A febre amarela avança em Minas Gerais, com crescimento no número de cidades atingidas, de mortes suspeitas e confirmadas e também de casos sob investigação. A cidade com o maior registro de óbitos é Nova Lima, na região metropolitana, que teve ontem o quarto caso constatado. Goianá, na Zona da Mata, também confirmou um óbito nesta segunda-feira (15), totalizando 12 no Estado – 11 confirmados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) e mais um informado pela Prefeitura de Barra Longa, também na Zona da Mata, mas ainda fora das estatísticas oficiais do Estado.

Belo Horizonte, que até então não aparecia na lista da SES, entrou no balanço com três ocorrências de internação e cura sob averiguação. Outras quatro pessoas teriam morrido no Hospital Eduardo de Menezes, na capital, com indícios da doença, sendo duas oriundas de Caeté, na região metropolitana, e duas de Mariana, na região Central. No total, o Estado tem 34 casos em investigação, sendo oito óbitos e 26 internados ou curados.

A morte registrada em Goianá segue o padrão dos outros casos do Estado: era um homem de 40 anos que não tinha tomado a vacina, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde da cidade.

“Ele tinha certa resistência em cuidar da saúde, morava no centro de Goianá, e toda a família tinha se imunizado”, relatou o secretário Municipal de Saúde, Lúcio Alvim.

Segundo ele, o paciente trabalhava com motosserra e fez serviços no fim do ano passado em uma área de mata, na zona rural de Goianá, na divisa com as cidades de São João Nepomuceno e Rio Novo, na Zona da Mata.

“Todos os trabalhadores do local tinham tomado vacina desde a campanha que fizemos no ano passado. Não tinha macaco morto lá nem caso suspeito”, completou Alvim.

A cobertura vacinal em Goianá é de mais de 80%, sendo que o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é acima de 95%. O secretário acredita que o índice seja melhor considerando as pessoas que trabalham em Juiz de Fora e se vacinaram lá, mas ainda assim faz o alerta. “Infelizmente a população ainda não acordou. Estamos intensificando a vacinação, indo de casa em casa, mas tem muita gente que não aceita se imunizar”, afirmou.

Em Nova Lima, a morte foi de um homem de 47 anos, morador do bairro Santa Rita, que teria ido a São Paulo cerca de 15 dias antes de os primeiros sintomas da doença se manifestarem.

Mutirão

Em virtude dos novos casos da doença na região metropolitana, a Prefeitura de Belo Horizonte vai abrir os centros de saúde no próximo sábado, dia 20, para vacinação.

Caeté

A Prefeitura de Caeté informou que tem três casos em investigação, sendo um óbito – outra óbito teria ocorrido neste fim de semana no Hospital Eduardo de Menezes, ainda não confirmada. Três macacos mortos foram encontrados na semana passada e estão em análise.

Mariana

A cidade, que já tem dois óbitos confirmados, tem mais dois pacientes sob investigação. Um macaco encontrado tinha a doença.

Fonte: O Tempo

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Minas Gerais confirmou na terça-feira (9) mais duas mortes por febre amarela em 2018, totalizando três no ano. Os óbitos aconteceram em Carmo da Mata, na região Centro-Oeste, e em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte. Em Carmo da Mata, a vítima foi Fabiano Corrêa, 38, que morava na área urbana do município. Em Nova Lima, a vítima foi um pintor de 46 anos, residente em São Paulo, que estava na cidade mineira para passar as festas de fim de ano com a família. O secretário de Saúde de Nova Lima, José Roberto Lintz Machado, afirmou que o município investiga outra morte que pode ter sido causada pela doença.

O pintor morreu na última sexta-feira e ainda não se sabe em qual Estado ele contraiu a doença. Em Carmo da Mata, a secretária de Saúde Nathalia Resende, disse a vítima possuía um sítio na comunidade da Forquilha de Baixo, zona rural do município, onde suspeita-se que a doença tenha sido contraída. Na manhã de terça-feira, funcionários da Gerência Regional de Saúde (GRS) de Divinópolis foram para Carmo da Mata fazer um levantamento na região.

O primeiro óbito provocado pela doença neste ano no Estado foi confirmado na última sexta-feira em Brumadinho, na região metropolitana. A cidade tem também outra pessoa internada com sintomas da doença.

As estatísticas oficiais do Estado, no entanto, têm apenas um caso confirmado. Os outros devem entrar no boletim epidemiológico que será divulgado até sexta-feira.

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) divide o monitoramento da febre amarela em dois ciclos, sendo o primeiro entre dezembro de 2016, quando o surto começou, e junho de 2017. Nesse período, o Estado confirmou 435 casos da doença. No chamado segundo ciclo, foram confirmados oficialmente 11 casos no país, sendo um em Minas, de acordo com o Ministério da Saúde. Os outros também devem passar a integrar a lista federal até a semana que vem.

Para evitar a proliferação da doença, os parques das Mangabeiras e da Serra do Curral, e Mirante da Serra do Curral, todos na região Centro-Sul de Belo Horizonte, estão fechados. No parque estadual da Serra do Rola-Moça, a visitação está suspensa.

Vacinação. Na terça-feira, Carmo da Mata e Nova Lima reforçaram a vacinação. A cidade da região metropolitana informou que já tem 96% da população imunizada, mas pretende chegar a 100%.

Em Brumadinho, a imunização foi intensificada desde o fim da semana passada. (com Ailton do Vale)

Doses extras

Reforço. O Ministério da Saúde anunciou na terça-feira o envio de 33,6 milhões de doses extras de vacina para os Estados do Sudeste e para a Bahia. Minas Gerais recebeu 8,5 milhões dessas doses.


SP, RJ e BA terão vacina fracionada

SÃO PAULO. Cerca de 19,7 milhões de pessoas deverão ser vacinadas contra febre amarela a partir de fevereiro em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Para conseguir uma imunização em massa nessas regiões, onde o vírus não circulava até então e, por isso, não havia recomendação para a vacinação, o governo vai fracionar as doses, aplicando 0,1 ml em cada pessoa, o equivalente a 20% da dose padrão.

“É uma medida emergencial”, disse o ministro da Saúde, Ricardo Barros. “Nosso objetivo é poupar vidas. Para isso, a ideia é utilizar doses fracionadas da vacina, feitas com 1/5 da dose padrão”, completou. Segundo ele, estudos mostram que a dose fracionada tem eficácia semelhante à da dose integral por um período de oito anos – a dose integral protege por toda a vida. Crianças menores de 2 anos receberão a dose integral.

O fracionamento é recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) quando há aumento de casos em animais e de casos de forma intensa e é necessário conter a transmissão rapidamente.

Fonte: O Tempo

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Após a morte de uma criança e a internação da irmã dela, esta semana, a Secretaria Municipal de Saúde de Congonhas informa que aguarda a divulgação do resultado dos exames realizados em Belo Horizonte

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A Secretaria Municipal de Saúde informa a população que ocorreu a morte de um macaco na região próxima a Cruz das Almas no dia 7 de novembro.

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A Secretaria Municipal de Saúde realizará no próximo sábado, 23 de setembro, o Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação. Em todo o Brasil, a data foi dia 16, porém em Congonhas ela foi alterada devido às festividades do Jubileu.

A campanha Nacional de Multivacinação está sendo realizada desde o dia 11 e vai até 23 de setembro e tem por objetivo resgatar pessoas não vacinadas e completar o esquema de vacinação, além de atualizar a caderneta das crianças e adolescentes. Mas pessoas de qualquer idade que procurarem os postos de saúde terão seu cartão avaliado e atualizado se houver necessidade.

Nesta campanha são disponibilizadas todas as vacinas do calendário nacional de vacinação, inclusive contra Febre Amarela, doença que ocasionou no início deste ano o maior surto da história de Minas Gerais, e também contra HPV e Meningite C, que recentemente passaram a contar também com os adolescentes como público alvo e que ainda apresentam baixa procura pela população alvo.

Para receber a vacina é só procurar a unidade de saúde da sua região, das 7h às 16h, e levar o cartão do SUS, cartão de vacina e documento de identificação.

No dia D da campanha, o horário de atendimento será de 8h às 17h, em todos os postos de saúde da cidade.

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A Secretaria Municipal de Saúde realizará no próximo sábado, 23 de setembro, o Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação. Em todo o Brasil, a data foi dia 16, porém em Congonhas ela foi alterada devido às festividades do Jubileu.

A campanha Nacional de Multivacinação está sendo realizada desde o dia 11 e vai até 23 de setembro e tem por objetivo resgatar pessoas não vacinadas e completar o esquema de vacinação, além de atualizar a caderneta das crianças e adolescentes. Mas pessoas de qualquer idade que procurarem os postos de saúde terão seu cartão avaliado e atualizado se houver necessidade.

Nesta campanha são disponibilizadas todas as vacinas do calendário nacional de vacinação, inclusive contra Febre Amarela, doença que ocasionou no início deste ano o maior surto da história de Minas Gerais, e também contra HPV e Meningite C, que recentemente passaram a contar também com os adolescentes como público alvo e que ainda apresentam baixa procura pela população alvo.

Para receber a vacina é só procurar a unidade de saúde da sua região, das 7h às 16h, e levar o cartão do SUS, cartão de vacina e documento de identificação.

No dia D da campanha, o horário de atendimento será de 8h às 17h, em todos os postos de saúde da cidade.

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Algumas vezes os seres humanos são surpreendidos com ataques de animais. O primeiro passo é a própria vítima lavar imediatamente o local do ferimento com água e sabão e procurar em seguida o atendimento médico. Em Congonhas, as pessoas que sofrem ataques de cães e procuram a UPA 24h são submetidas aos primeiros atendimentos. Ao passar pela avaliação médica sobre a gravidade do ferimento e das condições do animal, o profissional da saúde indicará a aplicação da vacina antirrábica.

A vacinação de pacientes de Congonhas estava sendo realizada em Conselheiro Lafaiete, devido a reduzida quantidade de doses disponibilizadas pelo Ministério da Saúde (MS). Mas a partir desta terça-feira, 19, esta vacina volta a ser disponibilizada pelo MS para Congonhas e aplicada na UPA 24h. Com isso, o tratamento em casos de acidente com animais que podem ser transmissores da raiva ao ser humano fica mais acessível.


Vigilância efetiva em Congonhas:
O resultado final da campanha antirrábica deste ano em Congonhas superou a meta estabelecida. Ao todo foram 8.179 animais vacinados. Na zona rural, 1.618 cães e 188 gatos foram imunizados. Já na área urbana, o número alcançado foi de 5.687 cães e 686 gatos. Congonhas recebeu 10 mil doses de vacinas.


Raiva:
A raiva é uma doença causada por um vírus que acomete todos os mamíferos (cães, gatos, bois, cavalos, porcos, morcegos), inclusive o ser humano, e possui alta taxa de letalidade. A transmissão acontece de animal para animal ou do animal para o homem, por meio da mordida, arranhadura ou lambedura. A principal forma de prevenção da doença é a vacinação de cães e gatos.

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Fique ligado! A faixa etária para receber a vacina HPV Quadrivalente foi ampliada, temporariamente, para homens de 11 a 26 anos, e mulheres de 9 a 26 anos. A medida, tomada pelo Ministério da Saúde, busca a utilização dos estoques disponíveis, que têm data de validade até o mês de setembro deste ano, e que possuem baixa procura pelo público adolescente, que é alvo prioritário da vacina.

Para receber a dose, que está disponível em Congonhas, é necessário ir à unidade de saúde da região onde mora, das 7h às 16h, e levar o cartão do SUS, cartão de vacina e documento de identificação. As pessoas vacinadas terão direito às doses de reforço da vacina com 2 e 6 meses após a primeira dose


O resultado final da campanha antirrábica deste ano em Congonhas superou a meta estabelecida. Ao todo foram 8.179 animais vacinados. Na zona rural, 1.618 cães e 188 gatos foram imunizados. Já na área urbana, 5.687 cães e 686 gatos. Congonhas recebeu 10 mil doses de vacinas. Ainda restam doses para busca ativa e reforço dos animais. A vacinação é realizada todos os anos.

A raiva é uma doença causada por um vírus que acomete todos os mamíferos (cães, gatos, bois, cavalos, porcos, morcegos), inclusive o ser humano e possui alta taxa de letalidade. A transmissão acontece de animal para animal ou do animal para o homem, por meio da mordida, arranhadura ou lambedura. A principal forma de prevenção da doença é a vacinação de cães e gatos.


Meninos de 11 até 14 anos (14 anos, 11 meses e 29 dias) já podem receber a vacina contra o vírus HPV, como anunciou o Ministério da Saúde. A ampliação da faixa etária entrou em vigor agora em junho. Para receber a vacina, que está disponível em Congonhas desde janeiro, é necessário ir ao posto de saúde da região onde mora, das 7h às 16h, e levar o cartão do SUS, cartão de vacina e documento de identificação.

O Ministério da Saúde reforça que a vacinação dos meninos contribui para o aumento da proteção também nas meninas, o que vai impactar nas próximas décadas o perfil epidemiológico das infecções que são atribuídas ao HPV em ambos os sexos.

A ampliação fortalece as ações de saúde na população masculina e possibilita a prevenção da ocorrência dos cânceres de pênis, anus, orofaringe e verrugas genitais.

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