta de 5.272 para 5.296 nos últimos sete meses. Já as mortes saltaram de 405 para 438.

O crescimento no número de óbitos indica que os acidentes vêm se tornando mais letais, e eleva a preocupação das autoridades diante do retorno das férias escolares, período de aumento do fluxo de veículos nas estradas. Levantamento do Estado de Minas mostra que o alerta tem justificativa. Somente neste mês, pelo menos 31 pessoas perderam a vida em BRs que cortam o estado (veja abaixo as ocorrências mais graves).

O professor de engenharia Márcio Aguiar, especialista em transporte e trânsito, diz que a maioria dos acidentes tem ligação com a imprudência. “Está relacionado ao aumento de velocidade. As concessionárias (das vias privatizadas) têm notado um número menor de veículos nas rodovias, devido à recessão no país. Com isso, a estrada fica mais vazia e a velocidade aumenta. Nas rodovias concessionadas há bom estado do asfalto, e isso também faz os condutores seguirem viagem com velocidade elevada”, completou.

O policial rodoviário federal Fábio Jardim, assessor de imprensa da PRF, afirma que as estatísticas mostram que os acidentes estão mais violentos. “Percebemos um aumento de ocorrências com múltiplas vítimas, envolvendo ônibus e vans, e também com colisões frontais. A grande maioria é causada pela conduta do motorista. Têm havido, pontualmente, ocorrências devido ao sono na direção dos veículos. Vêm acontecendo também acidentes em retas, com tempo bom e pista seca, sem chuva, onde veículos colidem frontalmente e, consequentemente, ocorrem as mortes”, afirma.

Essa é exatamente uma das possibilidades levantadas para o grave acidente na BR-135, em Curvelo, na Região Central de Minas Gerais, ontem, por volta das 6h40. Testemunhas contaram aos policiais que um carro invadiu a contramão e atingiu o outro, que seguia no sentido contrário. “Um Ford Fiesta seguia no sentido Curvelo/Belo Horizonte, quando a condutora, segundo informações de testemunhas, cochilou ao volante e invadiu a pista contrária. Em seguida, atingiu de frente um Up”, explicou o tenente César Brito, da Polícia Militar Rodoviária (PMRv).

Com o impacto, as quatro pessoas que estavam no Fiesta, com placa de Betim, morreram na hora. Segundo a PMRv, as vítimas eram da mesma família. No Up de Belo Horizonte, quatro pessoas foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros e encaminhadas para o Hospital Imaculada Conceição, em Curvelo. “O veículo tinha saído de Lagoa Santa e seguia em direção a Pirapora. Nele estavam um casal, a filha adolescente e uma amiga”, informou o militar.

Também ontem, o motorista de um Duster morreu no Km 151 da BR-459, na zona rural de Piranguinho, no Sul de Minas, ao perder o controle do carro na saída de uma curva. De acordo com os primeiros levantamentos, o condutor invadiu a contramão e bateu de frente com um caminhão. Três pessoas ficaram feridas. Em Caeté, na BR-381, a colisão entre duas carretas no início da noite de causou outra morte.

VOLTA DAS FÉRIAS Neste último fim de semana de julho, a previsão é de estradas cheias por causa do fim do recesso escolar. Por isso, a PRF alerta os motoristas para terem atenção nas rodovias. “Tenham paciência, atenção com os congestionamentos e outras interdições nas rodovias. Façam o planejamento com antecedência, para que durmam bem antes de viajar, verifiquem a parte mecânica do veículo e dirijam com responsabilidade. Além disso, prestem atenção à conduta dos outros”, sugeriu o agente Fábio Jardim.

O professor Márcio Aguiar acrescenta que os condutores devem evitar a ansiedade de tentar chegar rapidamente em casa. “A velha história de todo final de férias é que tem uma tendência de as pessoas quererem chegar rápido e, por isso, cometerem infrações. Mas é preciso atenção, pois as rodovias brasileiras, de forma geral, não têm um estado muito bom. O volume de veículos de carga é muito grande. Então, é importante avaliar o horário de saída. Evitar viajar à noite, que é mais perigoso, devido à sinalização precária, prestar atenção à chuva e à neblina. E, em viagens mais longas, procurar fazer paradas a cada duas horas para se alimentar e ingerir líquidos”, completou.


Cinco acidentes graves

2 de julho
Em Juiz de Fora, na Zona da Mata, um i30 invadiu a contramão no km 769 e bateu de frente com um Celta. Com o impacto, o primeiro veículo caiu em uma ribanceira. Nele estavam quatro pessoas, sendo que três morreram. Somente o condutor sobreviveu. Já no Celta estavam cinco pessoas, sendo uma grávida. Três morreram, além do feto. A Polícia Civil apura se o condutor do i30 participava de um racha no momento da batida.

2 de julho
Acidente entre um carro e um caminhão matou duas pessoas no km 577 da BR-040, em Itabirito, na Região Central. Imagens das câmeras de segurança da praça de pedágio mostraram o momento em que um Ford Ka se aproximou. A porta traseira do lado do motorista se abriu e fechou rapidamente. O motorista, então, fez o retorno e, alguns metros à frente, bateu numa carreta. Os ocupantes do veículo de passeio morreram.

14 de julho
Um acidente entre uma carreta e uma moto na BR-381, na altura de Nova Era, matou duas pessoas. Segundo o Corpo de Bombeiros, testemunhas relataram que o condutor da motocicleta perdeu o controle em uma curva e caiu na via com o garupa. Logo atrás do veículo vinha uma carreta de transporte do Sedex, que não conseguiu parar a tempo e atropelou as duas vítimas, que morreram.

16 de julho
Acidente que envolveu moto, carreta e carro matou sete pessoas. Segundo a versão do condutor da carreta à Polícia Rodoviária Federal, ele seguia em direção a Governador Valadares quando foi surpreendido pela moto desgovernada no sentido contrário da BR-116, na contramão de direção. Ele teria tentado evitar a batida, mas não conseguiu e acertou uma Parati que também estava no sentido contrário, em direção a Teófilo Otoni.

26 de julho
Dois carros bateram de frente próximo ao km 640 da BR-135, em Curvelo, por volta das 6h40, e quatro pessoas morreram. Testemunhas contaram à Polícia Militar Rodoviária (PMRv) que um Ford Fiesta que seguia no sentido Curvelo/Belo Horizonte invadiu a contramão e atingiu um Up, que seguia no sentido contrário. Testemunhas contaram que a motorista do Fiesta pode ter cochilado ao volante.

26 de julho
Três pessoas ficaram feridas e uma morreu na batida entre um carro e um caminhão no km 151 da BR-459, na zona rural de Piranguinho, no Sul de Minas. De acordo com os primeiros levantamentos, o motorista da Renault Duster perdeu o controle numa saída de curva, invadiu a contramão e bateu de frente com o veículo de carga. O condutor morreu. Também ontem, batida entre carretas na BR-381 deixou um morto.


Cargas são outro pesadelo

Além dos riscos de acidentes, os motoristas devem se preocupar com outra situação recorrentes nas estradas mineiras. Ontem, pela sexta vez neste ano, um acidente com veículo carregado com produtos perigosos provocou o fechamento de uma rodovia por horas, levando transtornos aos condutores. Uma carreta carregada com um tanque de oxigênio tombou ontem na BR-356, na Serra de Itabirito, na Região Central do estado. Por causa do risco de explosão, a rodovia foi totalmente interditada por aproximadamente cinco horas. O congestionamento chegou a cinco quilômetros em ambos os sentidos.

O acidente aconteceu por volta das 12h30. O caminhão seguia no sentido Itabirito/Belo Horizonte quando o motorista perdeu o controle da direção. “O motorista alegou problemas no sistema de frenagem. Ele sofreu ferimentos leves e foi levado a uma unidade de saúde de Itabirito pelo Corpo de Bombeiros. Já recebeu alta”, explicou o sargento Cristian Mendes, da Polícia Militar Rodoviária (PMRv).

A carreta, a serviço da empresa White Martins, tombou fora da pista, em uma área de terra. Mas a interdição ocorreu por motivo de segurança. “O oxigênio, em contato com combustível, gasolina ou diesel, pode ocasionar explosões. Por isso, para efeito de segurança, fizemos o isolamento como determina a ficha técnica de emergência”, afirmou o militar. A área do tombamento foi isolada em 100 metros.

A empresa responsável pelo veículo, com auxílio do Corpo de Bombeiros, conseguiu fazer a retirada do material sem riscos. Segundo os militares, no acidente, foi feita a abertura repentina de uma válvula de alívio que vazou e, por pouco, não atingiu o óleo derramado, o que geraria uma reação explosiva. Depois das providências de segurança a pista foi liberada por volta das 17h.

Fonte: Estado de Minas

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A secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) confirmou 51 mortes por febre amarela nesta quinta-feira (2). Outros 77 óbitos ainda são investigados, de acordo com o órgão.

Em relação ao boletim desta quarta-feira (1º), foram mais três mortes confirmadas e mais uma notificada, totalizando 128 ocorrências de óbitos.

Os casos confirmados de febre amarela em Minas subiram para 138, de acordo com a secretaria. Ainda estão sob investigação, 602 casos da doença relacionados ao estado. 37 notificações foram descartadas.

Este é o pior surto de febre amarela já registrado em Minas Gerais. Na semana passada, o subsecretário de Vigilância e Proteção à Saúde de Minas Gerais, Rodrigo Said, disse que a SES espera que os números de novos casos e mortes de febre amarela comecem a reduzir. Conforme a SES, a maioria dos casos suspeitos tiveram os sintomas entre os dias 08 e de janeiro de 2017, inclusive os novos números desta semana.

Ainda segundo a secretaria, os casos confirmados já passaram por exame laboratorial detectável para febre amarela; exame laboratorial não detectável para dengue; histórico vacinal (não vacinado/vacinação ignorada); sinais e sintomas compatíveis com a definição de caso; e exames complementares que caracterizam disfunção renal/hepática.

As mortes confirmadas pela SES estão relacionadas às cidades dos vales do Rio Doce e do Mucuri: Ladainha (11), Teófilo Otoni (5), Itambacuri (5), Ipanema (4), Piedade de Caratinga (3), Malacacheta (3), Imbé de Minas (2), São Sebastião do Maranhão (2), Poté (2), Conceição de Ipanema (1), Setubinha (2), José Raydan (2), Ubaporanga (1), Novo Cruzeiro (1), Inhapim (1), Ubaporanga (1), Pocrane (1), Santa Rita do Itueto (1), Frei Gaspar (1).

Duas mortes relacionadas à Delfinópolis, no Sul de Minas, também foram confirmadas.

Outra morte tem relação com a cidade de Januária, no Norte do estado. A SES ainda investiga o local de contágio. A vítima morreu em Brasília, conforme a secretaria

Fonte: G1

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Pelo menos 794 pessoas morreram no Brasil em decorrência das três doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti: dengue, zika e chikungunya. A maior parte das mortes, 629, foi provocada pela dengue. Os dados são do boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, registados até 24 de dezembro de 2016.
Dengue
Ao todo, foram notificados 1.496.282 casos prováveis de dengue no país, totalizando uma incidência 731 casos a cada 100 mil habitantes. Já em 2015, foram 1.677.013 casos prováveis. Segundo o boletim, mais 629 óbitos estão sendo investigados para serem confirmados ou descartados quanto ao vírus.

Em 2016, até a metade de dezembro, foram registrados 265.554 casos prováveis de febre chikungunya no país, com uma taxa de incidência de 129,9 casos para cada 100 mil habitantes. O número é cerca de seis vezes maior do que o de 2015, quando foram notificados 38.499 casos prováveis da doença. Ao todo, foram registrados no ano passado 159 óbitos pela doença, enquanto em 2015 foram 14.

Zika

Em 2016, até o meio de dezembro, foram registrados 214.193 casos prováveis de febre pelo vírus Zika no país (taxa de incidência de 104,8 casos/100 mil habitantes). Ao todo, foram confirmados laboratorialmente seis mortes por Zika. Em relação às gestantes, foram registrados 16.923 casos prováveis, sendo 10.820 confirmados por critério clínico-epidemiológico ou laboratorial. A notificação obrigatória de casos da doença pelo sistema de saúde passou a valer no começo de fevereiro de 2016.

Sintomas

De forma geral, as três doenças causam febre, dores de cabeça, dores nas articulações, enjoo e exantema (rash cutâneo ou manchas vermelhas pelo corpo). No entanto, existem alguns sintomas marcantes que as diferem.

Os sintomas relacionados ao vírus Zika costumam se manifestar de maneira branda e o paciente pode, inclusive, estar infectado e não apresentar qualquer sintoma. Mas um sinal clínico que pode aparecer logo nas primeiras 24 horas e é considerado como uma marca da doença é o rash cutâneo e o prurido, ou seja, manchas vermelhas na pele que provocam intensa coceira. O quadro de febre causado pelo vírus Zika costuma ser mais baixo e as dores nas articulações mais leves. A doença ainda traz como sintomas a hiperemia conjuntival (irritação que deixa os olhos vermelhos, mas sem secreção e sem coceira), dores musculares, dor de cabeça e dor nas costas.

As fortes dores nas articulações são a principal manifestação clínica de chikungunya. Essas dores podem se manifestar principalmente nas palmas dos pés e das mãos, como dedos, tornozelos e pulsos. Em alguns casos, a dor nas articulações é tão forte que chega a impedir os movimentos e pode perdurar por meses depois que a febre vai embora.

Os quatro sorotipos da dengue causam os mesmos sintomas, não sendo possível distingui-los somente pelo quadro clínico. O principal sintoma da doença é a febre alta acompanhada de fortes dores de cabeça. Dores nos olhos, fadiga e intensa dor muscular e óssea também fazem parte do quadro clássico da dengue. Outro sintoma comum é o rash, manchas avermelhadas predominantes no tórax e membros superiores, que desaparecem momentaneamente sob a pressão das mãos. O rash normalmente surge a partir do terceiro dia de febre. Diarreia, vômitos, tosse e congestão nasal também podem estar presentes no quadro e podem comumente levar à confusão com outras viroses.

Fonte: Agência Minas

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